Quarta-feira, Maio 25, 2005
Câmara Alta do Parlamento austríaco ratifica Constituição Européia
VIENA, 25 mai (AFP) - A Câmara Alta do Parlamento austríaco, a Bundesrat, ratificou nesta quarta-feira, por 59 votos a favor e três contra, a Constituição Européia, duas semanas depois de sua aprovação na Câmara Baixa.
A Áustria se torna assim o oitavo dos 25 países da União Européia a ratificar o Tratado que estabelece uma Constituição para a Europa. O texto ainda precisa ser sancionado pelo presidente Heinz Fischer.
Três representantes da extrema-direita votaram contra o texto, entre eles o senador Siegfried Kampl, que deveria assumir em julho a presidência da Câmara Alta e foi obrigado a renunciar ao mandato parlamentar por ter feito declarações pró-nazistas em abril.
Via France Press
A Áustria se torna assim o oitavo dos 25 países da União Européia a ratificar o Tratado que estabelece uma Constituição para a Europa. O texto ainda precisa ser sancionado pelo presidente Heinz Fischer.
Três representantes da extrema-direita votaram contra o texto, entre eles o senador Siegfried Kampl, que deveria assumir em julho a presidência da Câmara Alta e foi obrigado a renunciar ao mandato parlamentar por ter feito declarações pró-nazistas em abril.
Via France Press
Heeding the storm
The Palestinian parliament should this week clear the way for new elections in July. If it doesn't, every Palestinian will know why, writes Graham Usher in Ramallah
Barring another postponement, this week should see the passage of the third reading of the Palestinian elections law, which, if passed, should enable Palestinian Legislative Council (PLC) elections in the occupied territories on their scheduled date of 17 July.
Via Al-Ahram Weekly
Barring another postponement, this week should see the passage of the third reading of the Palestinian elections law, which, if passed, should enable Palestinian Legislative Council (PLC) elections in the occupied territories on their scheduled date of 17 July.
Via Al-Ahram Weekly
Amnesty International épingle les violations des droits de l'homme en 2004
L'organisation internationale critique sévèrement un nouvel ordre mondial "plein de dangers", dénonçant notamment l'attitude de Washington qui cherche à contourner l'interdiction de la torture.
Via Le Monde
Via Le Monde
Sexta-feira, Maio 20, 2005
Live broadcast spurs Jazeera arrests
The government may have stopped Al-Jazeera from broadcasting last week's Judges' Club meeting, but detaining eight of the channels' employees did not get it much good press, reports Mustafa El-Menshawy
Egyptian police briefly detained eight Al- Jazeera satellite channel employees on Friday for attempting to broadcast a much-publicised meeting of the Cairo Judges' Club. The controversial, Qatar-based, pan-Arab satellite channel was aiming to provide its viewers with a live telecast of the judges' general assembly, which ultimately decided to boycott the upcoming multi-candidate presidential elections unless judges were given full supervisory control over the elections process.
Via Al-Ahram Weekly
Egyptian police briefly detained eight Al- Jazeera satellite channel employees on Friday for attempting to broadcast a much-publicised meeting of the Cairo Judges' Club. The controversial, Qatar-based, pan-Arab satellite channel was aiming to provide its viewers with a live telecast of the judges' general assembly, which ultimately decided to boycott the upcoming multi-candidate presidential elections unless judges were given full supervisory control over the elections process.
Via Al-Ahram Weekly
Polícia prende 110 jovens anarquistas em Atenas
ATENAS, 20 maio (AFP) - A polícia grega prendeu 110 pessoas na madrugada desta sexta-feira, durante incidentes no centro de Atenas provocados por cerca de 150 jovens anarquistas, informaram as autoridades.
A ação policial se concentrou no bairro de Exarchia, no centro da capital grega, onde na noite de quinta-feira ocorreram confrontos entre policiais e anarquistas, destacaram as autoridades.
Após as prisões, cerca de 200 jovens ocuparam a frente da sede da polícia, mas foram dispersados pela polícia de choque.
Durante o protesto no centro de Atenas, vários coquetéis molotov foram lançados contra as fachadas de dois bancos gregos, provocando pequenos danos.
Os incidentes começaram na noite de quinta-feira, ao final de uma manifestação que reuniu cerca de 1.500 pessoas contra a "violência policial e os grupos fascistas".
Via France Press
A ação policial se concentrou no bairro de Exarchia, no centro da capital grega, onde na noite de quinta-feira ocorreram confrontos entre policiais e anarquistas, destacaram as autoridades.
Após as prisões, cerca de 200 jovens ocuparam a frente da sede da polícia, mas foram dispersados pela polícia de choque.
Durante o protesto no centro de Atenas, vários coquetéis molotov foram lançados contra as fachadas de dois bancos gregos, provocando pequenos danos.
Os incidentes começaram na noite de quinta-feira, ao final de uma manifestação que reuniu cerca de 1.500 pessoas contra a "violência policial e os grupos fascistas".
Via France Press
Soldados israelenses matam combatente palestino em Gaza
JERUSALÉM, 20 mai (AFP) - Soldados israelenses mataram um combatente palestino que havia se refugiado com outros dois em uma casa abandonada perto da colônia israelense de Kfar Darom, ao sul da Faixa de Gaza, segundo fontes militares de Israel.
Os três palestinos entraram em um edifício abandonado da UNRWA, a agência da ONU para os refugiados palestinos, situada a cem metros do limite de Kfat Darom, e abriram fogo contra os soldados posicionados em torno da colônia, que responderam ao ataque.
Os outros dois palestinos conseguiram fugir para a cidade de Deir el-Balah.
Via France Press
Os três palestinos entraram em um edifício abandonado da UNRWA, a agência da ONU para os refugiados palestinos, situada a cem metros do limite de Kfat Darom, e abriram fogo contra os soldados posicionados em torno da colônia, que responderam ao ataque.
Os outros dois palestinos conseguiram fugir para a cidade de Deir el-Balah.
Via France Press
Exercito dos EUA investigará origem de fotos de Saddam publicadas pelo Sun
BAGDÁ, 20 mai (AFP) - O exército dos Estados Unidos anunciou o início de uma investigação para determinar a origem das fotos do ditador Saddam Hussein publicadas pelo jornal britânico The Sun. Em uma delas, o ex-presidente do Iraque aparece de cuecas.
"A origem das fotos é desconhecida no momento", afirmou o exército em um comunicado, que acrescenta que as mesmas podem ter sido feitas há mais de um ano e que foram tiradas "violando regulamentos do Departamento de Defesa e provavelmente as convenções de Genebra sobre o tratamento dos prisioneiros".
O exército manifestou decepção com o fato de uma das pessoas responsáveis pela vigilância de Saddam ter feito as fotos e oferecido as imagens à imprensa.
"Levamos a sério nossa responsabilidade de garantir a segurança de todos os detentos", acrescenta o texto militar. "Iniciamos uma profunda investigação para identificar o autor das fotos e assegurar o respeito aos regulamentos, para impedir que algo do gênero volte a acontecer".
Além da foto de cuecas, outra mostra o ditador sentado em uma cadeira de plástico rosa ao que parece lavando uma calça. A terceira capta Saddam de pé com expressão preocupada e a última o mostra com o rosto em uma almofada, como se estivesse dormindo.
O jornal inglês afirma que obteve as fotos de fontes militares americanas, com a esperança de dar um golpe na resistência iraquiana.
O Sun afirma que as imagens foram feitas no local secreto do Iraque onde Saddam é mantido preso pelas forças especiais e a polícia militar. A publicação garante saber qual é o local, mas acrescenta que a pedido do governo americano não o revelará.
Saddam Hussein, de 68 anos, foi capturado no Iraque em dezembro de 2003 pelas tropas americanas. O ex-presidente iraquiano espera seu julgamento por crimes contra a humanidade, que ainda não tem data para começar.
Via France Press
"A origem das fotos é desconhecida no momento", afirmou o exército em um comunicado, que acrescenta que as mesmas podem ter sido feitas há mais de um ano e que foram tiradas "violando regulamentos do Departamento de Defesa e provavelmente as convenções de Genebra sobre o tratamento dos prisioneiros".
O exército manifestou decepção com o fato de uma das pessoas responsáveis pela vigilância de Saddam ter feito as fotos e oferecido as imagens à imprensa.
"Levamos a sério nossa responsabilidade de garantir a segurança de todos os detentos", acrescenta o texto militar. "Iniciamos uma profunda investigação para identificar o autor das fotos e assegurar o respeito aos regulamentos, para impedir que algo do gênero volte a acontecer".
Além da foto de cuecas, outra mostra o ditador sentado em uma cadeira de plástico rosa ao que parece lavando uma calça. A terceira capta Saddam de pé com expressão preocupada e a última o mostra com o rosto em uma almofada, como se estivesse dormindo.
O jornal inglês afirma que obteve as fotos de fontes militares americanas, com a esperança de dar um golpe na resistência iraquiana.
O Sun afirma que as imagens foram feitas no local secreto do Iraque onde Saddam é mantido preso pelas forças especiais e a polícia militar. A publicação garante saber qual é o local, mas acrescenta que a pedido do governo americano não o revelará.
Saddam Hussein, de 68 anos, foi capturado no Iraque em dezembro de 2003 pelas tropas americanas. O ex-presidente iraquiano espera seu julgamento por crimes contra a humanidade, que ainda não tem data para começar.
Via France Press
Terça-feira, Maio 17, 2005
57 ans depuis la Nakba...
57 ans depuis la Nakba...
Nous ne renoncerons pas à nos droits
L’intiative nationale palestinienne
Il y a 57 ans, le peuple palestinien a vécu la Nakba, la catastrophe. 800.000 personnes, dont les terres ont été occupées et les maisons démolies, ont été expulsées par la force et les massacres.
Il y a 57 ans le peuple palestinien était privé d’un des droits fondamentaux pour chaque peuple, celui d’un état indépendant et le droit à l’autodétermination. Le complot des grandes puissances mondiales dans ces crimes était plus fort que la capacité du peuple palestinien.
L’Initiative Nationale Palestinienne, en commémorant la Nakba avec l’ensemble du peuple palestinien en Palestine et dans l’exil, réaffirme la réclamation du droit au retour de tous les réfugiés palestiniens. Ce droit est un droit collectif et individuel à la fois, ce qui ne donne aucun mandat à qui que ce soit de renoncer à ce droit. Toutes les lois et les conventions internationales, notamment la résolution de l’ONU 194, ont donné le droit au retour et à la compensation des dégâts subits des réfugiés palestiniens. La résolution 194 a été reconnue même par l’état d’Israël, la seule condition pour reconnaître l’état d’Israël par l’ONU, mais les réfugiés palestiniens attendent toujours l’application de ce droit depuis 57 ans.
Aujourd’hui même la Nakba n’est pas encore terminée, notre peuple continue à vivre l’occupation, l’exil et l’humiliation que ce soit en Palestine ou dans les camps de réfugiés. La construction du « Mur d’Apartheid » confisque et annexe les terres des Palestiniens et menace encore une fois des centaines de milliers à l’expulsion.
A cette occasion, l’Initiative Nationale Palestinienne appelle, à partir du principe que le peuple palestinien est un seul peuple uni malgré la déchirure et l’exil et à partir des valeurs de la démocratie, à ce que l’ensemble des Palestiniens, en Palestine et dans les états de refuge, participe à la prise de la décision politique par l’élection du Conseil National Palestinien. Nous considérons que cette étape est une des plus importantes pour établir un état palestinien indépendant et viable et pour la protection du droit au retour des réfugiés palestiniens.
57 ans depuis la Nakba... Nous sommes de plus en plus déterminés à nos droits
L’intiative nationale palestinienne (ALMUBADARA)
Visitez le site de notre mouvement : http://www.almubadara.org
Association France Palestine Solidarité (AFPS) - 21 ter Rue Voltaire 75011 Paris - afps@france-palestine.org - http://www.france-palestine.org - Tél. : 01 43 72 15 79 - Fax. : 01 43 72 07 25
L'Afps, association loi 1901, a pour vocation le soutien au peuple palestinien notamment dans sa lutte pour la réalisation de ses droits nationaux. L'Afps agit pour une paix réelle et durable fondée sur l'application du droit international en lien avec le peuple palestinien et ses représentants légitimes. L'Afps exige:
- la fin de l'occupation de tous les territoires envahis en 1967 et le démantèlement de toutes les colonies.
- la création d'un Etat palestinien indépendant souverain et viable avec Jérusalem-Est pour capitale.
- la reconnaissance du droit au retour des réfugiés conformément à la résolution 194 votée par l'Assemblée générale de l'ONU.
- la protection internationale du peuple palestinien, et des sanctions contre Israël (suspension de l'accord d'association Union Européenne-Israël)...
Nous ne renoncerons pas à nos droits
L’intiative nationale palestinienne
Il y a 57 ans, le peuple palestinien a vécu la Nakba, la catastrophe. 800.000 personnes, dont les terres ont été occupées et les maisons démolies, ont été expulsées par la force et les massacres.
Il y a 57 ans le peuple palestinien était privé d’un des droits fondamentaux pour chaque peuple, celui d’un état indépendant et le droit à l’autodétermination. Le complot des grandes puissances mondiales dans ces crimes était plus fort que la capacité du peuple palestinien.
L’Initiative Nationale Palestinienne, en commémorant la Nakba avec l’ensemble du peuple palestinien en Palestine et dans l’exil, réaffirme la réclamation du droit au retour de tous les réfugiés palestiniens. Ce droit est un droit collectif et individuel à la fois, ce qui ne donne aucun mandat à qui que ce soit de renoncer à ce droit. Toutes les lois et les conventions internationales, notamment la résolution de l’ONU 194, ont donné le droit au retour et à la compensation des dégâts subits des réfugiés palestiniens. La résolution 194 a été reconnue même par l’état d’Israël, la seule condition pour reconnaître l’état d’Israël par l’ONU, mais les réfugiés palestiniens attendent toujours l’application de ce droit depuis 57 ans.
Aujourd’hui même la Nakba n’est pas encore terminée, notre peuple continue à vivre l’occupation, l’exil et l’humiliation que ce soit en Palestine ou dans les camps de réfugiés. La construction du « Mur d’Apartheid » confisque et annexe les terres des Palestiniens et menace encore une fois des centaines de milliers à l’expulsion.
A cette occasion, l’Initiative Nationale Palestinienne appelle, à partir du principe que le peuple palestinien est un seul peuple uni malgré la déchirure et l’exil et à partir des valeurs de la démocratie, à ce que l’ensemble des Palestiniens, en Palestine et dans les états de refuge, participe à la prise de la décision politique par l’élection du Conseil National Palestinien. Nous considérons que cette étape est une des plus importantes pour établir un état palestinien indépendant et viable et pour la protection du droit au retour des réfugiés palestiniens.
57 ans depuis la Nakba... Nous sommes de plus en plus déterminés à nos droits
L’intiative nationale palestinienne (ALMUBADARA)
Visitez le site de notre mouvement : http://www.almubadara.org
Association France Palestine Solidarité (AFPS) - 21 ter Rue Voltaire 75011 Paris - afps@france-palestine.org - http://www.france-palestine.org - Tél. : 01 43 72 15 79 - Fax. : 01 43 72 07 25
L'Afps, association loi 1901, a pour vocation le soutien au peuple palestinien notamment dans sa lutte pour la réalisation de ses droits nationaux. L'Afps agit pour une paix réelle et durable fondée sur l'application du droit international en lien avec le peuple palestinien et ses représentants légitimes. L'Afps exige:
- la fin de l'occupation de tous les territoires envahis en 1967 et le démantèlement de toutes les colonies.
- la création d'un Etat palestinien indépendant souverain et viable avec Jérusalem-Est pour capitale.
- la reconnaissance du droit au retour des réfugiés conformément à la résolution 194 votée par l'Assemblée générale de l'ONU.
- la protection internationale du peuple palestinien, et des sanctions contre Israël (suspension de l'accord d'association Union Européenne-Israël)...
Sexta-feira, Maio 13, 2005
The price of democracy
Fatah got more seats than Hamas in local elections in the occupied territories last week but Hamas won the contest, writes Graham Usher in Salfit.
In the past the only Palestinian politics was Fatah politics. But now the situation is changing. People are more educated and we understand it's not enough to vote out of loyalty. One should vote for parties that have the power, the will and attitude to change things," said Halimi Omar Mattar, a 22 year-old engineering student, outside a school in Salfit.
The village was once among the most prosperous in the northern West Bank. In the last three years it has had its land, livelihoods and lives crushed by Israeli blockades, the expansion of the mammoth Ariel settlement and, above all, the ever-tightening encirclement of the West Bank wall. But the occupation was only one of the things Halimi wants to see change.
Via Al-Ahram Weekly
In the past the only Palestinian politics was Fatah politics. But now the situation is changing. People are more educated and we understand it's not enough to vote out of loyalty. One should vote for parties that have the power, the will and attitude to change things," said Halimi Omar Mattar, a 22 year-old engineering student, outside a school in Salfit.
The village was once among the most prosperous in the northern West Bank. In the last three years it has had its land, livelihoods and lives crushed by Israeli blockades, the expansion of the mammoth Ariel settlement and, above all, the ever-tightening encirclement of the West Bank wall. But the occupation was only one of the things Halimi wants to see change.
Via Al-Ahram Weekly
'Sim' à Constituição Européia em vantagem na França
PARIS, 13 mai (AFP) - Um total de 52% dos franceses votaria a favor da Constituição Européia se o referendo fosse hoje, segundo uma pesquisa divulgada nesta sexta-feira que confirma o avanço do 'Sim' desde o final de de abril, depois de semans com vantagem para o 'Não'.
Segundo a pesquisa dos institutos TSN-Sofres/Unilog, divulgada pelo jornal Le Monde, a rádio RTL e a rede de televisão LCI, 48% das pessoas consultadas votaria contra o Tratado Constitucional, mas 27% ainda se declara indecisa.
A pesquisa mostra que os simpatizantes do Partido Socialista estão bastante divididos, enquanto 81% da UMP, o partido de direita no poder, aposta no sim.
De acordo com a consulta, 69% dos franceses se declara "seguro" do voto na consulta popular, contra 29% que considera uma eventual mudança de opinião antes de 29 de maio.
No início da semana outras duas pesquisas apontaram uma ligeira vantagem do 'Sim' sobre o 'Não', até então majoritário, o que mostra o efeito da grande campanha do governo em favor do projeto continental.
Segundo as pesquisas, o Tratado Constitucional seria aprovado por uma estreita margem, assim como o que aconteceu em 1992 com o Tratado de Maastricht sobre a união monetária.
Via France Press
Segundo a pesquisa dos institutos TSN-Sofres/Unilog, divulgada pelo jornal Le Monde, a rádio RTL e a rede de televisão LCI, 48% das pessoas consultadas votaria contra o Tratado Constitucional, mas 27% ainda se declara indecisa.
A pesquisa mostra que os simpatizantes do Partido Socialista estão bastante divididos, enquanto 81% da UMP, o partido de direita no poder, aposta no sim.
De acordo com a consulta, 69% dos franceses se declara "seguro" do voto na consulta popular, contra 29% que considera uma eventual mudança de opinião antes de 29 de maio.
No início da semana outras duas pesquisas apontaram uma ligeira vantagem do 'Sim' sobre o 'Não', até então majoritário, o que mostra o efeito da grande campanha do governo em favor do projeto continental.
Segundo as pesquisas, o Tratado Constitucional seria aprovado por uma estreita margem, assim como o que aconteceu em 1992 com o Tratado de Maastricht sobre a união monetária.
Via France Press
Quinta-feira, Maio 05, 2005
60 anos da tomada de Berlim pelo Grande Exército Vermelho

Esta foto de 2 de maio de 1945 mostra o soldado Militon Kantariya ao hastear a bandeira soviética no Reichstag (Parlamento) em Berlim. Na realidade, a cidade havia sido tomada pelo Exército Vermelho a 30 de abril de 1945, mas sem a presença de um cinegrafista ou de um fotógrafo, por isso a cena foi repetida dois dias depois, especialmente para a documentação diante das câmeras.
Há 60 anos a Vitória!
«Hoje, no dia 8 do mês de Maio de 1945, acabou na Europa a Segunda Guerra Mundial. Até que enfim - zumbiu a meu lado a voz melíflua de um cavalheiro. Até que enfim, concordei eu, confuso de alegria, saltando do eléctrico para me embeber na multidão ruidosa com bandeiras nas mãos, nas tranças das garotas, nos gritos dos cortejos – Vitória! Vitória! – e nos paus de vassoura sem bandeira. Desceu finalmente o pano sobre esse pesadelo com bichos de aço, pilhas de mortos e cidades a arder, onde só faltava também cair a lua minada de explosivos para completar o peso da metralha. Desvaneceram-se as noites suadas de angústias, com as mãos fincadas nos aparelhos de rádio, quando o desespero dos momentos cruciantes acordava nos homens o dom de perceber todos os idiomas do planeta.»
Via Avante
O Mundo deve à Rússia
"Este ano completa-se 60 anos da libertação dos judeus de Auschwitz pelo glorioso Exército Vermelho Soviético, infelizmente o Ocidente demorou todo esse tempo para reconhecer a vitória dos Soviéticos na Guerra da Grande Pátria. O arrogante Ocidente e alguns países da Europa que insistem em críticar a Rússia pela sua política de "terra arrasada" imposta por Stálin. Acontece que ninguém se pergunta o quanto a própria Europa e a União Soviética sofreram nas mãos do III Reich, em Stalingrado foram mortos 3 milhões de russos.
Portanto as críticas feitas para a Rússia (na maioria pelos EUA) não devem ser levadas em consideração ao grande serviço que este país fez a humanidade, mas temos um outro problema: o Ocidente está esquecendo a história! A política dos EUA e seus aliados no Oriente Médio é semelhante a de Himmler, Rommel e outros.
Devemos estar atentos as atrocidades cometidos pelos fundamentalistas americanos em nome da liberdade (só não se sabe que liberdade é essa que despejam uma bomba de 500 kg em casas de civis). A corrida armamentista, infelizmente, está de volta. Será que mais uma vez a Rússia terá que salvar o mundo?!! "
Via Pravda

| O Exército Vermelho dos Operários e Camponeses (1918-1948), sucedeu ao exército regular cuja existência vinha dos tempos dos czares. Foi constituído, já em plena Guerra Civil, quando a Rússia (URSS a partir de Setembro de 1922) ainda se achava em estado de guerra com a Alemanha. Depois da paz de Brest-Litovsk e, até 1922, sustentou quatro anos de rudes batalhas nas frentes ucraniana, do Don, do Cáucaso e do Extremo-Oriente, defendendo a Revolução e o futuro contra as forças do passado que os exércitos «brancos» (Koltchak, Denikine, Vrangel), representavam. As formações militares contra-revolucionárias tinham o apoio directo e indirecto dos países imperialistas. Mas as grandes operações militares a que a Guerra Civil deu lugar, originaram o aparecimento de chefes militares bolcheviques cujos nomes o mundo se viu obrigado a reter – Vorochilov, Budienni, Tukachevski. O desenvolvimento das hostilidades conduziu a que o Exército Vermelho aprofundasse o espírito que era próprio dos seus quadros e a ideologia que o Partido advogava. Mas o organizador inicial da máquina militar que em 1945 seria a mais poderosa do mundo, foi Trotski, comissário soviético para a Guerra de 1918 a 1924. Em 1925, Trotski seria substituído no comando supremo do Exército Vermelho por Mikhail Frunze, um veterano bolchevique com grande envolvimento na área militar. Em termos de acção histórica, o Exército Vermelho não sofre comparações. Mas pode aceitar-se que outros, como o Exército de Novo Modelo criado por Cromwell (guerra civil inglesa), o Exército de Itália (Bonaparte) e a «Grande Armée» napoleónica, também apelaram, nas suas próprias condições, às massas populares cujos interesses diziam defender. A integração de quadros resolveu-se com a chamada ao efectivo de 40 000 oficiais e 200 000 sargentos e praças oriundos do exército anterior. Mais tarde, a criação das academias de onde sairiam os grandes chefes militares que levariam o Exército Vermelho à vitória na 2.ª Guerra Mundial, proporcionou o aparecimento de pessoal para o futuro. Não só se formavam quadros segundo as teorias militares alemãs, de Clausewitz, que Lenine apreciava, como se integravam os estudos do marxismo-leninismo nessa formação. Nestes termos, a qualidade dirigente do Partido sobre os simples comandos militares administrativos ou operacionais seria garantida quando se decidiu a colocação de comissários políticos em todas as estruturas de comando e a todos os níveis. A Vitória dos Vermelhos na Guerra Civil A 7 de Novembro de 1920, um domingo, quando se celebrava o terceiro aniversário da Revolução de Outubro, o jornal Pravda escrevia: «Durante três anos, a República dos Sovietes viveu e lutou com o martelo, a foice e a espingarda nas mãos. Por três anos, esfomeado e frio, envolvido numa guerra de loucura, o trabalhador soviético caminhou de vitória em vitória. Soube esperar pela desintegração e morte dos seus inimigos. Agora, é necessário não encolher os ombros perante as derradeiras dificuldades. Avante! A vitória final está próxima!» Nessa mesma noite, as tropas do Exército Vermelho iniciavam o ataque decisivo contra Vrangel em Perekop. Uma semana depois, Frunze, enviava da Crimeia um telegrama jubilante cujo conteúdo era o seguinte: «As unidades do Exército Vermelho entraram hoje em Sebastopol. Através de golpes poderosos os nossos regimentos conseguiram, finalmenete, esmagar a contra-revolução no Sul da Rússia. O torturado país tem, agora, uma oportunidade única para curar as feridas que lhe foram infligidas pelos imperialistas durante estas guerras civis.» Na verdade, as diabólicas forças do fascismo e do capitalismo internacional foram derrotadas e expulsas do território soviético. A luta terrível que se vivera em anos de sofrimento e desespero estava ganha. O poder soviético, criado três anos antes, sobrevivia e marchava para o futuro. Os comunistas tinham esmagado a contra-revolução! Berzarin ao assalto do Reichstag A batalha pela conquista de Berlim atingira o seu ponto decisivo em fins de Abril de 1945. Prisioneiros de guerra nazis não evitavam confessar aquilo que os seus chefes tinham revelado: «Nunca deixaremos os russsos capturarem a nossa capital! Se a cidade tiver de ser entregue, sê-lo-á só aos americanos!». Mas as tropas dos Estados Unidos estavam longe. Pelo contrário, o coronel-general Nikolai Berzarin (1904-1945) entrara na capital do Reich à frente de numerosas divisões do Exército Vermelho. O avanço em direcção ao Reichstag fora doloroso devido ao elevado número de baixas sofridas. Mas, agora, o majestoso edíficio de altas escadarias e colunas de onde a voz do povo germânico se ouvira em tempos mais favoráveis, era uma ruína. Os incessantes bombardeamentos da artilharia soviética tinham-no desfigurado. Era essencial, entretanto, entrar lá e conquistá-lo. Então, o feroz conflito que fizera perder a vida a 20 milhões de cidadãos e cidadãs da URSS, terminaria. Não antes! Estamos a 30 de Abril. Tropas soviéticas lutam casa a casa, bloco a bloco. Comandam-nas os generais do Exército Vermelho, Kuznetsov, Berzarin, Bogdanov, Katukov e Chuikov. São filhos dos homens novos soviéticos e das academias militares criadas durante a Guerra Civil. Agora, estão no centro de Berlim, no coração da Europa, à janela do mundo. Às 14.25, o 3.º Exército de Tropas de Choque entra, efectivamente, no edifício do Reichstag. A defesa nazi compreendia unidades SS com 6000 homens, equipadas com tanques, canhões de assalto e forte artilharia. O assalto geral foi levado a cabo pelo 79.º Corpo de Atiradores e pelo 3.º Exército de Tropas de Choque que incorporava a 3.ª Brigada de Tanques. O Corpo de Atiradores era comandado por Semyon Perevertkin, um activo participante na batalha de Moscovo, em 1941, e Herói da União Soviética. Mas, apesar de já estarem ocupados os andares inferiores do edifício, a verdade é que a guarnição inimiga continuava a resistir nos pisos superiores. Às seis da tarde, o comando soviético (Jukov e Berzarin) tomou a decisão de levar à prática uma nova onda de ataques, de modo a que a histórica batalha pelo Reichstag chegasse ao fim. Unidades das 150.ª e 171.ª divisões de atiradores lançaram-se contra o objectivo e começaram a ocupar os pisos onde a resistência alemã, finalmente, claudicava. Às 09.50, o sargento Yegorov e o furriel miliciano, Kantaria, subiam ao telhado do edifício conquistado e, com toda a cidade de Berlim aos pés, içavam a vitoriosa bandeira da URSS e a vitória consumava-se. Stalin: «O filho da mãe suicidou-se!» Quatro horas da manhã de 1 de Maio. O general Chuikov, o herói que defendera a fábrica de tractores em Stalinegrado, telefona a Jukov com a informação de que, segundo o general nazi, Krebs, a morte de Adolf Hitler podia ser confirmada. Krebs possuia uma carta assinada por Goebbels autorizando-o a informar os chefes soviéticos do suicídio do Fuhrer e achava-se de posse, igualmente, do testamento deste. Face ao que estava a acontecer, Jukov entendeu competir-lhe informar Stalin, em Moscovo. Este encontrava-se na residência de Verão. O general de serviço mostrou-se relutante em acordar o dirigente principal da URSS. «O camarada Stalin já está deitado. A estas horas...» Mas Jukov insistiu: «Faça o obséquio de acordá-lo. O assunto é urgente e não pode esperar pela manhã.» O Comandante Supremo surgiu ao telefone. Jukov informou-o do suicídio de Hitler e da carta de Goebbels, que também se suicidara. Stalin fez um compasso de espera. Depois, disse: «Então, camarada Jukov, o filho da mãe suicidou-se. Pena, pena que o não tivessemos capturado vivo. Onde está o corpo?» Jukov respondeu esclarecendo que os corpos de Hitler e Eva Braun tinham sido queimados. Stalin, reagiu: «Se assim é, diga ao Sokolovski que não entraremos em quaisquer negociações a menos que aceitem uma rendição incondicional. E, já agora, se nada de especial acontecer, faça-me o favor de não voltar a telefonar até ao meio-dia. Também preciso de algum descanso antes da parada do 1.º de Maio». Via Avante Testemunhos: É difícil dizer como me sinto ao ler o que li (e que já tinha lido no Avante) no Ourémblog! Talvez comovido seja a palavra certa... se há palavras certas! Até porque, com 9 anos de idade, lembro-me de ter andado nas ruas (do sol ao rato e no largo do rato) sem perceber muito bem oi que se passava, mas sabendo o suficiente para saber que era o fim da guerra, a paz, a amizade entre os homens, as massas (sim! as massas) a festejarem e eu, cachopo, a fazer parte delas (sim!, das massas). E bandeiras veremelhas sem qualquer símbolo, e paus nus de bandeira que (sei hoje) simbolizavam as bandeiras que não havia ou não se podiam mostrar mas que estavam hasteadas em Berlim libertada. Um grande abraço no tamanho de todos que o queira receber... e do futuro que é maior que todos nós que somos e fomos. Desculpem os erros... mas foi mesmo a comoção! Repito o final sem erros: E bandeiras vermelhas sem qualquer símbolo, e paus nús de bandeiras, que (sei hoje) simbolizavam as bandeiras que não havia ou que não se podiam mostrar mas que estava uma hasteada em Berlim libertada. Um grande abraço do tamanho de todos que o queiram receber... e do futuro que é maior que todos nós que somos e fomos. Sérgio Ribeiro |
Autoridade Palestina acusa Exército israelense
RAMALLAHA, Cisjordânia, 5 mai (AFP) - A Autoridade Palestina denunciou nesta quarta-feira que a morte de dois jovens palestinos, atingidos por tiros do Exército israelense na Cisjordânia na quarta-feira, foi um "crime deliberado" e acusou Israel de tentar sabotar a trégua informal vigente.
"Este crime deliberado que constitui a morte de dois jovens em Beit Liqyah é uma tentativa de sabotar a trégua e provocar reações palestinas", afirma um porta-voz em um comunicado.
Os líderes palestinos Mahmud Abbas e israelense Ariel Sharon proclamaram o fim de mais de quatro anos de violência em uma reunião de cúpula em Sharm el-Sheikh, no Egito, no dia 8 de fevereiro.
Abbas havia obtido no final de janeiro um compromisso dos principais grupos armados palestinos de respeito a uma trégua informal.
Uday Asri e Jamal Asri, de 16 e 17 anos, respectivamente, morreram durante confrontos entre jovens palestinos que lançavam pedras e soldados israelenses que abriram fogo no povoado de Beit Liquieh, ao sudoeste de Ramallah.
O porta-voz palestino pediu ao Quarteto, integrado por Estados Unidos, ONU, Rússia e Unión Européia, que "atue imediatamente para que cessem as agressões e impedir a deterioração da situação".
Via France Press
"Este crime deliberado que constitui a morte de dois jovens em Beit Liqyah é uma tentativa de sabotar a trégua e provocar reações palestinas", afirma um porta-voz em um comunicado.
Os líderes palestinos Mahmud Abbas e israelense Ariel Sharon proclamaram o fim de mais de quatro anos de violência em uma reunião de cúpula em Sharm el-Sheikh, no Egito, no dia 8 de fevereiro.
Abbas havia obtido no final de janeiro um compromisso dos principais grupos armados palestinos de respeito a uma trégua informal.
Uday Asri e Jamal Asri, de 16 e 17 anos, respectivamente, morreram durante confrontos entre jovens palestinos que lançavam pedras e soldados israelenses que abriram fogo no povoado de Beit Liquieh, ao sudoeste de Ramallah.
O porta-voz palestino pediu ao Quarteto, integrado por Estados Unidos, ONU, Rússia e Unión Européia, que "atue imediatamente para que cessem as agressões e impedir a deterioração da situação".
Via France Press
Explosão diante do consulado britânico em Nova York
WASHINGTON, 5 mai (AFP) - Uma explosão, que não deixou vítimas, foi registrada na manhã desta quinta-feira diante do edifício que abriga o consulado britânico em Nova York, informou a rede de televisão americana CNN.
A explosão aconteceu às 3h35 locais (4h35 de Brasília) e a polícia está investigando as causas, acrescentou a CNN.
Um porta-voz da polícia informou que a explosão aconteceu em frente ao prédio de 21 andares e destruiu os vidros de algumas janelas.
Ele acrescentou que a explosão não causou vítimas nem danos e não confirmou se os ocupantes do edifício foram evacuados.
O incidente acontece no dia das eleições legislativas britânicas.
Via France Press
A explosão aconteceu às 3h35 locais (4h35 de Brasília) e a polícia está investigando as causas, acrescentou a CNN.
Um porta-voz da polícia informou que a explosão aconteceu em frente ao prédio de 21 andares e destruiu os vidros de algumas janelas.
Ele acrescentou que a explosão não causou vítimas nem danos e não confirmou se os ocupantes do edifício foram evacuados.
O incidente acontece no dia das eleições legislativas britânicas.
Via France Press
Soldados dos EUA são responsáveis pela morte de Calipari, afirma Berlusconi
ROMA, 5 mai (AFP) - Os militares americanos têm uma responsabilidade na morte do agente secreto italiano Nicola Calipari, que faleceu no dia 4 de março em Bagdá, afirmou o primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi.
Em um discurso na Câmara dos Deputados, Berlusconi também declarou que uma eventual retirada das tropas italianas do Iraque acontecerá apenas de maneira combinada com os aliados.
Nicola Calipari morreu no dia 4 de março em Bagdá ao ser atingido pelos tiros de soldados americanos quando acompanhava ao aeroporto da cidade a jornalista Giuliana Sgrena, que acabara de ser libertada depois de um mês de seqüestro na capital iraquiana.
Berlusconi destacou que as divergências entre as versões americana e italiana do incidente são "inconciliáveis".
Ao falar sobre a morte de Calipari, o chefe de Governo italiano disse que a "ausência de vontade (dos soldados americanos) não exclui sua responsabilidade".
"Porém, a amizade entre Itália e Estados Unidos não pode ser questionada", garantiu.
Berlusconi destacou as irregularidades cometidas pela patrulha americana, cujo posto de controle "não estava registrado" e carecia de "instruções precisas".
"Quero dissipar um possível mal-entendido: não há nenhuma relação entre o homicídio de Calipari e a missão de nosso país no Iraque", afirmou o premier.
"A Itália está presente no Iraque em conformidade com uma resolução do Conselho de Segurança da ONU", acrescentou Silvio Berlusconi.
Quase 3.000 militares do país estão em Nasiriyah, sul do Iraque, desde junho de 2003.
O chefe de Governo explicou aos deputados as divergências entre Roma e Washington na investigação sobre as circunstâncias que provocaram a morte do comandante da missão dos serviços secretos italianos no Iraque.
Uma comissão de inquérito italo-americana foi criada para elaborar um relatório comum. Na semana passada os dois lados reconheceram suas divergências.
Um dos líderes da oposição italiana pediu nesta quinta-feira que o governo americano peça desculpas pela morte de Calipari.
Via France Press
Em um discurso na Câmara dos Deputados, Berlusconi também declarou que uma eventual retirada das tropas italianas do Iraque acontecerá apenas de maneira combinada com os aliados.
Nicola Calipari morreu no dia 4 de março em Bagdá ao ser atingido pelos tiros de soldados americanos quando acompanhava ao aeroporto da cidade a jornalista Giuliana Sgrena, que acabara de ser libertada depois de um mês de seqüestro na capital iraquiana.
Berlusconi destacou que as divergências entre as versões americana e italiana do incidente são "inconciliáveis".
Ao falar sobre a morte de Calipari, o chefe de Governo italiano disse que a "ausência de vontade (dos soldados americanos) não exclui sua responsabilidade".
"Porém, a amizade entre Itália e Estados Unidos não pode ser questionada", garantiu.
Berlusconi destacou as irregularidades cometidas pela patrulha americana, cujo posto de controle "não estava registrado" e carecia de "instruções precisas".
"Quero dissipar um possível mal-entendido: não há nenhuma relação entre o homicídio de Calipari e a missão de nosso país no Iraque", afirmou o premier.
"A Itália está presente no Iraque em conformidade com uma resolução do Conselho de Segurança da ONU", acrescentou Silvio Berlusconi.
Quase 3.000 militares do país estão em Nasiriyah, sul do Iraque, desde junho de 2003.
O chefe de Governo explicou aos deputados as divergências entre Roma e Washington na investigação sobre as circunstâncias que provocaram a morte do comandante da missão dos serviços secretos italianos no Iraque.
Uma comissão de inquérito italo-americana foi criada para elaborar um relatório comum. Na semana passada os dois lados reconheceram suas divergências.
Um dos líderes da oposição italiana pediu nesta quinta-feira que o governo americano peça desculpas pela morte de Calipari.
Via France Press
Quarta-feira, Maio 04, 2005
Al-Qaeda anuncia violentos combates em Ramadi
DUBAI, 4 mai (AFP) - O grupo do jordaniano Abu Mussab al-Zarqawi, líder da rede terrorista Al-Qaeda no Iraque, anunciou violentos combates em Ramadi, ao oeste de Bagdá, entre seus militantes e as tropas americanas e iraquianas, segundo um comunicado divulgado nesta quarta-feira.
"Desde terça-feira, os leões da Jihad da Organização Al-Qaeda na Mesopotâmia participam dos combates de honra na cidade de Ramadi contra os cruzados, inimigos de Alá, e seus agentes da Guarda Nacional, os apóstatas", afirma o texto, cuja autenticidade não pôde ser comprovada.
"Os mujahedines não abandonarão as armas e continuarão os combates até a instauração da sharia (lei islâmica) no país", acrescenta a nota.
O Exército americano informou que 15 pessoas, incluindo 12 rebeldes, morreram em confrontos em um ponto de controle iraquiano-americano perto de Ramadi, capital da província rebelde de Al-anbar.
Via France Press
"Desde terça-feira, os leões da Jihad da Organização Al-Qaeda na Mesopotâmia participam dos combates de honra na cidade de Ramadi contra os cruzados, inimigos de Alá, e seus agentes da Guarda Nacional, os apóstatas", afirma o texto, cuja autenticidade não pôde ser comprovada.
"Os mujahedines não abandonarão as armas e continuarão os combates até a instauração da sharia (lei islâmica) no país", acrescenta a nota.
O Exército americano informou que 15 pessoas, incluindo 12 rebeldes, morreram em confrontos em um ponto de controle iraquiano-americano perto de Ramadi, capital da província rebelde de Al-anbar.
Via France Press
Dois soldados americanos mortos em Bagdá
BAGDÁ, 4 mai (AFP) - Dois soldados americanos morreram na terça-feira em dois ataques contra seus comboios na zona sudoeste de Bagdá, informou o Exército dos Estados Unidos em um comunicado.
"Dois soldados da Força Tarefa Bagdá foram mortos quando seus veículos foram atingidos pela explosão de bombas instaladas à margem da estrada. Os dois incidentes isolados aconteceram no dia 3 de maio", afirma a nota militar.
A Força Tarefa Bagdá é responsável pela segurança na capital iraquiana e sua região.
Segundo um balanço do Pentágono, 1.583 militares americanos morreram no Iraque em ações de combate ou acidentes desde a invasão do país, há mais de dois anos.
Via France Press
"Dois soldados da Força Tarefa Bagdá foram mortos quando seus veículos foram atingidos pela explosão de bombas instaladas à margem da estrada. Os dois incidentes isolados aconteceram no dia 3 de maio", afirma a nota militar.
A Força Tarefa Bagdá é responsável pela segurança na capital iraquiana e sua região.
Segundo um balanço do Pentágono, 1.583 militares americanos morreram no Iraque em ações de combate ou acidentes desde a invasão do país, há mais de dois anos.
Via France Press
Outro sobrinho de Saddam Hussein preso no Iraque
BAGDÁ, 4 mai (AFP) - Um sobrinho do ditador iraquiano Saddam Hussein, Ayman Sabaui, acusado de financiar as ações rebeldes, foi preso perto de Tikrit, ao norte de Bagdá, anunciou o governo iraquiano.
"Ayman Sabaui, filho de Sabaui Ibrahim al-Tikriti, meio-irmão de Saddam Hussein, foi preso pelas forças de segurança em uma operação executada ao norte de Tikrit", afirma um comunicado.
No dia 10 de abril, o governo informou que havia detido outro sobrinho do ex-presidente, Ibrahim Sabaui, irmão de Ayman Sabaui. Ele foi preso perto da fronteira com a Síria.
Via France Press
"Ayman Sabaui, filho de Sabaui Ibrahim al-Tikriti, meio-irmão de Saddam Hussein, foi preso pelas forças de segurança em uma operação executada ao norte de Tikrit", afirma um comunicado.
No dia 10 de abril, o governo informou que havia detido outro sobrinho do ex-presidente, Ibrahim Sabaui, irmão de Ayman Sabaui. Ele foi preso perto da fronteira com a Síria.
Via France Press
Partido separatista de Taiwan processa Lie Chan por traição
TAIPÉ, 4 mai (AFP) - A União Taiwanesa pela Solidariedadeseparatista) entrou com uma ação na justiça esta quarta-feira contra o acordo de abertura estabelecido entre a China e o líder da oposição taiwanesa, Lie Chan, durante sua histórica viagem a Pequim.
"O processamos por ter traído seu país e seus compatriotas", explicou o porta-voz do TSU, Chen Chien-ming.
"O fato de Lien ter estabelecido um acordo com o presidente chinês Hu Jintao em Pequim viola o artigo 113 do Código Penal", afirmou. O artigo estipula que qualquer acordo assinado com uma potência estrangeira deve ser previamente aprovado pelo governo de Taipé.
O acordo, que confirma a oposição de Lien e Hu à independência de Taiwan, foi assinado durante a primeira visita a Pequim em mais de meio século de um presidente do Kuomintang (KMT), partido favorável a uma aproximação com a China comunista.
A viagem de grande significado simbólico provocou a revolta do campo independentista taiwanês, apesar do presidente Chen Shui-bian ter considerado que a visita poderia ajudar em futuras conversações diretas entre os dois governos.
Via France Press
"O processamos por ter traído seu país e seus compatriotas", explicou o porta-voz do TSU, Chen Chien-ming.
"O fato de Lien ter estabelecido um acordo com o presidente chinês Hu Jintao em Pequim viola o artigo 113 do Código Penal", afirmou. O artigo estipula que qualquer acordo assinado com uma potência estrangeira deve ser previamente aprovado pelo governo de Taipé.
O acordo, que confirma a oposição de Lien e Hu à independência de Taiwan, foi assinado durante a primeira visita a Pequim em mais de meio século de um presidente do Kuomintang (KMT), partido favorável a uma aproximação com a China comunista.
A viagem de grande significado simbólico provocou a revolta do campo independentista taiwanês, apesar do presidente Chen Shui-bian ter considerado que a visita poderia ajudar em futuras conversações diretas entre os dois governos.
Via France Press
Terça-feira, Maio 03, 2005
Iraque: carta destinada a Zarqawi é interceptada
BAGDÁ, 3 maio (AFP) - Uma carta destinada ao chefe da rede terrorista Al-Qaeda no Iraque, Abu Mussab al-Zarqawi, que denuncia chefes incompetentes no grupo e a baixa do moral dos combatentes, foi interceptada recentemente em Bagdá, informou nesta terça-feira o Exército americano. Uma carta destinada ao chefe da rede terrorista Al-Qaeda no Iraque, Abu Mussab al-Zarqawi, que denuncia chefes incompetentes no grupo e a baixa do moral dos combatentes, foi interceptada recentemente em Bagdá, informou nesta terça-feira o Exército americano.
"Temos chefes que não são capazes de serem bons chefes. Não os estamos acusando sem razão, foram colocados à prova e descobrimos que são incompetentes", afirma um assessor do islamita jordaniano, considerado o inimigo número um dos Estados Unidos no Iraque."Temos chefes que não são capazes de serem bons chefes. Não os estamos acusando sem razão, foram colocados à prova e descobrimos que são incompetentes", afirma um assessor do islamita jordaniano, considerado o inimigo número um dos Estados Unidos no Iraque.
"O moral nas fileiras está baixo e os mujahedines se dividiram devido à ação de alguns chefes (...) Cometemos grandes erros e alguns dos nossos se sentem abandonados", acrescenta na carta um homem que se apresenta como Abu Qassem al Yemeni al Qusaymi."O moral nas fileiras está baixo e os mujahedines se dividiram devido à ação de alguns chefes (...) Cometemos grandes erros e alguns dos nossos se sentem abandonados", acrescenta na carta um homem que se apresenta como Abu Qassem al Yemeni al Qusaymi.
Esta carta, datada no dia 27 de abril, com tradução realizada pelo Exército americano, foi obtida durante um ataque americano no dia 28 de abril contra uma célula da rede em Bagdá, na qual cinco suspeitos de terrorismo morreram e outros três foram detidos.Esta carta, datada no dia 27 de abril, com tradução realizada pelo Exército americano, foi obtida durante um ataque americano no dia 28 de abril contra uma célula da rede em Bagdá, na qual cinco suspeitos de terrorismo morreram e outros três foram detidos.
Este assistente lembra a época da batalha de Fallujah, em novembro do ano passado, quando Zarqawi tinha o costume de visitar suas tropas e pede que o chefe continue a Jihad, a guerra santa.Este assistente lembra a época da batalha de Fallujah, em novembro do ano passado, quando Zarqawi tinha o costume de visitar suas tropas e pede que o chefe continue a Jihad, a guerra santa.
Segundo o Exército, junto com a carta foi obtido um documento com uma lista de possíveis alvos, lugares de atentados e seqüestros, assim como documentação falsa e armas.Segundo o Exército, junto com a carta foi obtido um documento com uma lista de possíveis alvos, lugares de atentados e seqüestros, assim como documentação falsa e armas.
A divulgação desta carta acontece em um momento em que a violência aumenta no Iraque, em pleno período de formação do governo do xiita Ibrahim al-Khaafari.A divulgação desta carta acontece em um momento em que a violência aumenta no Iraque, em pleno período de formação do governo do xiita Ibrahim al-Khaafari.
O grupo de Zarqawi reivindicou vários atentados, seqüestros e assassinatos no Iraque, depois da queda do regime de Saddam Hussein em abril de 2003.O grupo de Zarqawi reivindicou vários atentados, seqüestros e assassinatos no Iraque, depois da queda do regime de Saddam Hussein em abril de 2003.
Via France Press
"Temos chefes que não são capazes de serem bons chefes. Não os estamos acusando sem razão, foram colocados à prova e descobrimos que são incompetentes", afirma um assessor do islamita jordaniano, considerado o inimigo número um dos Estados Unidos no Iraque."Temos chefes que não são capazes de serem bons chefes. Não os estamos acusando sem razão, foram colocados à prova e descobrimos que são incompetentes", afirma um assessor do islamita jordaniano, considerado o inimigo número um dos Estados Unidos no Iraque.
"O moral nas fileiras está baixo e os mujahedines se dividiram devido à ação de alguns chefes (...) Cometemos grandes erros e alguns dos nossos se sentem abandonados", acrescenta na carta um homem que se apresenta como Abu Qassem al Yemeni al Qusaymi."O moral nas fileiras está baixo e os mujahedines se dividiram devido à ação de alguns chefes (...) Cometemos grandes erros e alguns dos nossos se sentem abandonados", acrescenta na carta um homem que se apresenta como Abu Qassem al Yemeni al Qusaymi.
Esta carta, datada no dia 27 de abril, com tradução realizada pelo Exército americano, foi obtida durante um ataque americano no dia 28 de abril contra uma célula da rede em Bagdá, na qual cinco suspeitos de terrorismo morreram e outros três foram detidos.Esta carta, datada no dia 27 de abril, com tradução realizada pelo Exército americano, foi obtida durante um ataque americano no dia 28 de abril contra uma célula da rede em Bagdá, na qual cinco suspeitos de terrorismo morreram e outros três foram detidos.
Este assistente lembra a época da batalha de Fallujah, em novembro do ano passado, quando Zarqawi tinha o costume de visitar suas tropas e pede que o chefe continue a Jihad, a guerra santa.Este assistente lembra a época da batalha de Fallujah, em novembro do ano passado, quando Zarqawi tinha o costume de visitar suas tropas e pede que o chefe continue a Jihad, a guerra santa.
Segundo o Exército, junto com a carta foi obtido um documento com uma lista de possíveis alvos, lugares de atentados e seqüestros, assim como documentação falsa e armas.Segundo o Exército, junto com a carta foi obtido um documento com uma lista de possíveis alvos, lugares de atentados e seqüestros, assim como documentação falsa e armas.
A divulgação desta carta acontece em um momento em que a violência aumenta no Iraque, em pleno período de formação do governo do xiita Ibrahim al-Khaafari.A divulgação desta carta acontece em um momento em que a violência aumenta no Iraque, em pleno período de formação do governo do xiita Ibrahim al-Khaafari.
O grupo de Zarqawi reivindicou vários atentados, seqüestros e assassinatos no Iraque, depois da queda do regime de Saddam Hussein em abril de 2003.O grupo de Zarqawi reivindicou vários atentados, seqüestros e assassinatos no Iraque, depois da queda do regime de Saddam Hussein em abril de 2003.
Via France Press





