Quinta-feira, Março 31, 2005
O Espaço
Por vezes dou comigo a pensar que A Grande Fauna está a ficar pequena. Pequena para a informação que me dá vontade de postar aqui, rapidamente os posts começam a ficar lá embaixo.
Será que tenho assim tantas coisas para transmitir?
Gostava que este blog fosse um dois em um, ou seja poder postar à vontade sem receio que os visitantes deste blog percam a informação, quem vai ao Arquivo de um blog?
Quem gosta de abrir um blog que demora "3 horas" a abrir?
São problemáticas às quais terei de responder, gostava também de abrir A Grande Fauna a outras pessoas, vizinhos da blogosfera, amigos que fossem de vez em quando ou não participando neste blog...
Ando a pensar, vamos ver o que vai acontecer...
Irá nascer outra Fauna?
Será que tenho assim tantas coisas para transmitir?
Gostava que este blog fosse um dois em um, ou seja poder postar à vontade sem receio que os visitantes deste blog percam a informação, quem vai ao Arquivo de um blog?
Quem gosta de abrir um blog que demora "3 horas" a abrir?
São problemáticas às quais terei de responder, gostava também de abrir A Grande Fauna a outras pessoas, vizinhos da blogosfera, amigos que fossem de vez em quando ou não participando neste blog...
Ando a pensar, vamos ver o que vai acontecer...
Irá nascer outra Fauna?
Namíbia IV
ESTA FOTO FOI REMOVIDA POR EXIGÊNCIA E AMEAÇA JUDICIAL DE ADAM SILVERMAN DO SITE TREKEARTH.
O MESMO QUE ME BANIU COMO MEMBRO DO TREKEARTH SEM MOTIVO, UMA ATITUDE TIPICA DE ALGUNS AMERICANOS.
A DEMOCRACIA DA DITADURA E DA INTORELÂNCIA.
O MESMO QUE ME BANIU COMO MEMBRO DO TREKEARTH SEM MOTIVO, UMA ATITUDE TIPICA DE ALGUNS AMERICANOS.
A DEMOCRACIA DA DITADURA E DA INTORELÂNCIA.
Madagáscar
ESTA FOTO FOI REMOVIDA POR EXIGÊNCIA E AMEAÇA JUDICIAL DE ADAM SILVERMAN DO SITE TREKEARTH.
O MESMO QUE ME BANIU COMO MEMBRO DO TREKEARTH SEM MOTIVO, UMA ATITUDE TIPICA DE ALGUNS AMERICANOS.
A DEMOCRACIA DA DITADURA E DA INTORELÂNCIA.
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A DEMOCRACIA DA DITADURA E DA INTORELÂNCIA.
Road to Isalo - Madagáscar
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O MESMO QUE ME BANIU COMO MEMBRO DO TREKEARTH SEM MOTIVO, UMA ATITUDE TIPICA DE ALGUNS AMERICANOS.
A DEMOCRACIA DA DITADURA E DA INTORELÂNCIA.
O MESMO QUE ME BANIU COMO MEMBRO DO TREKEARTH SEM MOTIVO, UMA ATITUDE TIPICA DE ALGUNS AMERICANOS.
A DEMOCRACIA DA DITADURA E DA INTORELÂNCIA.
Namíbia III
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A DEMOCRACIA DA DITADURA E DA INTORELÂNCIA.
O MESMO QUE ME BANIU COMO MEMBRO DO TREKEARTH SEM MOTIVO, UMA ATITUDE TIPICA DE ALGUNS AMERICANOS.
A DEMOCRACIA DA DITADURA E DA INTORELÂNCIA.
Namíbia II
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O MESMO QUE ME BANIU COMO MEMBRO DO TREKEARTH SEM MOTIVO, UMA ATITUDE TIPICA DE ALGUNS AMERICANOS.
A DEMOCRACIA DA DITADURA E DA INTORELÂNCIA.
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A DEMOCRACIA DA DITADURA E DA INTORELÂNCIA.
Mar Vermelho - Hurghada - Egipto II
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A DEMOCRACIA DA DITADURA E DA INTORELÂNCIA.
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Namíbia
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O MESMO QUE ME BANIU COMO MEMBRO DO TREKEARTH SEM MOTIVO, UMA ATITUDE TIPICA DE ALGUNS AMERICANOS.
A DEMOCRACIA DA DITADURA E DA INTORELÂNCIA.
O MESMO QUE ME BANIU COMO MEMBRO DO TREKEARTH SEM MOTIVO, UMA ATITUDE TIPICA DE ALGUNS AMERICANOS.
A DEMOCRACIA DA DITADURA E DA INTORELÂNCIA.
Mar Vermelho - Hurghada - Egipto
ESTA FOTO FOI REMOVIDA POR EXIGÊNCIA E AMEAÇA JUDICIAL DE ADAM SILVERMAN DO SITE TREKEARTH.
O MESMO QUE ME BANIU COMO MEMBRO DO TREKEARTH SEM MOTIVO, UMA ATITUDE TIPICA DE ALGUNS AMERICANOS.
A DEMOCRACIA DA DITADURA E DA INTORELÂNCIA.
O MESMO QUE ME BANIU COMO MEMBRO DO TREKEARTH SEM MOTIVO, UMA ATITUDE TIPICA DE ALGUNS AMERICANOS.
A DEMOCRACIA DA DITADURA E DA INTORELÂNCIA.
Egipto
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O MESMO QUE ME BANIU COMO MEMBRO DO TREKEARTH SEM MOTIVO, UMA ATITUDE TIPICA DE ALGUNS AMERICANOS.
A DEMOCRACIA DA DITADURA E DA INTORELÂNCIA.
O MESMO QUE ME BANIU COMO MEMBRO DO TREKEARTH SEM MOTIVO, UMA ATITUDE TIPICA DE ALGUNS AMERICANOS.
A DEMOCRACIA DA DITADURA E DA INTORELÂNCIA.
Caso alguém esteja interessado, não é Xana?
Historically, Scotland has always been a popular destination for those seeking a truly romantic setting in which to make their wedding vows and several recent high profile weddings have served to highlight the reputation of Scotland as a great place to tie the knot. As a country, Scotland is famous for its beautiful and unspoilt scenery, its distinctive culture and its dramatic history. In addition it is renowned for the high standard of its cuisine and the quality of its accommodation which ranges from bed and breakfasts to magnificent castles. Perhaps most importantly though, Scotland is famed for its hospitality and the genuine warmth of its people.
So, whether you are planning to 'run away' to Gretna for a small intimate wedding or to do something on a much larger scale, be it in a hotel or castle or even on a canal boat, Scotland offers endless possibilities to make that special day truly memorable.
Para mais informações
So, whether you are planning to 'run away' to Gretna for a small intimate wedding or to do something on a much larger scale, be it in a hotel or castle or even on a canal boat, Scotland offers endless possibilities to make that special day truly memorable.
Para mais informações
Presidente e ex-Primeiro-Ministro disputam a presidência da República Centro-Africana
BANGUI, 31 mar (AFP) O actual chefe de Estado, François Bozizé, e o ex-Primeiro-Ministro Martin Ziguele estão no segundo turno da eleição presidencial da República Centro-Africana, anunciou nesta quinta-feira o presidente da Comissão Eleitoral Mista Independente do país (Cemi), Jean Willybiro-Sacko.
Segundo os resultados oficiais publicados nesta quinta-feira pela Cemi, Bozizé obteve 382.241 votos (42,97%) no primeiro turno, contra os 209.357 (23,53%) de Ziguele, enquanto o ex-presidente André Kolingba ficou em terceiro lugar com 145.945 (16,36%).
A Cemi, que ainda não fixou para uma data para a escolha definitiva do presidente, informou também que entre os 1.302.930 eleitores centro-africanos, 68,27% foram às urnas no primeiro turno do pleito, realizado em 13 de março.
Via France Press
Segundo os resultados oficiais publicados nesta quinta-feira pela Cemi, Bozizé obteve 382.241 votos (42,97%) no primeiro turno, contra os 209.357 (23,53%) de Ziguele, enquanto o ex-presidente André Kolingba ficou em terceiro lugar com 145.945 (16,36%).
A Cemi, que ainda não fixou para uma data para a escolha definitiva do presidente, informou também que entre os 1.302.930 eleitores centro-africanos, 68,27% foram às urnas no primeiro turno do pleito, realizado em 13 de março.
Via France Press
ONU critica a Estados Unidos por prisioneiros da luta antiterrorista
GENEBRA, 31 mar (AFP) O relator especial da Comissão de Direitos Humanos da ONU, Leandro Despouy, criticou o tratamento dado pelos Estados Unidos aos prisioneiros da luta antiterrorista, segundo um relatório divulgado nesta quinta-feira em Genebra e que será defendido em um debate na próxima segunda-feira.
O documento considera sem base jurídica a fórmula do "inimigo combatente" concebida pelos Estados Unidos para referir-se a estes prisioneiros que estão em "detenção não reconhecida".
O texto afirma que normas estão sendo violadas, como o julgamento imparcial e a presunção de inocência, além da garantia inalienável de que ninguém deve ser torturado sob nenhuma circunstância.
A este respeito, Despouy manifesta sua preocupação com os 550 presos na base de Guantánamo, "que não tem acesso a um advogado, não são submetidos a julgamento e não tem o direito a receber visitas de seus familiares".
Despouy acrescenta que para diversas organizações de direitos humanos e juristas dos Estados unidos, os casos dessas pessoas seriam equivalentes ao de pessoas torturadas.
A respeito da libertação de 90 detentos de Guantánamo, Despouy lamentou o facto de alguns deles terem saído da prisão sem os nomes revelados.
O relator afirma que seus casos foram examinados por instâncias militares "que não preenchem o vazio jurídico no qual se encontram", pois não assistem às audiências nem consultam advogados e desconhecem as fontes das denúncias existentes contra eles.
Para Despouy os detentos mantidos sob a custódia da coaligação no Iraque e Afeganistão por seu suposto envolvimento com a al-Qaeda, estariam sendo submetidos a um regime similar ao de Guantánamo.
Além das denúncias de torturas em prisioneiros no Iraque, o relator afirma que há muitos prisioneiros que não compareceram a nenhum tribunal.
Também manifesta preocupação com detidos no Afeganistão, por falta de informações directas, já que ainda não pôde visitá-los. Também exigiu que em todos os casos se respeito o princípio de um julgamento imparcial.
Via France Press
O documento considera sem base jurídica a fórmula do "inimigo combatente" concebida pelos Estados Unidos para referir-se a estes prisioneiros que estão em "detenção não reconhecida".
O texto afirma que normas estão sendo violadas, como o julgamento imparcial e a presunção de inocência, além da garantia inalienável de que ninguém deve ser torturado sob nenhuma circunstância.
A este respeito, Despouy manifesta sua preocupação com os 550 presos na base de Guantánamo, "que não tem acesso a um advogado, não são submetidos a julgamento e não tem o direito a receber visitas de seus familiares".
Despouy acrescenta que para diversas organizações de direitos humanos e juristas dos Estados unidos, os casos dessas pessoas seriam equivalentes ao de pessoas torturadas.
A respeito da libertação de 90 detentos de Guantánamo, Despouy lamentou o facto de alguns deles terem saído da prisão sem os nomes revelados.
O relator afirma que seus casos foram examinados por instâncias militares "que não preenchem o vazio jurídico no qual se encontram", pois não assistem às audiências nem consultam advogados e desconhecem as fontes das denúncias existentes contra eles.
Para Despouy os detentos mantidos sob a custódia da coaligação no Iraque e Afeganistão por seu suposto envolvimento com a al-Qaeda, estariam sendo submetidos a um regime similar ao de Guantánamo.
Além das denúncias de torturas em prisioneiros no Iraque, o relator afirma que há muitos prisioneiros que não compareceram a nenhum tribunal.
Também manifesta preocupação com detidos no Afeganistão, por falta de informações directas, já que ainda não pôde visitá-los. Também exigiu que em todos os casos se respeito o princípio de um julgamento imparcial.
Via France Press
Os perigos da net e outros assuntos desagradáveis - Via 100Nada
Há imenso tempo que vou roendo ideias sobre várias coisas relacionadas com os blogs, em especial com os babyblogs (e já escrevi sobre isso).
Hoje, como tenho mais tempo, vou ver se consigo organizar as ideias e referir algumas mesmo desagradáveis. Não é um post que me dê gosto escrever, mas às vezes acontece e tem mesmo de ser.
A net é um sítio muito perigoso. Que não existam ilusões sobre este facto. Não é paranóia, é a verdade absolutamente nua e crua. Neste mundo virtual há a mesma dose de gente má e doida que existe no mundo real: talvez um tudo nada mais informada, mais técnica, mais abonada, mas nem por isso menos mal formada. Mais: o anonimato oferece às pessoas um alargar de limites naquilo que escrevem e que fazem - no mundo real muitas dessas coisas (as menos graves) seriam resolvidas com um par de estalos. Aqui não é possível. Nem sabemos quem são as pessoas. Mas isso é matéria para outro dia: o que está em causa neste post não são os perigos do anonimato, são os perigos da inocência.
No meio deste mundo selvagem cheio de monstros que é a net, existe esta pequena ilha de quase paz e sossego civilizado que é a blogsfera. Há umas discussões, umas pegas, umas flames, mas nada de grave comparado ao resto.
Há dois tipos de bloggers:
Continuar a ler Aqui / Via 100Nada
Hoje, como tenho mais tempo, vou ver se consigo organizar as ideias e referir algumas mesmo desagradáveis. Não é um post que me dê gosto escrever, mas às vezes acontece e tem mesmo de ser.
A net é um sítio muito perigoso. Que não existam ilusões sobre este facto. Não é paranóia, é a verdade absolutamente nua e crua. Neste mundo virtual há a mesma dose de gente má e doida que existe no mundo real: talvez um tudo nada mais informada, mais técnica, mais abonada, mas nem por isso menos mal formada. Mais: o anonimato oferece às pessoas um alargar de limites naquilo que escrevem e que fazem - no mundo real muitas dessas coisas (as menos graves) seriam resolvidas com um par de estalos. Aqui não é possível. Nem sabemos quem são as pessoas. Mas isso é matéria para outro dia: o que está em causa neste post não são os perigos do anonimato, são os perigos da inocência.
No meio deste mundo selvagem cheio de monstros que é a net, existe esta pequena ilha de quase paz e sossego civilizado que é a blogsfera. Há umas discussões, umas pegas, umas flames, mas nada de grave comparado ao resto.
Há dois tipos de bloggers:
Continuar a ler Aqui / Via 100Nada
Infinito Desejo
Ah! infinito delírio
Chamado desejo
Essa fome de afagos e beijos
Essa sede incessante de amor
Ah! essa luta de corpos
Suados
Ardentes e apaixonados
Gemendo na ânsia
De tanto se dar
Ah! de repente o tempo
Estanca
Na dor do prazer que
Explode
É a vida é a vida, é a vida
E é bem mais
E esse teu rosto sorrindo
Espelho do meu no vulcão
Da alegria
Te amo, te quero meu bem
Não me deixe jamais
Eu sinto a menina brotando
Da coisa linda que é
Ser tão mulher
A santa madura inocência
O quanto foi bom e pra
Sempre será
E o que mais importa
É manter essa chama
Até quando eu não mais
Puder
E a mim não me importa
Nem mesmo
By Maria Bethânia
Chamado desejo
Essa fome de afagos e beijos
Essa sede incessante de amor
Ah! essa luta de corpos
Suados
Ardentes e apaixonados
Gemendo na ânsia
De tanto se dar
Ah! de repente o tempo
Estanca
Na dor do prazer que
Explode
É a vida é a vida, é a vida
E é bem mais
E esse teu rosto sorrindo
Espelho do meu no vulcão
Da alegria
Te amo, te quero meu bem
Não me deixe jamais
Eu sinto a menina brotando
Da coisa linda que é
Ser tão mulher
A santa madura inocência
O quanto foi bom e pra
Sempre será
E o que mais importa
É manter essa chama
Até quando eu não mais
Puder
E a mim não me importa
Nem mesmo
By Maria Bethânia
Pessoa
Criança, era outro...
Naquele em que me tornei
Cresci e esqueci.
Tenho de meu, agora, um silêncio, uma lei.
Ganhei ou perdi ?
(Fernando Pessoa)
Via Novos Voos
Naquele em que me tornei
Cresci e esqueci.
Tenho de meu, agora, um silêncio, uma lei.
Ganhei ou perdi ?
(Fernando Pessoa)
Via Novos Voos
Thoreau's Journal: 31-Mar-1852
Methinks I would share every creature’s suffering for the sake of its experience and joy. The song sparrow and the transient fox-colored sparrow,—have they brought me no message this year? Do they go to lead heroic lives in Rupert’s Land? They are so small, I think their destinies must be large. Have I heard what this tiny passenger has to say, while it flits thus from tree to tree? Is not the coming of the fox-colored sparrow something more earnest and significant than I have dreamed of? Can I forgive myself if I let it go to Rupert’s Land before I have appreciated it? God did not make this world in jest; no, nor in indifference. These migrating sparrows all bear messages that concern my life. I do not pluck the fruits in their season. I love the birds and beasts because they are mythologically in earnest. I see that the sparrow cheeps and flits and sings adequately to the great design of the universe; that man does not communicate with it, understand its language, because he is not one with nature. I reproach myself because I have regarded with indifference the passage of the birds; I have thought them no better than I.
Via The Blog of Henry David Thoreau
Via The Blog of Henry David Thoreau
Dead Can Dance 2005 Tour

The concert tour that we have all been waiting for, just about completely sold out. Few tickets left for the Spanish and Russian concerts. At every concert you will be able to order recordings of the very concert you just heard, you can find out more about it on the message board. To see the 2005 tour dates visit the concerts page. To order the Limited-edition 2 Discs Sets go to dcddiscs or visit the Dead Can Dance site, there you can also order some very nice DCD merchandise.
Via Lisa Gerrad
Via Lisa Gerrad
Quarta-feira, Março 30, 2005
O Jorge Morais do 6 em 1 & Algo + disse: O Rio
Espero pelo amor da minha vida na beira do rio.
Uma vidente me disse que ele apareceria diante dos meus olhos,
descendo o rio,
directo aos meus braços.
Disse também que a vida dá muitas voltas e revoltas,
mas que jamais se pode perder a esperança...
Dias frios, ventanias, chuva, calor, tudo aguentei,
pela promessa de amor esperei e desesperei,
até que um dia,
descendo o rio,
ele chegou e sorriu,
e eu sorri, em resposta.
Continue a Ler Aqui
Uma vidente me disse que ele apareceria diante dos meus olhos,
descendo o rio,
directo aos meus braços.
Disse também que a vida dá muitas voltas e revoltas,
mas que jamais se pode perder a esperança...
Dias frios, ventanias, chuva, calor, tudo aguentei,
pela promessa de amor esperei e desesperei,
até que um dia,
descendo o rio,
ele chegou e sorriu,
e eu sorri, em resposta.
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Um novo Blog nasceu!
Porquê cor pura?
O raio solar, a maior expressão de luz branca, é uma síntese do espectro electromagnético. Nele estão contidas todas as cores. Como o espectro é contínuo, as cores interpenetram-se na passagem de uma para a outra, criando misturas que definem a sua composição.
Fachavor de visitar a Cor Pura!
O raio solar, a maior expressão de luz branca, é uma síntese do espectro electromagnético. Nele estão contidas todas as cores. Como o espectro é contínuo, as cores interpenetram-se na passagem de uma para a outra, criando misturas que definem a sua composição.
Fachavor de visitar a Cor Pura!
Tiradinho à sucapa do Confissões de uma alma perdida!
Meu Sonho Familiar
Tenho este sonho: existe uma mulher
Que eu não conheço e o seu carinho estende
Sobre os meus males todos, que me quer
Como eu a quero, enfim, que me compreende.
Nem um pesar, nem uma dor sequer
Sofro sem que ela o sinta: ela me entende
E a grande dor que a minha fronte pende
Com seu pranto, ela faz amortecer...
É ela morena ou loura? Eu mesmo ignoro.
Seu nome? É tão querido como o nome
Das pessoas amadas que morreram.
Olhos de estátua que um pesar consome!
Tem sua voz o timbre almo e sonoro
Das vozes caras que se emudeceram.
Paul Verlaine
Via Confissões de uma alma perdida
Tenho este sonho: existe uma mulher
Que eu não conheço e o seu carinho estende
Sobre os meus males todos, que me quer
Como eu a quero, enfim, que me compreende.
Nem um pesar, nem uma dor sequer
Sofro sem que ela o sinta: ela me entende
E a grande dor que a minha fronte pende
Com seu pranto, ela faz amortecer...
É ela morena ou loura? Eu mesmo ignoro.
Seu nome? É tão querido como o nome
Das pessoas amadas que morreram.
Olhos de estátua que um pesar consome!
Tem sua voz o timbre almo e sonoro
Das vozes caras que se emudeceram.
Paul Verlaine
Via Confissões de uma alma perdida
Morre o escritor e roteirista de cinema Michel Grisolia
PARIS, 30 mar (AFP) O escritor e roteirista de cinema Michel Grisolia, conhecido sobretudo por seus romances policiais e suas adaptações para o cinema, morreu aos 56 anos, vítima de um acidente vascular cerebral, anunciou nesta quarta-feira seu entorno, em Paris.
Autor de 30 obras, ele publicou seu primeiro livro, "L'inspecteur de la mer" em 1977, adaptado ao cinema em 1979 pelo diretor Georges Lautner, com o título de "Flic ou voyou".
Michel Grisolia participou da adaptação cinematográfica de seu romance, "Le choix des armes", publicado em 1981 e filmado no mesmo ano por Alain Corneau.
No cinema, Michel Grisolia escreveu diálogos e roteiros para vários filmes, como "Sang Neuf", de Regis Wargnier (2000), "J'embrasse pas" (1990), escrito junto com André Téchiné e Jacques Nolot, "L'Etoile du Nord", de Pierre Granier-Deferre (1982), e "Je vous aime", de Claude Berri (1980).
Grisolia compôs canções junto com Marie-Paule Belle, Régine e Demis Roussos. Também era crítico literário do semanário L'Express.
Via France Press
Autor de 30 obras, ele publicou seu primeiro livro, "L'inspecteur de la mer" em 1977, adaptado ao cinema em 1979 pelo diretor Georges Lautner, com o título de "Flic ou voyou".
Michel Grisolia participou da adaptação cinematográfica de seu romance, "Le choix des armes", publicado em 1981 e filmado no mesmo ano por Alain Corneau.
No cinema, Michel Grisolia escreveu diálogos e roteiros para vários filmes, como "Sang Neuf", de Regis Wargnier (2000), "J'embrasse pas" (1990), escrito junto com André Téchiné e Jacques Nolot, "L'Etoile du Nord", de Pierre Granier-Deferre (1982), e "Je vous aime", de Claude Berri (1980).
Grisolia compôs canções junto com Marie-Paule Belle, Régine e Demis Roussos. Também era crítico literário do semanário L'Express.
Via France Press
Mais de 3.400 militares russos mortos na Chechênia desde 1999
MOSCOVO, 30 mar (AFP) Mais de 3.400 militares russos morreram na Chechênia desde o início do segundo confronto russo-chechena lançado em 1999, de acordo com dados do Ministério da Defesa citados pela imprensa russa.
Um total de 3.419 soldados perdeu a vida neste período e 29 estão desaparecidos, de acordo com estes dados publicados pelo jornal Argumenty i Fakty.
O Ministério da Defesa, questionado pela France-Presse, não pôde confirmar os dados.
De acordo com este balanço, 28 membros das forças armadas russas morreram na Chechênia desde o início de 2005.
No ano anterior, morreram 161 homens e um está desaparecido, segundo as mesmas cifras, que correspondem às oferecidas em março do último ano pelo ministro russo da Defesa, Serguei Ivanov.
O ministro disse na época que o número de mortos estava entre 150 e 200 nesta república do Cáucaso Norte.
Em 2003, as autoridades locais registraram 299 mortos e um desaparecido. Um ano antes, 485 mortos, e em 2001, 502 e dois desaparecidos.
O ano de 2000 foi o mais mortífero para o corpo russo, com 1.397 mortos e 13 desaparecidos.
Segundo o ministério, pelo menos 30 mil soldados russos continuam posicionados na Chechênia devido à operação antiterrorista iniciada há mais de cinco ano.
Via France Press
Um total de 3.419 soldados perdeu a vida neste período e 29 estão desaparecidos, de acordo com estes dados publicados pelo jornal Argumenty i Fakty.
O Ministério da Defesa, questionado pela France-Presse, não pôde confirmar os dados.
De acordo com este balanço, 28 membros das forças armadas russas morreram na Chechênia desde o início de 2005.
No ano anterior, morreram 161 homens e um está desaparecido, segundo as mesmas cifras, que correspondem às oferecidas em março do último ano pelo ministro russo da Defesa, Serguei Ivanov.
O ministro disse na época que o número de mortos estava entre 150 e 200 nesta república do Cáucaso Norte.
Em 2003, as autoridades locais registraram 299 mortos e um desaparecido. Um ano antes, 485 mortos, e em 2001, 502 e dois desaparecidos.
O ano de 2000 foi o mais mortífero para o corpo russo, com 1.397 mortos e 13 desaparecidos.
Segundo o ministério, pelo menos 30 mil soldados russos continuam posicionados na Chechênia devido à operação antiterrorista iniciada há mais de cinco ano.
Via France Press
Too young for football - Este post é dedicado aos Amigos do Afixe
ESTA FOTO FOI REMOVIDA POR EXIGÊNCIA E AMEAÇA JUDICIAL DE ADAM SILVERMAN DO SITE TREKEARTH.
O MESMO QUE ME BANIU COMO MEMBRO DO TREKEARTH SEM MOTIVO, UMA ATITUDE TIPICA DE ALGUNS AMERICANOS.
A DEMOCRACIA DA DITADURA E DA INTORELÂNCIA.
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Moçambique
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Road in Damaraland
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A DEMOCRACIA DA DITADURA E DA INTORELÂNCIA.
Viajar em África compreende várias coisas que tenho escrito ou transmitido por ai, em vários blogs, são experiências e acima de tudo aventuras fascinantes.
O mistério do desconhecido, a imensidão que nos acompanha diariamente, o virarmo-nos para dentro provocado pelas paisagens imponentes que nos rodeiam.
Falar nisto é relembrar o silêncio que sinto, a falta de palavras ou de reacções, o pulsar do coração perante sitios remotos, aldeias, locais e gentes absolutamente inesquecíveis.
São marcas que nos vão ficando no corpo e no coração, são experiências ou testemunhos para passar a quem queira ou aos vindouros.
Bin_Tex
O mistério do desconhecido, a imensidão que nos acompanha diariamente, o virarmo-nos para dentro provocado pelas paisagens imponentes que nos rodeiam.
Falar nisto é relembrar o silêncio que sinto, a falta de palavras ou de reacções, o pulsar do coração perante sitios remotos, aldeias, locais e gentes absolutamente inesquecíveis.
São marcas que nos vão ficando no corpo e no coração, são experiências ou testemunhos para passar a quem queira ou aos vindouros.
Bin_Tex
Terça-feira, Março 29, 2005
Avenue de Baobab
ESTA FOTO FOI REMOVIDA POR EXIGÊNCIA E AMEAÇA JUDICIAL DE ADAM SILVERMAN DO SITE TREKEARTH.
O MESMO QUE ME BANIU COMO MEMBRO DO TREKEARTH SEM MOTIVO, UMA ATITUDE TIPICA DE ALGUNS AMERICANOS.
A DEMOCRACIA DA DITADURA E DA INTORELÂNCIA.
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Himba woman
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Namíbia
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A DEMOCRACIA DA DITADURA E DA INTORELÂNCIA.
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Tanzânia - Zanzibar
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A DEMOCRACIA DA DITADURA E DA INTORELÂNCIA.
O MESMO QUE ME BANIU COMO MEMBRO DO TREKEARTH SEM MOTIVO, UMA ATITUDE TIPICA DE ALGUNS AMERICANOS.
A DEMOCRACIA DA DITADURA E DA INTORELÂNCIA.
Chirac Strikes Back
Este post foi-me enviado por um amigo via mail, concorde ou não com ele posteriormente o direi, por agora fica aqui uma opinião diferente:
"Era sobre a proposta do imposto internacional para ajudar áfrica.
Sobre este assunto retirei o seguinte de um outro blog:
Chirac Strikes Back
Apesar do epicentro ser em França, e ao contrário do que o título possa sugerir, não se trata de mais uma greve.
Este nosso eterno herói decidiu de novo relembrar o mundo que a sua velha proposta (2002, julgo) se mantém:
«Chirac propõe imposto internacional para ajudar África»
Lead the way, Jacques, sugeri em 2002.
Em 2005 o nosso herói continua a ficar-se pelas palavras, tendo agora reunido alguns compagnons de route, Zapatero, Schroeder e Lula.
Diga-se que na última Cimeira de Davos, em Janeiro, Bill Clinton e Thabo Mbeki (Presidente da África do Sul) expressaram as suas dúvidas sobre a exequibilidade da medida. Mas nem assim o nosso herói desiste.
A questão de fundo é que em vez de andar a brincar a criar impostos, Jaques Chirac & Cª deveriam extinguir progressivamente os que já existem, esses sim causa de empobrecimento global.
Os países ricos taxam os países pobres. Como? Através das tarifas alfandegárias. É este o grande imposto, e é talvez o único aspecto concreto que o Terceiro Mundo nos pode apontar como causador do seu empobrecimento ou crescimento insuficiente no séc. XXI.
A média de tarifas alfandegárias praticadas nos EUA é de 2%, valor claramente baixo. Acontece que, da última vez que espreitei o tema, em 2001, os EUA taxavam produtos de países pobres com tarifas tão altas como 45%. Infelizmente para os países pobres, as taxas são mais elevadas precisamente nos produtos onde são potenciais exportadores por vantagem comparativa, i.e. têxteis, produtos agrícolas.
Para países do grupo HIPC (Heavily Indebted Poor Countries) como a Gâmbia, com um PIB per capita à data de 325$/Ano (menos que 1 dólar por dia), os EUA taxam, por exemplo, roupa feminina em 15.4%.
Isto é genuinamente ridículo. Se a Gâmbia exportasse toda a sua economia para os EUA, estaríamos a falar de 0.005% da economia dos EUA.
Exemplo Burkina Faso: PIB per capita 215$/Ano. 33.3% de tarifa sobre
certas roupas (outerware).
Isto é uma realidade nos EUA e na generalidade dos países ricos. A questão da pobreza é complexa , mas não o é tanto ao ponto de não se poder afirmar que é intelectualmente desonesto propor impostos mundiais contra a pobreza quando os países proponentes taxam
fortemente as exportações dos países pobres.
No caso de Jaques Chirac, que ainda acrescenta os subsídios aos seusagricultores, trata-se de falta de vergonha na cara.
Manuel Pinheiro
O Império Francês
Quando todos tomam como verdade a coisa mais ridícula do mundo, muitas coisas perfeitamente razoáveis passam à frente do nosso nariz e dizemos que são mentira.
Acusam os EUA de querer constituir um Império. E não reparam que a China vai anexando uns países de vez em quando e que se prepara para o fazer novamente. E depois há outros países que também que não aceitam o alinhamento com os Americanos só porque não querem aparecer na fotografia com eles, preferem aparecer numa bonita ficção que possa agradar às massas que exultam com a demagogia da extrema extrema esquerda em tudo o que mete política externa, terrorismo, ecologia e combate à pobreza, garantindo mais uns votos e mantendo as esperanças de poder encabeçar uma "outra via para o mundo", mesmo que as
diferenças não beneficiem os outros em nada. A França faz tudo o que for possível para se promover, mas não tem uma alternativa viável a apresentar ao mundo, nada que substitua o liberalismo americano. O seu plano é trocar o inglês pelo francês e o que diz cultura anglo-americana por cultura francesa. Faz tudo para aparecer na fotografia certa. Até dar um abraço a Putin, quando a Rússia atravessa a maior crise democrática depois da queda do muro. E fá-lo nas costas de Bush, que dias antes tinha ido deixar alguns recados ao russo (num
assomo de coragem de que a Europa há muito carece). É que os EUA criaram um modelo económico e social que produz riqueza e progresso, e um modelo político que é o mais livre que os homens alguma vez conheceram. Ajudaram a espalhar as suas ideias pelo mundo e todos ganhámos com isso (inclusive eles, claro). A França não está contente com o resultado, apesar de o mundo está melhor ela só se preocupa com o seu papel nisso tudo, apenas sonha voltar ao que já foi: uma potência colonial. Não tem um modelo novo, quer ser grande porque sim.
O modelo europeu, em parte criado por franceses fracassa todos os dias, e todos os dias se fazem e refazem novas estratégias para a Europa, quer seja o Pacto de Estabilidade e Crescimento, quer seja a anedótica Estratégia de Lisboa, que previa que a Europa fosse a economia mais competitiva do mundo em 2009. Para já achou-se melhor adiar esse objectivo por mais uma década. E depois logo se vê.
publicado por Salvador
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"Era sobre a proposta do imposto internacional para ajudar áfrica.
Sobre este assunto retirei o seguinte de um outro blog:
Chirac Strikes Back
Apesar do epicentro ser em França, e ao contrário do que o título possa sugerir, não se trata de mais uma greve.
Este nosso eterno herói decidiu de novo relembrar o mundo que a sua velha proposta (2002, julgo) se mantém:
«Chirac propõe imposto internacional para ajudar África»
Lead the way, Jacques, sugeri em 2002.
Em 2005 o nosso herói continua a ficar-se pelas palavras, tendo agora reunido alguns compagnons de route, Zapatero, Schroeder e Lula.
Diga-se que na última Cimeira de Davos, em Janeiro, Bill Clinton e Thabo Mbeki (Presidente da África do Sul) expressaram as suas dúvidas sobre a exequibilidade da medida. Mas nem assim o nosso herói desiste.
A questão de fundo é que em vez de andar a brincar a criar impostos, Jaques Chirac & Cª deveriam extinguir progressivamente os que já existem, esses sim causa de empobrecimento global.
Os países ricos taxam os países pobres. Como? Através das tarifas alfandegárias. É este o grande imposto, e é talvez o único aspecto concreto que o Terceiro Mundo nos pode apontar como causador do seu empobrecimento ou crescimento insuficiente no séc. XXI.
A média de tarifas alfandegárias praticadas nos EUA é de 2%, valor claramente baixo. Acontece que, da última vez que espreitei o tema, em 2001, os EUA taxavam produtos de países pobres com tarifas tão altas como 45%. Infelizmente para os países pobres, as taxas são mais elevadas precisamente nos produtos onde são potenciais exportadores por vantagem comparativa, i.e. têxteis, produtos agrícolas.
Para países do grupo HIPC (Heavily Indebted Poor Countries) como a Gâmbia, com um PIB per capita à data de 325$/Ano (menos que 1 dólar por dia), os EUA taxam, por exemplo, roupa feminina em 15.4%.
Isto é genuinamente ridículo. Se a Gâmbia exportasse toda a sua economia para os EUA, estaríamos a falar de 0.005% da economia dos EUA.
Exemplo Burkina Faso: PIB per capita 215$/Ano. 33.3% de tarifa sobre
certas roupas (outerware).
Isto é uma realidade nos EUA e na generalidade dos países ricos. A questão da pobreza é complexa , mas não o é tanto ao ponto de não se poder afirmar que é intelectualmente desonesto propor impostos mundiais contra a pobreza quando os países proponentes taxam
fortemente as exportações dos países pobres.
No caso de Jaques Chirac, que ainda acrescenta os subsídios aos seusagricultores, trata-se de falta de vergonha na cara.
Manuel Pinheiro
O Império Francês
Quando todos tomam como verdade a coisa mais ridícula do mundo, muitas coisas perfeitamente razoáveis passam à frente do nosso nariz e dizemos que são mentira.
Acusam os EUA de querer constituir um Império. E não reparam que a China vai anexando uns países de vez em quando e que se prepara para o fazer novamente. E depois há outros países que também que não aceitam o alinhamento com os Americanos só porque não querem aparecer na fotografia com eles, preferem aparecer numa bonita ficção que possa agradar às massas que exultam com a demagogia da extrema extrema esquerda em tudo o que mete política externa, terrorismo, ecologia e combate à pobreza, garantindo mais uns votos e mantendo as esperanças de poder encabeçar uma "outra via para o mundo", mesmo que as
diferenças não beneficiem os outros em nada. A França faz tudo o que for possível para se promover, mas não tem uma alternativa viável a apresentar ao mundo, nada que substitua o liberalismo americano. O seu plano é trocar o inglês pelo francês e o que diz cultura anglo-americana por cultura francesa. Faz tudo para aparecer na fotografia certa. Até dar um abraço a Putin, quando a Rússia atravessa a maior crise democrática depois da queda do muro. E fá-lo nas costas de Bush, que dias antes tinha ido deixar alguns recados ao russo (num
assomo de coragem de que a Europa há muito carece). É que os EUA criaram um modelo económico e social que produz riqueza e progresso, e um modelo político que é o mais livre que os homens alguma vez conheceram. Ajudaram a espalhar as suas ideias pelo mundo e todos ganhámos com isso (inclusive eles, claro). A França não está contente com o resultado, apesar de o mundo está melhor ela só se preocupa com o seu papel nisso tudo, apenas sonha voltar ao que já foi: uma potência colonial. Não tem um modelo novo, quer ser grande porque sim.
O modelo europeu, em parte criado por franceses fracassa todos os dias, e todos os dias se fazem e refazem novas estratégias para a Europa, quer seja o Pacto de Estabilidade e Crescimento, quer seja a anedótica Estratégia de Lisboa, que previa que a Europa fosse a economia mais competitiva do mundo em 2009. Para já achou-se melhor adiar esse objectivo por mais uma década. E depois logo se vê.
publicado por Salvador
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Segunda-feira, Março 28, 2005
Isle Sainte Marie
Há locaís no Mundo Belos, Maravilhosos e Exóticos, Madagáscar é um desses paraísos perdidos, uma espécie de Irmão Africano que foi à sua vida. Por estas e por outras do género África é o princípio de todas as coisas,
do Homem,
da Simplicídade,
do Amor e
da Liberdade
É isto que estas paisagens e locaís nos proporcionam.
Não se deixem morrer sem ir a este lado do Mundo.
África é África!
ESTA FOTO FOI REMOVIDA POR EXIGÊNCIA E AMEAÇA JUDICIAL DE ADAM SILVERMAN DO SITE TREKEARTH.
O MESMO QUE ME BANIU COMO MEMBRO DO TREKEARTH SEM MOTIVO, UMA ATITUDE TIPICA DE ALGUNS AMERICANOS.
A DEMOCRACIA DA DITADURA E DA INTORELÂNCIA.
do Homem,
da Simplicídade,
do Amor e
da Liberdade
É isto que estas paisagens e locaís nos proporcionam.
Não se deixem morrer sem ir a este lado do Mundo.
África é África!
ESTA FOTO FOI REMOVIDA POR EXIGÊNCIA E AMEAÇA JUDICIAL DE ADAM SILVERMAN DO SITE TREKEARTH.
O MESMO QUE ME BANIU COMO MEMBRO DO TREKEARTH SEM MOTIVO, UMA ATITUDE TIPICA DE ALGUNS AMERICANOS.
A DEMOCRACIA DA DITADURA E DA INTORELÂNCIA.
young mother
ESTA FOTO FOI REMOVIDA POR EXIGÊNCIA E AMEAÇA JUDICIAL DE ADAM SILVERMAN DO SITE TREKEARTH.
O MESMO QUE ME BANIU COMO MEMBRO DO TREKEARTH SEM MOTIVO, UMA ATITUDE TIPICA DE ALGUNS AMERICANOS.
A DEMOCRACIA DA DITADURA E DA INTORELÂNCIA.
O MESMO QUE ME BANIU COMO MEMBRO DO TREKEARTH SEM MOTIVO, UMA ATITUDE TIPICA DE ALGUNS AMERICANOS.
A DEMOCRACIA DA DITADURA E DA INTORELÂNCIA.
Mopti
Timbuktu - Mali
Golden Girl
EUA destaca "pobre actuação" da Venezuela em termos de direitos humanos
Isto vindo de um governo americano que sustentou a tortura de prisioneiros à revelia da convenção de Genebra... Nada de novo trás, a não ser reforçar a teoria de que são efectivamente umas bestas!
Raios parta a Hipocrísia!
WASHINGTON, 28 mar (AFP) Os Estados Unidos afirmaram nesta segunda-feira que o desempenho da Venezuela em termos de direitos humanos em 2004 continuou sendo "pobre" e detalhou seus esforços para defender a imprensa e os grupos civis que considera sob a crescente pressão do governo de Hugo Chávez, em um informe sobre o apoio americano à democracia e direitos humanos nos 101 países mais criticados sobre o tema.
No ano passado o governo de Chávez aumentou seu controle sobre o sistema judicial e sua interferência na administração da justiça, assim como ampliou o abuso judicial e as perseguições políticas a positores e líderes de ONGs, afirmou o departamento de Estado.
O Departamento de Estado também lamentou a aprovação da nova lei de responsabilidade social na rádio e televisão e considerou que a mesma prejudica a liberdade de expressão.
Também afirmou que o governo venezuelano "não está fazendo o suficiente para lutar contra o tráfico de pessoas".
Para melhorar a situação dos direitos humanos no país, o governo de George W. Bush recordou que trabalhou em coordenação com outros governos da região para reunir apoio ao referendo de agosto passado - que acabou consolidando Chávez no poder - e para defender a imprensa e as ONGs na Venezuela.
Via France Press
Raios parta a Hipocrísia!
WASHINGTON, 28 mar (AFP) Os Estados Unidos afirmaram nesta segunda-feira que o desempenho da Venezuela em termos de direitos humanos em 2004 continuou sendo "pobre" e detalhou seus esforços para defender a imprensa e os grupos civis que considera sob a crescente pressão do governo de Hugo Chávez, em um informe sobre o apoio americano à democracia e direitos humanos nos 101 países mais criticados sobre o tema.
No ano passado o governo de Chávez aumentou seu controle sobre o sistema judicial e sua interferência na administração da justiça, assim como ampliou o abuso judicial e as perseguições políticas a positores e líderes de ONGs, afirmou o departamento de Estado.
O Departamento de Estado também lamentou a aprovação da nova lei de responsabilidade social na rádio e televisão e considerou que a mesma prejudica a liberdade de expressão.
Também afirmou que o governo venezuelano "não está fazendo o suficiente para lutar contra o tráfico de pessoas".
Para melhorar a situação dos direitos humanos no país, o governo de George W. Bush recordou que trabalhou em coordenação com outros governos da região para reunir apoio ao referendo de agosto passado - que acabou consolidando Chávez no poder - e para defender a imprensa e as ONGs na Venezuela.
Via France Press
Annan enfrenta novo problema no escândalo 'petróleo por alimentos'
NOVA YORK, 28 mar (AFP) O secretário-geral da ONU, Kofi Annan, enfrentará um novo problema nesta terça-feira, quando outro relatório sobre o programa "petróleo por alimentos", aplicado pela organização no Iraque, destacará a administração dos negócios de seu filho Kojo.
A investigação liderada pelo ex-presidente do Federal Reserve (Fed) dos Estados Unidos, Paul Volcker, culpou Annan por não reconhecer um conflito de interesses no emprego de seu filho Kojo por uma empresa contratada para p programa, destacou na sexta-feira o Wall Street Journal.
Annan e a ONU têm sido cada vez mais envolvidos no escândalo do 'petróleo por alimentos', o programa que supervisionava as vendas de petróleo do regime de Saddam Hussein de 1996 a 2003 para permitir ao Iraque comprar mantimentos.
No mês passado, o painel de Volcker afirmou que o diretor do programa, Benon Sevan, destacou pela primeira vez o caso do petróleo iraquiano como um grave conflito de interesses carente de ética.
As tribulações da ONU aumentaram quando se soube que Annan decidiu, pessoalmente, pagar os gastos legais de Sevan de uma conta da ONU com o dinheiro obtido das vendas de petróleo iraquiano.
O relatório que será divulgado na terça-feira se concentra e, Kojo Annan, ex-funcionário da Cotecna, uma empresa suíça que tinha um contrato para certificar a importação de bens sob o programa aplicado no Iraque.
O Financial Times informou na semana passada que Kojo havia recebido pagamentos de pelo menos 300.000 dólares da empresa, o dobro da quantidade admitida anteriormente, e que seu pai se reuniu com funcionários da Cotecna duas vezes antes da empresa ganhar o contrato.
Via France Press
A investigação liderada pelo ex-presidente do Federal Reserve (Fed) dos Estados Unidos, Paul Volcker, culpou Annan por não reconhecer um conflito de interesses no emprego de seu filho Kojo por uma empresa contratada para p programa, destacou na sexta-feira o Wall Street Journal.
Annan e a ONU têm sido cada vez mais envolvidos no escândalo do 'petróleo por alimentos', o programa que supervisionava as vendas de petróleo do regime de Saddam Hussein de 1996 a 2003 para permitir ao Iraque comprar mantimentos.
No mês passado, o painel de Volcker afirmou que o diretor do programa, Benon Sevan, destacou pela primeira vez o caso do petróleo iraquiano como um grave conflito de interesses carente de ética.
As tribulações da ONU aumentaram quando se soube que Annan decidiu, pessoalmente, pagar os gastos legais de Sevan de uma conta da ONU com o dinheiro obtido das vendas de petróleo iraquiano.
O relatório que será divulgado na terça-feira se concentra e, Kojo Annan, ex-funcionário da Cotecna, uma empresa suíça que tinha um contrato para certificar a importação de bens sob o programa aplicado no Iraque.
O Financial Times informou na semana passada que Kojo havia recebido pagamentos de pelo menos 300.000 dólares da empresa, o dobro da quantidade admitida anteriormente, e que seu pai se reuniu com funcionários da Cotecna duas vezes antes da empresa ganhar o contrato.
Via France Press
Chirac defende imposto internacional para ajudar a África
TÓQUIO, 28 mar (AFP) O presidente francês Jacques Chirac defendeu nesta segunda-feira em Tóquio a criação, até o final do ano, de um imposto internacional sobre os transportes aéreos para combater as epidemias na África.
Num fórum económico França-Japão, no qual também propôs uma aliança bilateral para superar os desafios do desenvolvimento sustentável, Chirac lembrou que França e Alemanha defendem a criação de um primeiro imposto internacional de solidariedade, que seria aplicado sobre um tipo de combustível ou sobre as passagens de avião, com o objectivo de financiar a luta contra a Aids e as grandes epidemias que afetam a África.
"A proposta permitiria salvar mais de três milhões de vidas a cada ano", disse.
Chirac, que encerra nesta segunda-feira uma visita de três dias ao Japão, afirmou que apresentou a idéia ao primeiro-ministro Junichiro Koizumi.
A França compartilha a causa com Brasil, Espanha, Chile e Alemanha. Os Estados Unidos são totalmente contrários à idéia. O Japão demonstra cepticismo a respeito.
Via France Press
Num fórum económico França-Japão, no qual também propôs uma aliança bilateral para superar os desafios do desenvolvimento sustentável, Chirac lembrou que França e Alemanha defendem a criação de um primeiro imposto internacional de solidariedade, que seria aplicado sobre um tipo de combustível ou sobre as passagens de avião, com o objectivo de financiar a luta contra a Aids e as grandes epidemias que afetam a África.
"A proposta permitiria salvar mais de três milhões de vidas a cada ano", disse.
Chirac, que encerra nesta segunda-feira uma visita de três dias ao Japão, afirmou que apresentou a idéia ao primeiro-ministro Junichiro Koizumi.
A França compartilha a causa com Brasil, Espanha, Chile e Alemanha. Os Estados Unidos são totalmente contrários à idéia. O Japão demonstra cepticismo a respeito.
Via France Press
Mia Couto
Nenhuma palavra
alcança o mundo, eu sei.
Ainda assim, escrevo.
Mia Couto
Via Poesias de Hoje e de Sempre
alcança o mundo, eu sei.
Ainda assim, escrevo.
Mia Couto
Via Poesias de Hoje e de Sempre
HRW film festival helps make the personal political
LONDON: The non-governmental organization Human Rights Watch brought its international film festival to London this week, showcasing films from around the world and a few from the Middle East. Dedicated to protecting the human rights of the earth's citizens, the organization's film festival has become the leading venue for fiction, documentary and animated films and videos with a distinctive human rights theme. Originally launched in New York's Lincoln Center in 1994, HRW expanded its operation to London in 1996. Since then, the festival's program has toured throughout America and Canada, giving Western audiences a rare opportunity to see passionately political filmmaking with a truly global dimension.
This year's event, held March 16-25 in venues across London, offered a trio of film on conflicts from the Middle East: Saverio Costanzo's "Private," Randa Chahal-Sabbag's "The Kite" and Margaret Loescher's "Pulled From the Rubble." Each respectively looked at the Palestinian-Israeli conflict, the Lebanese-Israeli conflict and the human cost of the war in Iraq.
Via The Daily Star
This year's event, held March 16-25 in venues across London, offered a trio of film on conflicts from the Middle East: Saverio Costanzo's "Private," Randa Chahal-Sabbag's "The Kite" and Margaret Loescher's "Pulled From the Rubble." Each respectively looked at the Palestinian-Israeli conflict, the Lebanese-Israeli conflict and the human cost of the war in Iraq.
Via The Daily Star
The limits of ideology
With the assassination of Al-Hariri shifting the regional balance of power, Iran may soon have to choose between Hizbullah and nuclear ambition as means of asserting regional influence, writes Mustafa El-Labbad
The world has witnessed innumerable political assassinations but few have had earthshaking consequences. Of those that have, perhaps the most notorious was the assassination of Archduke Ferdinand of Austria in 1914, which triggered WW I and the reshaping of the entire map of Europe. Last month's assassination of former Lebanese prime minister Rafiq Al-Hariri may prove as momentous. The repercussions of this tragic act have reverberated beyond Syria, precipitating a major upheaval in the regional balance of power.
One victim of the shrapnel of the explosion that rocked downtown Beirut was Iran's regional influence, which had been ideologically, politically and strategically linked to the Lebanese Hizbullah. It was Hizbullah, currently targeted for disarmament by the international community, which through enormous sacrifices forced Israel to withdraw from Lebanon, scoring the first Arab victory in the history of the Arab-Israeli conflict. That victory helped enable Iran -- Hizbullah's prime supporter and restrainer -- to establish its presence in the Middle Eastern arena, marketing the organisation's historic achievement as its own. Just as the Syrian presence in Lebanon was an ace in Damascus's negotiating hand, so did Hizbullah, from the time it was founded until Al-Hariri's death, offer living proof of Tehran's influence not only on negotiations but on the course of regional events.
Via Al-Ahram Weekly
The world has witnessed innumerable political assassinations but few have had earthshaking consequences. Of those that have, perhaps the most notorious was the assassination of Archduke Ferdinand of Austria in 1914, which triggered WW I and the reshaping of the entire map of Europe. Last month's assassination of former Lebanese prime minister Rafiq Al-Hariri may prove as momentous. The repercussions of this tragic act have reverberated beyond Syria, precipitating a major upheaval in the regional balance of power.
One victim of the shrapnel of the explosion that rocked downtown Beirut was Iran's regional influence, which had been ideologically, politically and strategically linked to the Lebanese Hizbullah. It was Hizbullah, currently targeted for disarmament by the international community, which through enormous sacrifices forced Israel to withdraw from Lebanon, scoring the first Arab victory in the history of the Arab-Israeli conflict. That victory helped enable Iran -- Hizbullah's prime supporter and restrainer -- to establish its presence in the Middle Eastern arena, marketing the organisation's historic achievement as its own. Just as the Syrian presence in Lebanon was an ace in Damascus's negotiating hand, so did Hizbullah, from the time it was founded until Al-Hariri's death, offer living proof of Tehran's influence not only on negotiations but on the course of regional events.
Via Al-Ahram Weekly
Cantar em libanês
Juro que sei de cor algumas das canções da Magida, apesar de não perceber uma palavra de libanês...
Via Divas & Contrabaixos
Via Divas & Contrabaixos
Thoreau's Journal: 28-Mar-1853
My Aunt Maria asked me to read the life of Dr. Chalmers, which however I did not promise to do. Yesterday, Sunday, she was heard through the partition shouting to my Aunt Jane, who is deaf, “Think of it! He stood half an hour to-day to hear the frogs croak, and he wouldn’t read the life of Chalmers.
6A.M—To Cliffs
Too cold for the birds to sing much. There appears to be more snow on the mountains. Many of our spring rains are snow-storms there. The woods ring with the cheerful jingle of the F. hyemalis. This is a very trig and compact little bird, and appears to be in good condition. The straight edge of slate on their breasts contrasts remarkably with the white from beneath; the short light-colored bill is also very conspicuous amid the dark slate; and when they fly from you, the two white feathers in their tails are very distinct at a good distance. They are very lively, pursuing each other from bush to bush. Could that be the fox-colored sparrow I saw this morning,—that reddish-brown sparrow?
I do not now think of a bird that hops so distinctly, rapidly, and commonly as the robin, with its head up.
Why is the pollen of flowers commonly yellow?
Via The Blog of Henry David Thoreau
6A.M—To Cliffs
Too cold for the birds to sing much. There appears to be more snow on the mountains. Many of our spring rains are snow-storms there. The woods ring with the cheerful jingle of the F. hyemalis. This is a very trig and compact little bird, and appears to be in good condition. The straight edge of slate on their breasts contrasts remarkably with the white from beneath; the short light-colored bill is also very conspicuous amid the dark slate; and when they fly from you, the two white feathers in their tails are very distinct at a good distance. They are very lively, pursuing each other from bush to bush. Could that be the fox-colored sparrow I saw this morning,—that reddish-brown sparrow?
I do not now think of a bird that hops so distinctly, rapidly, and commonly as the robin, with its head up.
Why is the pollen of flowers commonly yellow?
Via The Blog of Henry David Thoreau
Novo Parlamento do Quirguistão inicia sessões
BISHKEK, 28 mar (AFP) A Câmara Baixa do antigo Parlamento bicameral do Quirguistão decidiu suspender suas atividades para dar lugar ao novo Congresso, unicameral, surgido das polêmicas eleições legislativas de fevereiro e março, anunciou o presidente da casa, Ishinbai Kadyrbekov.
"É uma decisão mais jurídica do que política, adoptada para defender a estabilidade e no interesse da nação", afirmou.
"Nós (o antigo Parlamento) podemos nos reunir novamente se o novo Parlamento não conseguir se reunir", acrescentou.
No entanto, a Câmara Alta do antigo Parlamento ainda não tomou nenhuma decisão a respeito e permanecia reunida, assim como o novo Parlamento.
Kadyrbekov explicou que a decisão do antigo Parlamento de nomear Kurmanbek Bakiev para o comando de um governo provisório continua em vigor.
Via France Press
"É uma decisão mais jurídica do que política, adoptada para defender a estabilidade e no interesse da nação", afirmou.
"Nós (o antigo Parlamento) podemos nos reunir novamente se o novo Parlamento não conseguir se reunir", acrescentou.
No entanto, a Câmara Alta do antigo Parlamento ainda não tomou nenhuma decisão a respeito e permanecia reunida, assim como o novo Parlamento.
Kadyrbekov explicou que a decisão do antigo Parlamento de nomear Kurmanbek Bakiev para o comando de um governo provisório continua em vigor.
Via France Press
Israel vai suspender cerco a territórios palestinos
JERUSALÉM, 27 mar (AFP) O Exército israelense vai suspender nesta segunda-feira o cerco total iniciado na terça-feira passada aos territórios palestinos temendo atentados durante a festa judaica de Purim, declarou na noite deste domingo um porta-voz militar.
"Em consequência de uma decisão dos responsáveis políticos, Israel decidiu levantar o cerco geral a partir de segunda-feira pela manhã", anunciou o porta-voz em um comunicado.
"Esta medida foi adoptada para impedir possíveis infiltrações terroristas em Israel e garantir melhor a segurança da população do país", segundo militares.
Via France Press
"Em consequência de uma decisão dos responsáveis políticos, Israel decidiu levantar o cerco geral a partir de segunda-feira pela manhã", anunciou o porta-voz em um comunicado.
"Esta medida foi adoptada para impedir possíveis infiltrações terroristas em Israel e garantir melhor a segurança da população do país", segundo militares.
Via France Press
Construção da ponte sobre o rio Zambeze será efectiva até início de 2006
Neste momento estão em curso esforços visando a concretização do empreendimento, uma vez garantidos os cerca de 80 milhões de dólares necessários para o efeito.
De acordo com informações dadas a conhecer pelo ministro das Obras Públicas e Habitação, a partir de finais de 2008 (a construção da ponte tem a duração de 36 meses) deverá estar concretizado um dos mais ambiciosos projectos do pós-independência, que é a ligação por terra entre Maputo, no sul, e Cabo Delgado, no extremo norte.
Até este momento, estão em curso importantes acções visando a concretização deste empreendimento, que compreendem o estabelecimento do Gabinete de Implementação do Projecto, que representa o Ministro das Obras Públicas e Habitação e a Administração Nacional de Estradas nos assuntos relacionados com a implementação de dois batelões para a melhoria do transporte de passageiros antes e durante o período das obras.
O estabelecimento do projecto da ponte sobre o Zambeze, em Agosto último, marcou o arranque das actividades básicas para a concretização daquele megaprojecto.
Para além destas acções, segundo apuramos, está-se a trabalhar no processo visando o lançamento do concurso para a execução das obras que, em princípio, deverá acontecer no próximo mês de Abril...
Via Imensis
De acordo com informações dadas a conhecer pelo ministro das Obras Públicas e Habitação, a partir de finais de 2008 (a construção da ponte tem a duração de 36 meses) deverá estar concretizado um dos mais ambiciosos projectos do pós-independência, que é a ligação por terra entre Maputo, no sul, e Cabo Delgado, no extremo norte.
Até este momento, estão em curso importantes acções visando a concretização deste empreendimento, que compreendem o estabelecimento do Gabinete de Implementação do Projecto, que representa o Ministro das Obras Públicas e Habitação e a Administração Nacional de Estradas nos assuntos relacionados com a implementação de dois batelões para a melhoria do transporte de passageiros antes e durante o período das obras.
O estabelecimento do projecto da ponte sobre o Zambeze, em Agosto último, marcou o arranque das actividades básicas para a concretização daquele megaprojecto.
Para além destas acções, segundo apuramos, está-se a trabalhar no processo visando o lançamento do concurso para a execução das obras que, em princípio, deverá acontecer no próximo mês de Abril...
Via Imensis
Domingo, Março 27, 2005
Semana Santa: 110 mortos na Venezuela
CARACAS, 27 mar (AFP) O feriado da Semana Santa na Venezuela terminou com um saldo de 110 mortos e 990 feridos, num total de 2.352 acidentes de trânsito, informou neste domingo o chefe de Operações do organismo responsável pelo Trânsito e Transporte, Marino Almeira.
O funcionário destacou que este número de mortos é maior que o registrado em 2004, quando 98 pessoas morreram nesse mesmo período.
Ele disse também que os acidentes de trânsito aumentaram em 6% em 2005 com relação ao ano passado, segundo a agência estatal de notícias ABN.
Neste domingo, milhões de pessoas devem voltar para suas casas depois do fim de semana prolongado de Páscoa.
Via France Press
O funcionário destacou que este número de mortos é maior que o registrado em 2004, quando 98 pessoas morreram nesse mesmo período.
Ele disse também que os acidentes de trânsito aumentaram em 6% em 2005 com relação ao ano passado, segundo a agência estatal de notícias ABN.
Neste domingo, milhões de pessoas devem voltar para suas casas depois do fim de semana prolongado de Páscoa.
Via France Press
Hariri: Al-Arabiya divulga imagens registradas momentos antes do atentado
DUBAI, 27 mar (AFP) O canal de televisão Al-Arabiya divulgou neste domingo imagens registradas por uma câmara de segurança do local onde ocorreu o atentado que matou o ex-primeiro-ministro libanês Rafic Hiriri dia 14 de fevereiro em Beirute, segundos antes da explosão.
As imagens mostram nitidamente um veículo suspeito, segundo a Al-Arabiya, de ter sido usado no atentado.
Uma pick-up Mitsubishi branca que circulava lentamente num trecho da pista por onde passou segundos mais tarde o comboio de Hariri, aparece nestas imagens, segundo o canal, captadas pela câmara de segurança do banco HSBC, não muito longe do local da explosão.
Estas imagens teriam servido à comissão de investigação da ONU que entregou nesta semana seu relatório sobre o atentado em Beirute.
De acordo com o comentarista do canal, a pick-up fez, em 22 segundos, um trajeto que normalmente faria em quatro segundos antes de entrar na área onde ocorreu a explosão.
Ele disse ainda que o carro desaparece do campo de visão da câmara um minuto e nove segundos antes da explosão que matou Hariri e pelo menos mais 18 pessoas.
O relatório da comissão de investigação da ONU publicado na quinta-feira acusa a Síria de ter aumentado as tensões políticas antes do atentado a bomba que matou Hariri e destaca importantes falhas na investigação realizada pelas autoridades libanesas.
Via France Press
As imagens mostram nitidamente um veículo suspeito, segundo a Al-Arabiya, de ter sido usado no atentado.
Uma pick-up Mitsubishi branca que circulava lentamente num trecho da pista por onde passou segundos mais tarde o comboio de Hariri, aparece nestas imagens, segundo o canal, captadas pela câmara de segurança do banco HSBC, não muito longe do local da explosão.
Estas imagens teriam servido à comissão de investigação da ONU que entregou nesta semana seu relatório sobre o atentado em Beirute.
De acordo com o comentarista do canal, a pick-up fez, em 22 segundos, um trajeto que normalmente faria em quatro segundos antes de entrar na área onde ocorreu a explosão.
Ele disse ainda que o carro desaparece do campo de visão da câmara um minuto e nove segundos antes da explosão que matou Hariri e pelo menos mais 18 pessoas.
O relatório da comissão de investigação da ONU publicado na quinta-feira acusa a Síria de ter aumentado as tensões políticas antes do atentado a bomba que matou Hariri e destaca importantes falhas na investigação realizada pelas autoridades libanesas.
Via France Press
Sexta-feira, Março 25, 2005
ONU decide enviar missão de paz ao Sudão
NOVA YORK, 24 Mar (AFP) O Conselho de Segurança das Nações Unidas decidiu nesta quinta-feira enviar uma missão de 10 mil homens ao Sudão para apoiar o acordo de paz firmado em janeiro passado para acabar com 21 anos de guerra civil.
Esta decisão ocorre após dois meses de discussões no Conselho de Segurança, devido à divergências sobre como tratar os vários problemas do Sudão.
O Conselho adotou a decisão de número 1590, apresentada pelos Estados Unidos, por unanimidade de seus quinze membros.
A força de paz, que terá o nome de Missão das Nações Unidas no Sudão (Unmis), cumprirá um mandato inicial de seis meses, com no máximo 10 mil soldados e 715 policiais civis.
Via France Press
Esta decisão ocorre após dois meses de discussões no Conselho de Segurança, devido à divergências sobre como tratar os vários problemas do Sudão.
O Conselho adotou a decisão de número 1590, apresentada pelos Estados Unidos, por unanimidade de seus quinze membros.
A força de paz, que terá o nome de Missão das Nações Unidas no Sudão (Unmis), cumprirá um mandato inicial de seis meses, com no máximo 10 mil soldados e 715 policiais civis.
Via France Press
Quinta-feira, Março 24, 2005
Manifestantes entram na sede do governo no Quirguistão
BISHKEK, 24 mar (AFP) Manifestantes que exigem a renúncia do presidente do Quirguistão e a anulação das eleições legislativas realizadas recentemente entraram nesta quinta-feira na sede do governo na capital Bishkek.
Antes de entrar na Casa Branca, como é conhecida a sede governamental, policiais tentaram reprimir violentamente o avanço dos opositores.
De acordo com as primeiras informações, a Casa Branca não estava protegida no momento da invasão do grupo de manifestantes.
Além de membros da oposição, cerca de mil simpatizantes do presidente Askar Akayev também foram às ruas nesta quinta-feira em apoio ao governo.
Via France Press
Antes de entrar na Casa Branca, como é conhecida a sede governamental, policiais tentaram reprimir violentamente o avanço dos opositores.
De acordo com as primeiras informações, a Casa Branca não estava protegida no momento da invasão do grupo de manifestantes.
Além de membros da oposição, cerca de mil simpatizantes do presidente Askar Akayev também foram às ruas nesta quinta-feira em apoio ao governo.
Via France Press
Marrocos será laço entre mundo árabe e América Latina
MARRAKESH, Marrocos, 23 Mar (AFP) O Marrocos será o elo entre os países árabes e a América Latina, declarou nesta quarta-feira, em Marrakesh (sul), um ministro marroquino antes da inauguração da reunião preparatória da cúpula árabe-latino-americana prevista para acontecer em maio, em Brasília.
"Levando em conta sua posição geoestratégica e em sua qualidade de ponte de civilizações (...) o Marrocos constitui um verdadeiro nexo entre a América Latina e os países árabes", afirmou o ministro marroquino da Educação e Pesquisa Científica, Habib El Malki, durante um seminário organizado para abordar os aspectos culturais na América do Sul.
Trata-se de um seminário preliminar a uma reunião que os chanceleres dos 22 países da Liga Árabe e os 12 da América do Sul terão nesta sexta-feira e sábado, em Marrakesh, para preparar a cúpula prevista para maio, na capital brasileira, na qual assentarão as bases de uma cooperação econômica e comercial entre as duas regiões.
Segundo El Malki, o Marrocos pode funcionar como vínculo, graças a "sua determinação e convicção da necessidade de consagrar o diálogo entre as civilizações, de conseguir a aproximação entre os povos e de consolidar seus laços amistosos".
A cúpula de Brasília, iniciativa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pretende consolidar a cooperação sul-sul, em particular no comércio, turismo e investimentos, assim como instaurar o diálogo inter-regional.
Via France Press
"Levando em conta sua posição geoestratégica e em sua qualidade de ponte de civilizações (...) o Marrocos constitui um verdadeiro nexo entre a América Latina e os países árabes", afirmou o ministro marroquino da Educação e Pesquisa Científica, Habib El Malki, durante um seminário organizado para abordar os aspectos culturais na América do Sul.
Trata-se de um seminário preliminar a uma reunião que os chanceleres dos 22 países da Liga Árabe e os 12 da América do Sul terão nesta sexta-feira e sábado, em Marrakesh, para preparar a cúpula prevista para maio, na capital brasileira, na qual assentarão as bases de uma cooperação econômica e comercial entre as duas regiões.
Segundo El Malki, o Marrocos pode funcionar como vínculo, graças a "sua determinação e convicção da necessidade de consagrar o diálogo entre as civilizações, de conseguir a aproximação entre os povos e de consolidar seus laços amistosos".
A cúpula de Brasília, iniciativa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pretende consolidar a cooperação sul-sul, em particular no comércio, turismo e investimentos, assim como instaurar o diálogo inter-regional.
Via France Press
Quarta-feira, Março 23, 2005
Pois é...
Bajram Kosumi eleito novo primeiro-ministro de Kosov
PRISTINA, Sérvia-Montenegro, 23 mar (AFP) O parlamento de Kosovo elegeu esta quarta-feira Bajram Kosumi para o cargo de primeiro-ministro em substituição de Ramush Haradinaj, que se demitiu há duas semanas depois de ser acusado por crimes de guerra pelo Tribunal Penal Internacional (TPI) de Haia.
Na semana passada o presidente de Kosovo, Ibrahim Rugova, propôs Kosumi, responsável do partido de Haradinaj, a Aliança para o Futuro de Kosovo (AAK), para substitui-lo.
Antes de viajar à Haia para se entregar ao TPI, Haradinaj também antecipou o nome de Kosumi, de 45 anos, ministro do Meio Ambiente em seu govero e um de seus colaboradores mais próximos.
Via France Press
Na semana passada o presidente de Kosovo, Ibrahim Rugova, propôs Kosumi, responsável do partido de Haradinaj, a Aliança para o Futuro de Kosovo (AAK), para substitui-lo.
Antes de viajar à Haia para se entregar ao TPI, Haradinaj também antecipou o nome de Kosumi, de 45 anos, ministro do Meio Ambiente em seu govero e um de seus colaboradores mais próximos.
Via France Press
Mas que Merda é esta?
Os ex-ministros da Administração Interna e das Finanças adjudicaram um negócio de mais de 500 milhões de euros, três dias depois das eleições legislativas.
O negócio que faz hoje a manchete do Público tem a ver com a compra de um sistema de comunicações para interligar todas as forças de segurança, emergência médica e protecção civil.
A adjudicação do Sistema Integrado das Redes de Emergência e Segurança de Portugal (SIRESP) foi assinada por Bagão Félix e por Daniel Sanches a 23 de Abril, três dias após as eleições legislativas que deram a maioria absoluta ao PS.
O consórcio vencedor do concurso é liderado pela Sociedade Lusa de Negócios, empresa administrada pelo próprio Daniel Sanches antes de assumir a pasta da Administração Interna, no Governo de Santana Lopes.
Mas há outros nomes do PSD ligados à holding que recebeu a adjudicação. Dias Loureiro, deputado social-democrata, é administrador não executivo do grupo e o presidente é Oliveira e Costa, antigo secretário de Estado dos Assuntos Fiscais de Cavaco Silva.
De acordo com o jornal, o processo de escolha conta já com um vasto currículo de polémicas uma vez que, das cinco empresas de telecomunicações a concurso em Julho de 2003, apenas o consórcio vencedor enviou o projecto, tendo os outros quatro participantes desistido sob a alegação de que o concurso estaria previamente decidido.
O despacho de adjudicação, publicado no Diário da República, determinava a instalação do sistema de comunicações em duas fases, ao longo de seis anos.
A primeira, a executar entre 2003 e 2004, incluía a instalação de toda a infra-estrutura de base em oito zonas urbanas que iriam receber o Euro 2004, mas esta etapa não chegou a ser cumprida.
No todo, o projecto da Sociedade Lusa de Negócios prevê a concessão da rede durante 15 anos a mais de 55 mil utilizadores da PSP, GNR, PJ, INEM, Cruz Vermelha, Marinha e Direcção-Geral das Florestas.
Questionada acerca de custos da rede de comunicações, a empresa explicou que o SIRESP levará três anos e meio a concretizar-se, num investimento global de 115 milhões de euros.
Este montante não corresponde, no entanto, ao valor global do sistema, que está contabilizado por uma comissão independente em 538,2 milhões de euros.
Apesar da polémica instalada, o despacho assinado pelos ex-ministros é de carácter provisório e está já a ser analisado pelo Executivo socialista.
Via Sic - Online
O negócio que faz hoje a manchete do Público tem a ver com a compra de um sistema de comunicações para interligar todas as forças de segurança, emergência médica e protecção civil.
A adjudicação do Sistema Integrado das Redes de Emergência e Segurança de Portugal (SIRESP) foi assinada por Bagão Félix e por Daniel Sanches a 23 de Abril, três dias após as eleições legislativas que deram a maioria absoluta ao PS.
O consórcio vencedor do concurso é liderado pela Sociedade Lusa de Negócios, empresa administrada pelo próprio Daniel Sanches antes de assumir a pasta da Administração Interna, no Governo de Santana Lopes.
Mas há outros nomes do PSD ligados à holding que recebeu a adjudicação. Dias Loureiro, deputado social-democrata, é administrador não executivo do grupo e o presidente é Oliveira e Costa, antigo secretário de Estado dos Assuntos Fiscais de Cavaco Silva.
De acordo com o jornal, o processo de escolha conta já com um vasto currículo de polémicas uma vez que, das cinco empresas de telecomunicações a concurso em Julho de 2003, apenas o consórcio vencedor enviou o projecto, tendo os outros quatro participantes desistido sob a alegação de que o concurso estaria previamente decidido.
O despacho de adjudicação, publicado no Diário da República, determinava a instalação do sistema de comunicações em duas fases, ao longo de seis anos.
A primeira, a executar entre 2003 e 2004, incluía a instalação de toda a infra-estrutura de base em oito zonas urbanas que iriam receber o Euro 2004, mas esta etapa não chegou a ser cumprida.
No todo, o projecto da Sociedade Lusa de Negócios prevê a concessão da rede durante 15 anos a mais de 55 mil utilizadores da PSP, GNR, PJ, INEM, Cruz Vermelha, Marinha e Direcção-Geral das Florestas.
Questionada acerca de custos da rede de comunicações, a empresa explicou que o SIRESP levará três anos e meio a concretizar-se, num investimento global de 115 milhões de euros.
Este montante não corresponde, no entanto, ao valor global do sistema, que está contabilizado por uma comissão independente em 538,2 milhões de euros.
Apesar da polémica instalada, o despacho assinado pelos ex-ministros é de carácter provisório e está já a ser analisado pelo Executivo socialista.
Via Sic - Online
O silêncio - Via Murcon
Pedir emprestado o tubo de ensaio em que o Gedeão analisou uma lágrima de preta (os poetas são melhores nestas coisas). Introduzir nele o silêncio e acrescentar aos procedimentos mencionados o microscópio electrónico e a tomografia axial computorizada.
Evitar grosseiro erro metodológico - existem muitos silêncios. Manter a calma. Multiplicar as observações, para enriquecer a amostra e legitimar o estudo. Incluir - sobretudo! - silêncios dolorosos: de mulheres usadas, homens lacrimejantes, crianças guerreiras e... ( vai ser um processo lento:( ). Atingir, por análises sucessivas e cada vez mais finas, a essência do silêncio. Depois, à boa maneira da ciência ocidental, (re)fazer uma síntese - eis-me dono do silêncio absoluto.
Ir-te buscar ao emprego. Conversar acerca de ninharias, acariciando no bolso esta arma secreta. De chofre a confissão - "amo-te". E o silêncio!, liberto e contudo obediente, moldura para a tua figurinha severa. De tão espesso, capaz de amordaçar todos os sons, até os mais tímidos. Nele ouvir, recortado, o teu pensamento, milésimos de segundo antes da sentença ditada por olhos e boca.
E assim matar à nascença o "eu não" que me aterroriza, com frase risonha que não adivinharás amarga e triste, "que parvoíce, deve ser a Primavera!". Bons amigos de novo. O inferno do ciúme de novo. O desejo clandestino de novo. A ternura ambiciosa de novo. Paciência!, tudo menos perder-te.
Mas... Por uma questão de rigor científico tenho de pôr a hipótese de ouvir "eu também". Que fazer, meu Deus?
(Presumo que Ele não se ofenda com a pergunta, adivinho-o mais próximo da vida real que os burocratas cá de baixo, apostrofando o amor em Seu nome.)
Não responde... Era previsível, por Graça ou ausência Sua, foi-nos concedida a liberdade.
Que fazer?, ponto final e humano.
Talvez pedir ao silêncio absoluto que regresse. E me invada, paralise e guarde, a meias com o teu sorriso.
Via Murcon
Evitar grosseiro erro metodológico - existem muitos silêncios. Manter a calma. Multiplicar as observações, para enriquecer a amostra e legitimar o estudo. Incluir - sobretudo! - silêncios dolorosos: de mulheres usadas, homens lacrimejantes, crianças guerreiras e... ( vai ser um processo lento:( ). Atingir, por análises sucessivas e cada vez mais finas, a essência do silêncio. Depois, à boa maneira da ciência ocidental, (re)fazer uma síntese - eis-me dono do silêncio absoluto.
Ir-te buscar ao emprego. Conversar acerca de ninharias, acariciando no bolso esta arma secreta. De chofre a confissão - "amo-te". E o silêncio!, liberto e contudo obediente, moldura para a tua figurinha severa. De tão espesso, capaz de amordaçar todos os sons, até os mais tímidos. Nele ouvir, recortado, o teu pensamento, milésimos de segundo antes da sentença ditada por olhos e boca.
E assim matar à nascença o "eu não" que me aterroriza, com frase risonha que não adivinharás amarga e triste, "que parvoíce, deve ser a Primavera!". Bons amigos de novo. O inferno do ciúme de novo. O desejo clandestino de novo. A ternura ambiciosa de novo. Paciência!, tudo menos perder-te.
Mas... Por uma questão de rigor científico tenho de pôr a hipótese de ouvir "eu também". Que fazer, meu Deus?
(Presumo que Ele não se ofenda com a pergunta, adivinho-o mais próximo da vida real que os burocratas cá de baixo, apostrofando o amor em Seu nome.)
Não responde... Era previsível, por Graça ou ausência Sua, foi-nos concedida a liberdade.
Que fazer?, ponto final e humano.
Talvez pedir ao silêncio absoluto que regresse. E me invada, paralise e guarde, a meias com o teu sorriso.
Via Murcon
I. O Dia da Criação
Tropas dos EUA matam cinco rebeldes no sudeste do Afeganistão
JOST, Afeganistão, 23 mar (AFP) As tropas da coligação lideradas pelos Estados Unidos mataram cinco rebeldes após um ataque com foguetes contra suas bases militares no sudeste do Afeganistão, informaram fontes americanas.
"Por volta da meia-noite, os rebeldes atacaram a base de Salerno com cinco foguetes", disse a porta-voz militar, tenente Cindy Moore.
Os Estados Unidos mantêm 20.000 soldados no Afeganistão, a maior parte deles combatendo militantes no sul e sudeste do país, onde os remanescentes do regime talibã atacam regularmente a coligação.
Via France Press
"Por volta da meia-noite, os rebeldes atacaram a base de Salerno com cinco foguetes", disse a porta-voz militar, tenente Cindy Moore.
Os Estados Unidos mantêm 20.000 soldados no Afeganistão, a maior parte deles combatendo militantes no sul e sudeste do país, onde os remanescentes do regime talibã atacam regularmente a coligação.
Via France Press
Manila em alerta por eventual ataque na Semana Santa
MANILA, 23 mar (AFP) Manila está em alerta máximo terrorista nesta quarta-feira, dia em que milhares de filipinos retornam para casa para aproveitar o feriado prolongado da Semana Santa, que as autoridades temem que seja marcado por um eventual ataque.
Mais de 10.000 policiais foram mobilizados em todas as regiões da capital, especialmente nos terminais rodoviários, aeroportos e portos, anunciou o chefe de polícia local, Avelino Razon.
Razon pediu à população que permaneça "vigilante" durante o feriado.
As igrejas e centros comerciais da capital, onde vivem 13 milhões de pessoas, também são alvos potenciais durante o período.
No restante do país, a polícia e o exército também estão atentas a eventuais ataques terroristas por parte de integrantes do grupo extremista Abu Sayaf, vinculado à rede terrorista Al-Qaeda.
Via France Press
Mais de 10.000 policiais foram mobilizados em todas as regiões da capital, especialmente nos terminais rodoviários, aeroportos e portos, anunciou o chefe de polícia local, Avelino Razon.
Razon pediu à população que permaneça "vigilante" durante o feriado.
As igrejas e centros comerciais da capital, onde vivem 13 milhões de pessoas, também são alvos potenciais durante o período.
No restante do país, a polícia e o exército também estão atentas a eventuais ataques terroristas por parte de integrantes do grupo extremista Abu Sayaf, vinculado à rede terrorista Al-Qaeda.
Via France Press
Na beira de nenhuma estrada - A cantadeira
Acabei a minha sessão de canto, estou triste, flor depois das pétalas. Reponho sobre meu corpo suado o vestido de que me tinha libertado. Canto sempre assim, despida. Os homens, se calhar, só me vêm ver por causa disso: sempre me dispo quando canto. Estranha-se? Eu pergunto: a gente não se despe para amar? Porque não ficar nua para outros amores? A canção é só isso: um amor que se consome em chama entre o instante da voz e a eternidade do silêncio.
Outros cantadores, quando actuam em público, se trajam de enfeites e reluzências. Mas, em meu caso, cantar é coisa tão maior que me entrego assim pequenitinha, destamanhada. Dessa maneira, menos que mínima, me torno sombra, desenhável segundo tonalidades da música.
Cantar, dizem, é um afastamento da morte. A voz suspende o passo da morte e, em volta, tudo se torna pegada da vida. Dizem mas, para mim, a voz serve-me para outras finalidades: cantando eu convoco um certo homem. Era um apanhador de pérolas, um vasculhador de maresias. Esse homem acendeu a minha vida e ainda hoje eu sigo por iluminação desse sentimento. O amor, agora sei, é a terra e o mar se inundando mutuamente.
Amei esse peroleiro tanto até dele perder memória. Lembro apenas de quanto estive viva. Minha vida se tornava tão densa que o tempo sofria enfarte, coagulando de felicidade. Só esse homem servia para meu litoral, todas vivências que eu tivera eram ondas que nele desmaiavam. Contudo, estou fadada apenas para instantes. Nunca provei felicidade que não fosse uma taça que, logo após o lábio, se estilhaça. Sempre aspirei ser árvore. Da árvore serei apenas luar, a breve crença de claridade.
Continua aqui no Poesias de Hoje e de Sempre
Outros cantadores, quando actuam em público, se trajam de enfeites e reluzências. Mas, em meu caso, cantar é coisa tão maior que me entrego assim pequenitinha, destamanhada. Dessa maneira, menos que mínima, me torno sombra, desenhável segundo tonalidades da música.
Cantar, dizem, é um afastamento da morte. A voz suspende o passo da morte e, em volta, tudo se torna pegada da vida. Dizem mas, para mim, a voz serve-me para outras finalidades: cantando eu convoco um certo homem. Era um apanhador de pérolas, um vasculhador de maresias. Esse homem acendeu a minha vida e ainda hoje eu sigo por iluminação desse sentimento. O amor, agora sei, é a terra e o mar se inundando mutuamente.
Amei esse peroleiro tanto até dele perder memória. Lembro apenas de quanto estive viva. Minha vida se tornava tão densa que o tempo sofria enfarte, coagulando de felicidade. Só esse homem servia para meu litoral, todas vivências que eu tivera eram ondas que nele desmaiavam. Contudo, estou fadada apenas para instantes. Nunca provei felicidade que não fosse uma taça que, logo após o lábio, se estilhaça. Sempre aspirei ser árvore. Da árvore serei apenas luar, a breve crença de claridade.
Continua aqui no Poesias de Hoje e de Sempre
Terça-feira, Março 22, 2005
Escândalo Petróleo por Alimentos: ONU paga custas judiciais de processo
NOVA YORK, 22 mar (AFP) As Nações Unidas vão pagar as custas judiciais do processo de Benon Sevan, o funcionário da ONU envolvido no escândalo "Petróleo por alimentos" no Iraque.
O porta-voz do secretário-geral das Nações Unidas, Fred Eckhard, anunciou que Kofi Annan tomou pessoalmente a decisão de cobrir os gastos legais de Sevan, num comunicado à imprensa divulgado depois de uma matéria sobre o assunto publicada pelo jornal New York Sun, na edição desta terça-feira.
O anúncio que se produziu um dia depois da divulgação do ambicioso programa de reforma de Annan, causou rebuliço nas Nações Unidas
Sevan está sendo investigado por uma comissão chefiada por Paul Volcker, ex-chefe do Federal Reserve americano, com relação ao escândalo "Petróleo por alimentos".
Um relatório preliminar de Volcker de fevereiro concluiu que Sevan concedeu facilidades ao regime de Saddam Hussein que, segundo a investigação, queria comprar influência através de Sevan.
O texto não chega a dizer que tenha aceitado suborno ou cometido um crime, mas explica que "criou um grave e contínuo conflito de interesse. Sua conduta foi eticamente imprópria, prejudicando profundamente a integridade da ONU".
Via France Press
O porta-voz do secretário-geral das Nações Unidas, Fred Eckhard, anunciou que Kofi Annan tomou pessoalmente a decisão de cobrir os gastos legais de Sevan, num comunicado à imprensa divulgado depois de uma matéria sobre o assunto publicada pelo jornal New York Sun, na edição desta terça-feira.
O anúncio que se produziu um dia depois da divulgação do ambicioso programa de reforma de Annan, causou rebuliço nas Nações Unidas
Sevan está sendo investigado por uma comissão chefiada por Paul Volcker, ex-chefe do Federal Reserve americano, com relação ao escândalo "Petróleo por alimentos".
Um relatório preliminar de Volcker de fevereiro concluiu que Sevan concedeu facilidades ao regime de Saddam Hussein que, segundo a investigação, queria comprar influência através de Sevan.
O texto não chega a dizer que tenha aceitado suborno ou cometido um crime, mas explica que "criou um grave e contínuo conflito de interesse. Sua conduta foi eticamente imprópria, prejudicando profundamente a integridade da ONU".
Via France Press
Colonos bloqueiam estradas em protesto contra a retirada de Gaza
JERUSALÉM, 22 mar (AFP) Colonos judeus bloquearam na noite desta terça-feira dois cruzamentos de estrada em Israel para protestar contra o projeto de retirada da Faixa de Gaza, anunciou um dirigente da polícia israelense.
"Os colonos atearam fogo a pneus numa hora de grande movimento perto do cruzamento de Glilot, entre Netanya e Tel Aviv, bloqueando assim a circulação automobilística durante mais de 20 minutos na estrada litorânea" (Mediterrâneo), anunciou a segunda rede privada da televisão israelense o comandante Yehuda Edri, responsável pelo tráfego.
"Ao mesmo tempo, os colonos bloquearam a circulação entre o Mar Morto e Jerusalém", acrescentou.
Em comunicado, os colonos do movimento "Revava", anunciaram que continuarão as manifestações para expressar sua oposição ao plano israelense de retirada das 21 colônias na Faixa de Gaza e de outras quatro no norte da Cisjordânia.
Via France Press
"Os colonos atearam fogo a pneus numa hora de grande movimento perto do cruzamento de Glilot, entre Netanya e Tel Aviv, bloqueando assim a circulação automobilística durante mais de 20 minutos na estrada litorânea" (Mediterrâneo), anunciou a segunda rede privada da televisão israelense o comandante Yehuda Edri, responsável pelo tráfego.
"Ao mesmo tempo, os colonos bloquearam a circulação entre o Mar Morto e Jerusalém", acrescentou.
Em comunicado, os colonos do movimento "Revava", anunciaram que continuarão as manifestações para expressar sua oposição ao plano israelense de retirada das 21 colônias na Faixa de Gaza e de outras quatro no norte da Cisjordânia.
Via France Press
Segunda-feira, Março 21, 2005
Ex-chefe militar haitiano convoca guerra contra a ONU
PORTO PRÍNCIPE, 21 mar (AFP) Um dos ex-chefes militares haitianos que recusam o desarmamento e continuam ocupando prédios públicos do Haiti convocou nesta segunda-feira suas tropas a fazerem uma guerra de guerrilhas contra os capacetes azuis da ONU, depois da retomada do controle de duas delegacias.
"Convoco-os a adotar um comportamento de guerrilheiros. Infiltrem-se entre os civis, instalem-se no meio da população para se defender da Minustah (Missão de Estabilização das Nações Unidas no Haiti), que é uma força de guerra e não de paz", clamou Joseph Jean-Baptiste em entrevistas concedidas a várias rádios locais.
Dois capacetes azuis da Minustah, um do Sri Lanka e outro do Nepal, foram mortos e outros quatro ficaram feridos em operações realizadas neste domingo em Petit-Goave (sul) e Terre Rouge (centro).
Via France Press
"Convoco-os a adotar um comportamento de guerrilheiros. Infiltrem-se entre os civis, instalem-se no meio da população para se defender da Minustah (Missão de Estabilização das Nações Unidas no Haiti), que é uma força de guerra e não de paz", clamou Joseph Jean-Baptiste em entrevistas concedidas a várias rádios locais.
Dois capacetes azuis da Minustah, um do Sri Lanka e outro do Nepal, foram mortos e outros quatro ficaram feridos em operações realizadas neste domingo em Petit-Goave (sul) e Terre Rouge (centro).
Via France Press
Ataque contra a sede do Citibank na Argentina antes da chegada de Rumsfeld
BUENOS AIRES, 21 mar (AFP) Uma agência do Citibank em Buenos Aires sofreu esta segunda-feira um ataque com danos materiais que foi atribuído ao grupo autodenominado Martín Fierro, horas antes da chegada à Argentina do secretário de Defesa dos Estados Unidos, Donald Rumsfeld, informou uma fonte policial.
Os atacantes incendiaram três pneus diante da agência do banco na capital, o que acabou quebrando os vidros das portas dos caixas automáticos do banco por causa do calor.
A organização pichou em frente à entidade a inscrição "Pátria ou morte: fora os ianques" e o nome do quase desconhecido grupo Martín Fierro, de suposta filiação esquerdista ou nacionalista, segundo a polícia.
O incêndio aconteceu na madrugada desta segunda-feira, no mesmo dia em que Rumsfeld chega pela primeira vez a Buenos Aires para se reunir com seu colega argentino, José Pampuro.
Via France Press
Os atacantes incendiaram três pneus diante da agência do banco na capital, o que acabou quebrando os vidros das portas dos caixas automáticos do banco por causa do calor.
A organização pichou em frente à entidade a inscrição "Pátria ou morte: fora os ianques" e o nome do quase desconhecido grupo Martín Fierro, de suposta filiação esquerdista ou nacionalista, segundo a polícia.
O incêndio aconteceu na madrugada desta segunda-feira, no mesmo dia em que Rumsfeld chega pela primeira vez a Buenos Aires para se reunir com seu colega argentino, José Pampuro.
Via France Press
Aa Vinhas da Ira - John Steinbeck
Publicado em 1939, "As Vinhas da Ira" marcou o auge da carreira do autor e mantém-se como um documento social e marco da literatura. O livro representa o confronto entre indivíduo e a sociedade, através da epopéia da família Joad, expulsa pela seca dos campos de algodão de Oklahoma para tentar a sobrevivência como bóias-frias nas plantações de frutas do Vale de Salinas, na Califórnia.
Steinbeck retratou a situação do homem moderno diante das dificuldades, a pobreza e a privação em um universo feroz, protagonizado por vítimas da competição e párias sociais. Tão americano quanto universal, o autor exibe na vida e na arte irredutíveis paradoxos, provocados pela tensão entre instinto e mente, natureza e História, a civilização e seus descontentes.
"As Vinhas da Ira" é a prova de que homens em lugares e situações comuns podem ser tocados pela intenção épica e conduzidos à imortalidade. John Steinbeck nasceu em 1902, em Salinas, na Califórnia. Aluno da Universidade de Stanford, deixou os estudos para se dedicar a empregos variados. Trabalhou em plantações, na construção da rodovia de Big Sur e na indústria de sardinhas, cenários de várias de suas obras.
Depois de tentar a vida como escritor free-lance em Nova York, retornou à terra natal. A popularidade chegou aos 33 anos, com "Tortilla Flat" - que abriu caminho para o sucesso de "As Vinhas da Ira" e "Vidas Amargas". Foi correspondente na Segunda Guerra Mundial e na Guerra do Vietname.
(Sinopse: Editora)
Steinbeck retratou a situação do homem moderno diante das dificuldades, a pobreza e a privação em um universo feroz, protagonizado por vítimas da competição e párias sociais. Tão americano quanto universal, o autor exibe na vida e na arte irredutíveis paradoxos, provocados pela tensão entre instinto e mente, natureza e História, a civilização e seus descontentes.
"As Vinhas da Ira" é a prova de que homens em lugares e situações comuns podem ser tocados pela intenção épica e conduzidos à imortalidade. John Steinbeck nasceu em 1902, em Salinas, na Califórnia. Aluno da Universidade de Stanford, deixou os estudos para se dedicar a empregos variados. Trabalhou em plantações, na construção da rodovia de Big Sur e na indústria de sardinhas, cenários de várias de suas obras.
Depois de tentar a vida como escritor free-lance em Nova York, retornou à terra natal. A popularidade chegou aos 33 anos, com "Tortilla Flat" - que abriu caminho para o sucesso de "As Vinhas da Ira" e "Vidas Amargas". Foi correspondente na Segunda Guerra Mundial e na Guerra do Vietname.
(Sinopse: Editora)
Dia Mundial da Poesia
"De sal de linguagem feita"
De sal de linguagem feita
Numa verruma que atava
A lingua presa do jeito
A forma de ser escrava
O apito do comboio
Que não dizia de onde era
O sinal, a mordedura
A visita que não vem
O corredor, o tapume
A sala vedada às feras
O frenesim das gibóias
Em guarda, o soldo, a comida,
A cozedura do pleito
O cheiro a papel selado
Um cantinho de amargura
Um raio de sol queimado,
Junto do bolso do fato
A morte a vida a vitória
Diga lá minha menina
Se acredita nesta história
José Afonso
De sal de linguagem feita
Numa verruma que atava
A lingua presa do jeito
A forma de ser escrava
O apito do comboio
Que não dizia de onde era
O sinal, a mordedura
A visita que não vem
O corredor, o tapume
A sala vedada às feras
O frenesim das gibóias
Em guarda, o soldo, a comida,
A cozedura do pleito
O cheiro a papel selado
Um cantinho de amargura
Um raio de sol queimado,
Junto do bolso do fato
A morte a vida a vitória
Diga lá minha menina
Se acredita nesta história
José Afonso
21 de Março: Dia Mundial da Floresta
A Quercus estará em Monsanto para exigir protecção da floresta portuguesa.
A QUERCUS assinalará este dia reunindo no Parque Florestal de Monsanto dezenas de crianças e adultos os quais serão envolvidos em actividades de sensibilização e interpretação da floresta.
Assim, no dia 21 de Março pelas 10:00 horas a QUERCUS iniciará no Espaço Monsanto, Parque Florestal de Monsanto, em cooperação com a Câmara Municipal de Lisboa, um percurso de interpretação do ecossistema florestal, terminando no Centro Associativo do Calhau com actividades lúdico-pedagógicas. A QUERCUS apresentará as suas preocupações relativamente à floresta portuguesa, insistindo na necessidade de proteger os carvalhais autóctones.
Lisboa, 18 de Março de 2005
A QUERCUS assinalará este dia reunindo no Parque Florestal de Monsanto dezenas de crianças e adultos os quais serão envolvidos em actividades de sensibilização e interpretação da floresta.
Assim, no dia 21 de Março pelas 10:00 horas a QUERCUS iniciará no Espaço Monsanto, Parque Florestal de Monsanto, em cooperação com a Câmara Municipal de Lisboa, um percurso de interpretação do ecossistema florestal, terminando no Centro Associativo do Calhau com actividades lúdico-pedagógicas. A QUERCUS apresentará as suas preocupações relativamente à floresta portuguesa, insistindo na necessidade de proteger os carvalhais autóctones.
Lisboa, 18 de Março de 2005
Das Utopias
"Se as coisas são inatingíveis... ora!
Não é motivo para não querê-las...
Que tristes os caminhos se não fora
A mágica presença das estrelas!"
Mario Quintana
Via Os (In)separáveis
Não é motivo para não querê-las...
Que tristes os caminhos se não fora
A mágica presença das estrelas!"
Mario Quintana
Via Os (In)separáveis
Israel evacuará acampamento de colaboradores palestinos em Gaza
JERUSALÉM, 21 mar (AFP) O exército israelense evacuará um acampamento ao sul da Faixa de Gaza no qual vivem dezenas de "colaboradores" palestinos protegidos por seus soldados para garantir sua segurança depois da retirada israelense, informou uma fonte do Estado hebreu.
"Israel evacuará esse acampamento, pois os palestinos que nos ajudaram podem ser massacrados depois de nossa saída, prevista para o meio do ano", afirmou o funcionário, que pediu anonimato.
"Nós não temos o costume de abandonar a seu próprio destino os que correram riscos colocando-se a nosso serviço na luta contra o terrorismo", acrescentou.
Segundo a rádio pública, que cita uma pesquisa realizada entre estes palestinos, a maioria deles deseja abandonar o acampamento de Dahanieh e morar no território israelense.
Eles não viverão mais agrupados em uma cidade de Israel, mas espalhados em diversas cidades. Uma minoria decidiu, apesar do perigo, permanecer na Faixa de Gaza após a retirada israelense. A evacuação deve começar no dia 20 de julho.
De acordo com a emissora, os edifícios do acampamento de Dahanieh serão destruídos para que não caiam nas mãos da Autoridade Palestina.
Desde o início da Intifada, em setembro de 2000, dezenas de palestinos suspeitos de colaboração foram assassinados por grupos armados na Cisjordânia e na Faixa de Gaza, sem processos posteriores.
Via France Press
"Israel evacuará esse acampamento, pois os palestinos que nos ajudaram podem ser massacrados depois de nossa saída, prevista para o meio do ano", afirmou o funcionário, que pediu anonimato.
"Nós não temos o costume de abandonar a seu próprio destino os que correram riscos colocando-se a nosso serviço na luta contra o terrorismo", acrescentou.
Segundo a rádio pública, que cita uma pesquisa realizada entre estes palestinos, a maioria deles deseja abandonar o acampamento de Dahanieh e morar no território israelense.
Eles não viverão mais agrupados em uma cidade de Israel, mas espalhados em diversas cidades. Uma minoria decidiu, apesar do perigo, permanecer na Faixa de Gaza após a retirada israelense. A evacuação deve começar no dia 20 de julho.
De acordo com a emissora, os edifícios do acampamento de Dahanieh serão destruídos para que não caiam nas mãos da Autoridade Palestina.
Desde o início da Intifada, em setembro de 2000, dezenas de palestinos suspeitos de colaboração foram assassinados por grupos armados na Cisjordânia e na Faixa de Gaza, sem processos posteriores.
Via France Press
Rice baixa o tom no encontro com presidente e primeiro-ministro chineses
PEQUIM, 21 mar (AFP) A secretária de Estado americana, Condoleezza Rice, se manteve discreta sobre os temas da democracia e direitos humanos na China durante suas reuniões com o presidente e o primeiro-ministro do gigante asiático, informou nesta segunda-feira uma fonte dos EUA.
Rice fez "referência aos nossos desacordos e ao nosso apoio aos direitos humanos", mas "não entrou em detalhes neste nível" durante seus encontros no domingo com o presidente Hu Jintao e o premier Wen Jibao, segundo uma autoridade do Departamento de Estado, que pediu para não ser identificada.
"Em contrapartida, ela deve abordar de maneira mais específica as questões sobre a democracia, os direitos humanos e a liberdade religiosa na segunda-feira", em reuniões com autoridades do segundo escalão, em especial o ministro das Relações Exteriores chinês, Li Zhaoking.
Via France Press
Rice fez "referência aos nossos desacordos e ao nosso apoio aos direitos humanos", mas "não entrou em detalhes neste nível" durante seus encontros no domingo com o presidente Hu Jintao e o premier Wen Jibao, segundo uma autoridade do Departamento de Estado, que pediu para não ser identificada.
"Em contrapartida, ela deve abordar de maneira mais específica as questões sobre a democracia, os direitos humanos e a liberdade religiosa na segunda-feira", em reuniões com autoridades do segundo escalão, em especial o ministro das Relações Exteriores chinês, Li Zhaoking.
Via France Press
Domingo, Março 20, 2005
The CIA’s ‘rendition’ program II
ISTO É GRAVE, MUITO GRAVE, VALE A PENA LER ESTA REPORTAGEM COMPLETA NO SITE DA CBS, FICA AQUI UM EXTRACTO:
(CBS) You may not have heard the term "rendition," at least not the way the Central Intelligence Agency uses it. But renditions have become one of the most important secret weapons in the war on terror.
In recent years, well over 100 people have disappeared or been "rendered" all around the world. Witnesses tell the same story: masked men in an unmarked jet seize their target, cut off his clothes, put him in a blindfold and jumpsuit, tranquilize him and fly him away.
They're describing U.S. agents collaring terrorism suspects. Some notorious terrorists such as Khalid Sheikh Mohammad, the mastermind of 9/11, were rendered this way.
But as Correspondent Scott Pelley reports, it's happening to many others. Some are taken to prisons infamous for torture. And a few may have been rendered by mistake.
Via CBS
(CBS) You may not have heard the term "rendition," at least not the way the Central Intelligence Agency uses it. But renditions have become one of the most important secret weapons in the war on terror.
In recent years, well over 100 people have disappeared or been "rendered" all around the world. Witnesses tell the same story: masked men in an unmarked jet seize their target, cut off his clothes, put him in a blindfold and jumpsuit, tranquilize him and fly him away.
They're describing U.S. agents collaring terrorism suspects. Some notorious terrorists such as Khalid Sheikh Mohammad, the mastermind of 9/11, were rendered this way.
But as Correspondent Scott Pelley reports, it's happening to many others. Some are taken to prisons infamous for torture. And a few may have been rendered by mistake.
Via CBS
The CIA’s ‘rendition’ program
The US Columbia Broadcasting System (CBS) television’s ‘60 Minutes’ program videotaped the Boeing 737 on a runway at Glasgow Airport in Scotland, saying it was able to trace it through a series of companies and executives that apparently exist only on paper.
It said the plane had made at least 600 flights to 40 countries, all after the September 11, 2001, attacks, including 19 trips to Afghanistan, 17 to Morocco, and 16 to Iraq.
The plane also went to Libya and Guantanamo Bay, Cuba, according to the report.
The aircraft is part of the Central Intelligence Agency’s so-called “rendition” program, in which suspects are sent to foreign governments for interrogation, the report alleged.
The agency has not formally acknowledged the program’s existence.
A German national, which CBS identified as Khalid Masri, told a reporter he was on vacation in Macedonia when he was arrested by police and held in Macedonia for three weeks and then brought to the airport, beaten by masked men, drugged and put aboard the 737.
The plane left Skopje, Macedonia, and went to Baghdad and then Kabul, with Masri saying he awoke in a jail cell where his captors said, “You’re in a country without laws and no one knows where you are”, CBS News quoted the former detainee as saying.
“It was very clear to me that he meant I could stay in my cell for 20 years or be buried somewhere”, Masri told the network.
He added that among his fellow prisoners in the American-run jail were Tanzanians, a Yemeni and a Pakistani who had lived in the United States.
Masri said he had been in solitary confinement for five months and then released without an explanation.
According to the report, the jet also made 10 trips to Uzbekistan, where former British Ambassador Craig Murray said the jet’s nominal owner, Premier Executive Transport Services, kept a small staff at the airport in Tashkent.
Murray said Uzbek interrogators use unusually cruel methods, including “techniques of drowning and suffocation, rape... and also the insertion of limbs in boiling liquid”.
Murray said he had complained to his superiors that information was being obtained by torture and sent his deputy to the CIA station chief to inquire about the practice. “The CIA definitely knows”, he told the television program, adding that his deputy had confirmed that evidence “probably was obtained under torture but the CIA didn’t see that as a problem”.
He was ordered to return to London four months ago and has since left government service, CBS News pointed out.
Other observers have also charged that since US laws ban the use of torture, the CIA finds it convenient to ship suspects to countries where torture is routinely practiced, and where information can be extracted from the suspects without the agency being in violation of any legislation.
Via Monday Morning
It said the plane had made at least 600 flights to 40 countries, all after the September 11, 2001, attacks, including 19 trips to Afghanistan, 17 to Morocco, and 16 to Iraq.
The plane also went to Libya and Guantanamo Bay, Cuba, according to the report.
The aircraft is part of the Central Intelligence Agency’s so-called “rendition” program, in which suspects are sent to foreign governments for interrogation, the report alleged.
The agency has not formally acknowledged the program’s existence.
A German national, which CBS identified as Khalid Masri, told a reporter he was on vacation in Macedonia when he was arrested by police and held in Macedonia for three weeks and then brought to the airport, beaten by masked men, drugged and put aboard the 737.
The plane left Skopje, Macedonia, and went to Baghdad and then Kabul, with Masri saying he awoke in a jail cell where his captors said, “You’re in a country without laws and no one knows where you are”, CBS News quoted the former detainee as saying.
“It was very clear to me that he meant I could stay in my cell for 20 years or be buried somewhere”, Masri told the network.
He added that among his fellow prisoners in the American-run jail were Tanzanians, a Yemeni and a Pakistani who had lived in the United States.
Masri said he had been in solitary confinement for five months and then released without an explanation.
According to the report, the jet also made 10 trips to Uzbekistan, where former British Ambassador Craig Murray said the jet’s nominal owner, Premier Executive Transport Services, kept a small staff at the airport in Tashkent.
Murray said Uzbek interrogators use unusually cruel methods, including “techniques of drowning and suffocation, rape... and also the insertion of limbs in boiling liquid”.
Murray said he had complained to his superiors that information was being obtained by torture and sent his deputy to the CIA station chief to inquire about the practice. “The CIA definitely knows”, he told the television program, adding that his deputy had confirmed that evidence “probably was obtained under torture but the CIA didn’t see that as a problem”.
He was ordered to return to London four months ago and has since left government service, CBS News pointed out.
Other observers have also charged that since US laws ban the use of torture, the CIA finds it convenient to ship suspects to countries where torture is routinely practiced, and where information can be extracted from the suspects without the agency being in violation of any legislation.
Via Monday Morning
Estará a RENAMO efectivamente interessada na paz?
Renamo avisa - `Quem tentar desarmar a nossa força sairá a correr de Maríngwè´
Francisco Maingue, quarta-feira finda eleito delegado político provincial da RENAMO em Sofala, disse, em entrevista, que `aquele que for a Maríngwè e experimentar desarmar a segurança de Dhlakama à força sairá de lá a correr´.
Falando ao SAVANA à margem da III sessão extraordinária do Conselho Provincial da `perdiz´, que o elegeu, Maingue afirmou que `há coisas que não têm a ver com questões administrativa e política.
A FRELIMO diz que vai desarmar esse contingente usando a força ou outros meios necesários, mas advirto que quem for a Maríngwè com tal intenção sairá de lá a correr´.
Fazendo alusão ao acordo de Roma, assinado em 1992 entre o Governo e a Renamo, Maingue afirmou que o executivo não cumpriu com o protocolo, que previa a integração de 150 homens estacionados em Maríngwè e Cheringoma na Polícia da República de Moçambique (PRM), daí que qualquer acção com recurso à força pelo mesmo é uma clara violação ao espírito e letra daquele memorando que pôs fim a 16 anos de guerra fratricida.
Questionado sobre o conteúdo de tal advertência, Maingue afirmou que `são questões estratégicas do seu partido´.
Entretanto, tal pronunciamento surge em réplica ao ministro do Interior, José Pacheco, que afirmara muito recentemente a intenção do Governo de desarmar a segurança de Dhlakama, nem que para tal seja necessário recorrer ao uso da força...
Via Imensis
Francisco Maingue, quarta-feira finda eleito delegado político provincial da RENAMO em Sofala, disse, em entrevista, que `aquele que for a Maríngwè e experimentar desarmar a segurança de Dhlakama à força sairá de lá a correr´.
Falando ao SAVANA à margem da III sessão extraordinária do Conselho Provincial da `perdiz´, que o elegeu, Maingue afirmou que `há coisas que não têm a ver com questões administrativa e política.
A FRELIMO diz que vai desarmar esse contingente usando a força ou outros meios necesários, mas advirto que quem for a Maríngwè com tal intenção sairá de lá a correr´.
Fazendo alusão ao acordo de Roma, assinado em 1992 entre o Governo e a Renamo, Maingue afirmou que o executivo não cumpriu com o protocolo, que previa a integração de 150 homens estacionados em Maríngwè e Cheringoma na Polícia da República de Moçambique (PRM), daí que qualquer acção com recurso à força pelo mesmo é uma clara violação ao espírito e letra daquele memorando que pôs fim a 16 anos de guerra fratricida.
Questionado sobre o conteúdo de tal advertência, Maingue afirmou que `são questões estratégicas do seu partido´.
Entretanto, tal pronunciamento surge em réplica ao ministro do Interior, José Pacheco, que afirmara muito recentemente a intenção do Governo de desarmar a segurança de Dhlakama, nem que para tal seja necessário recorrer ao uso da força...
Via Imensis
Al-Qaeda reivindica ataque em Mossul (Internet)
DUBAI, 20 mar (AFP) Um grupo da rede terrorista Al-Qaeda reivindicou, em um comunicado divulgado neste domingo em um site islamita da Internet, um ataque suicida em Mossul contra o chefe do serviço anticorrupção desta cidade do norte do Iraque.
"O renegado Walid Kachmula foi assassinado em uma operação de martírio", destacou o grupo em um comunicado, cuja autenticidade não pôde ser constatada.
Kachmula era 'o agente número um dos americanos na província de Nínive', cuja capital é Mossul, acrescentou o texto.
O general e dois de seus seguranças morreram no ataque ocorrido neste domingo pela manhã, segundo o Ministério do Interior.
Um responsável pela força de proteção dos edifícios oficiais, Mustafá Wahid Abdalá, explicou que o suicida conseguiu se infiltrar na sede do serviço anticorrupção mostrando uma identificação destinada à seção de investigações do local.
"Após ter entrado no local por volta das 09h30 (03h30 Brasília), o homem caminhou pelo escritório do diretor onde detonou a carga explosiva", continuou.
Algumas horas mais tarde, outras duas pessoas que participavam dos funerais de Kachmula morreram ao serem alcançados por disparos de homens armados.
Via France Press
"O renegado Walid Kachmula foi assassinado em uma operação de martírio", destacou o grupo em um comunicado, cuja autenticidade não pôde ser constatada.
Kachmula era 'o agente número um dos americanos na província de Nínive', cuja capital é Mossul, acrescentou o texto.
O general e dois de seus seguranças morreram no ataque ocorrido neste domingo pela manhã, segundo o Ministério do Interior.
Um responsável pela força de proteção dos edifícios oficiais, Mustafá Wahid Abdalá, explicou que o suicida conseguiu se infiltrar na sede do serviço anticorrupção mostrando uma identificação destinada à seção de investigações do local.
"Após ter entrado no local por volta das 09h30 (03h30 Brasília), o homem caminhou pelo escritório do diretor onde detonou a carga explosiva", continuou.
Algumas horas mais tarde, outras duas pessoas que participavam dos funerais de Kachmula morreram ao serem alcançados por disparos de homens armados.
Via France Press
12071 Visitas à Grande Fauna
Bem, o Blogpatrol é o contador de visitas inicial d' A GRANDE FAUNA, mas deixou de estar online... Perdi portanto a noção das visitas totais d' A GRANDE FAUNA desde Novembro/Dezembro de 2004.
Mas, como tenho o Geoloc instalado desde Dezembro/Janeiro (mais ou menos:) )dá para nos situarmos. Devia ter instalado logo o sitemeter não é?
Muito Obrigado a todos os visitantes e um abraço a todos também!
Aqui vai:
12071 Visitantes Totais
Visitantes d' A GRANDE FAUNA por país até ao dia de Hoje - Via GEOLOC.
Portugal
- 9788
Etats Unis
- 1033
Bresil
- 436
Canada
- 158
Royaume Uni
- 71
France
- 60
Espagne
- 42
Allemagne
- 40
Singapour
- 36
Pays Bas
- 30
Mexique
- 28
Australie
- 22
Chili
- 19
Italie
- 18
Suede
- 17
Taiwan
- 14
Liban
- 14
Finlande
- 12
Malaisie
- 12
Danemark
- 12
Mozambique
- 11
Japon
- 11
Egypte
- 11
Belgique
- 10
Philippines
- 9
Pologne
- 8
Norvege
- 8
Nouvelle Zélande
- 8
Afrique du Sud
- 8
Emirats Arabes Unis
- 8
Argentine
- 6
Iran
- 6
Autriche
- 6
Russie
- 6
Cap Vert
- 6
Grece
- 6
Arabie Saoudite
- 6
Inde
- 6
Indonesie
- 5
Suisse
- 4
Colombie
- 4
Chypre
- 4
Turquie
- 4
Coree du sud
- 4
Estonie
- 4
Koweit
- 3
Panama
- 3
Slovenie
- 2
Irlande
- 2
Perou
- 2
Equateur
- 2
Maroc
- 2
Qatar
- 2
Latvia
- 2
Ukraine
- 2
Israel
- 2
Algerie
- 2
Bahrain
- 2
Bulgarie
- 2
Porto Rico
- 2
Tanzanie
- 2
Republique Tcheque
- 2
Hongrie
- 2
Hong Kong
- 1
Maurice (ile)
- 1
Mas, como tenho o Geoloc instalado desde Dezembro/Janeiro (mais ou menos:) )dá para nos situarmos. Devia ter instalado logo o sitemeter não é?
Muito Obrigado a todos os visitantes e um abraço a todos também!
Aqui vai:
12071 Visitantes Totais
Visitantes d' A GRANDE FAUNA por país até ao dia de Hoje - Via GEOLOC.
Portugal
- 9788
Etats Unis
- 1033
Bresil
- 436
Canada
- 158
Royaume Uni
- 71
France
- 60
Espagne
- 42
Allemagne
- 40
Singapour
- 36
Pays Bas
- 30
Mexique
- 28
Australie
- 22
Chili
- 19
Italie
- 18
Suede
- 17
Taiwan
- 14
Liban
- 14
Finlande
- 12
Malaisie
- 12
Danemark
- 12
Mozambique
- 11
Japon
- 11
Egypte
- 11
Belgique
- 10
Philippines
- 9
Pologne
- 8
Norvege
- 8
Nouvelle Zélande
- 8
Afrique du Sud
- 8
Emirats Arabes Unis
- 8
Argentine
- 6
Iran
- 6
Autriche
- 6
Russie
- 6
Cap Vert
- 6
Grece
- 6
Arabie Saoudite
- 6
Inde
- 6
Indonesie
- 5
Suisse
- 4
Colombie
- 4
Chypre
- 4
Turquie
- 4
Coree du sud
- 4
Estonie
- 4
Koweit
- 3
Panama
- 3
Slovenie
- 2
Irlande
- 2
Perou
- 2
Equateur
- 2
Maroc
- 2
Qatar
- 2
Latvia
- 2
Ukraine
- 2
Israel
- 2
Algerie
- 2
Bahrain
- 2
Bulgarie
- 2
Porto Rico
- 2
Tanzanie
- 2
Republique Tcheque
- 2
Hongrie
- 2
Hong Kong
- 1
Maurice (ile)
- 1
Israel começará a transferir para os palestinos o controle de Tulkarem
JERUSALÉM, 20 mar (AFP) Israel começará a transferir aos palestinos o controle da cidade de Tulkarem, na Cisjordânia, na segunda-feira, anunciou o ministro israelense da Defesa, Shaul Mofaz.
"A transferência aos palestinos começará amanhã (segunda-feira)", declarou Mofaz em uma visita à base militar de Tel Hashomer, perto de Tel Aviv.
"Para nós é muito importante ver como os palestinos cumprirão as condições acordadas para a transferência de controle das cidades da Cisjordânia", acrescentou o ministro.
"Em primeiro lugar, têm que solucionar o tema dos ativistas procurados, demonstrar sua capacidade para manter o respeito à ordem, desmantelar as infra-estruturas terroristas e impedir os ataques a partir dos setores que passam a controlar. Vigiaremos muito de perto o desenvolvimento da situação nas cidades transferidas", insistiu.
O ministro não anunciou quanto tempo durará este processo.
Israel transferiu na quarta-feira passada o controle da cidade de Jericó, na Cisjordânia, aos palestinos, em uma operação que deve durar quatro semanas.
A transferência da segurança das cidades da Cisjordânia à Autoridade Palestina foi acordada na cúpula de Sharm el-Sheikh (Egipto) no dia 8 de fevereiro.
Via France Press
"A transferência aos palestinos começará amanhã (segunda-feira)", declarou Mofaz em uma visita à base militar de Tel Hashomer, perto de Tel Aviv.
"Para nós é muito importante ver como os palestinos cumprirão as condições acordadas para a transferência de controle das cidades da Cisjordânia", acrescentou o ministro.
"Em primeiro lugar, têm que solucionar o tema dos ativistas procurados, demonstrar sua capacidade para manter o respeito à ordem, desmantelar as infra-estruturas terroristas e impedir os ataques a partir dos setores que passam a controlar. Vigiaremos muito de perto o desenvolvimento da situação nas cidades transferidas", insistiu.
O ministro não anunciou quanto tempo durará este processo.
Israel transferiu na quarta-feira passada o controle da cidade de Jericó, na Cisjordânia, aos palestinos, em uma operação que deve durar quatro semanas.
A transferência da segurança das cidades da Cisjordânia à Autoridade Palestina foi acordada na cúpula de Sharm el-Sheikh (Egipto) no dia 8 de fevereiro.
Via France Press
Iraque: Jordânia é alvo de manifestações hostis e chama embaixador de volta
ALGER, 20 mar (AFP) O ministro das Relações Exteriores jordaniano, Hani Mulki, anunciou neste domingo que chamou de volta seu embaixador no Iraque para discutir as manifestações hostis à Jordânia que se multiplicam em Bagdá.
"Nós chamamos nosso encarregado das relações exteriores no Iraque, Dimaï Haddad, porque a embaixada não está segura, mas outros diplomatas, que não vivem neste prédio, permanecerão no país", afirmou Mulki, que participa dos trabalhos preparatórios para a cúpula árabe programada para as próximas segunda e terça-feira na capital argelina.
"Isto não significa que estamos prestes a suspender nossas atividades no Iraque, mas que as interrompemos até que a embaixada tenha a segurança adequada", explicou Mulki.
Pouco antes deste anúncio, uma autoridade do alto escalão da diplomacia iraquiana disse que seu representante em Amã também foi convocado a voltar a Bagdá, em protesto pela falta de ação do governo jordaniano contra os autores de atentados no Iraque.
De acordo com o ministro jordaniano, a embaixada em Bagdá está praticamente em estado de sítio nas últimas semanas, alvo de manifestações antijordanianas praticamente diárias.
O principal estopim dos protestos seria o suposto envolvimento de um jordaniano, Raed el-Banna, no atentado de Hilla, uma cidade xiita ao sul da capital iraquiana, no qual 118 pessoas morreram no último dia 28.
Neste sábado, o embaixador jordaniano se reuniu com um dos principais líderes xiitas iraquianos, que exigiu pedidos de desculpas e medidas radicais de Amã contra os partidários do regime de Saddam Hussein que estariam atuando a partir da Jordânia.
Segundo um comunicado divulgado pelo Conselho Supremo da Revolução Islâmica no Iraque (CSRII), seu chefe, Abdel Aziz Hakim, grande vencedor das eleições gerais, quer um pedido de desculpas claro do rei da Jordânia Abdulá II e das autoridades jordanianas pelos crimes cometidos no Iraque.
Via France Press
"Nós chamamos nosso encarregado das relações exteriores no Iraque, Dimaï Haddad, porque a embaixada não está segura, mas outros diplomatas, que não vivem neste prédio, permanecerão no país", afirmou Mulki, que participa dos trabalhos preparatórios para a cúpula árabe programada para as próximas segunda e terça-feira na capital argelina.
"Isto não significa que estamos prestes a suspender nossas atividades no Iraque, mas que as interrompemos até que a embaixada tenha a segurança adequada", explicou Mulki.
Pouco antes deste anúncio, uma autoridade do alto escalão da diplomacia iraquiana disse que seu representante em Amã também foi convocado a voltar a Bagdá, em protesto pela falta de ação do governo jordaniano contra os autores de atentados no Iraque.
De acordo com o ministro jordaniano, a embaixada em Bagdá está praticamente em estado de sítio nas últimas semanas, alvo de manifestações antijordanianas praticamente diárias.
O principal estopim dos protestos seria o suposto envolvimento de um jordaniano, Raed el-Banna, no atentado de Hilla, uma cidade xiita ao sul da capital iraquiana, no qual 118 pessoas morreram no último dia 28.
Neste sábado, o embaixador jordaniano se reuniu com um dos principais líderes xiitas iraquianos, que exigiu pedidos de desculpas e medidas radicais de Amã contra os partidários do regime de Saddam Hussein que estariam atuando a partir da Jordânia.
Segundo um comunicado divulgado pelo Conselho Supremo da Revolução Islâmica no Iraque (CSRII), seu chefe, Abdel Aziz Hakim, grande vencedor das eleições gerais, quer um pedido de desculpas claro do rei da Jordânia Abdulá II e das autoridades jordanianas pelos crimes cometidos no Iraque.
Via France Press
Iraque
Só queria para já dizer isto, o que ganhou o Iraque com esta Guerra e invasão ilegitíma?
Mortes e Mortes e Mortes!
Mortes e Mortes e Mortes!
Sábado, Março 19, 2005
Rice chama Coréia do Norte a retornar "imediatamente" às negociações
TÓQUIO, 19 Mar (AFP) A secretária de Estado americana, Condoleezza Rice, convocou neste sábado a Coréia do Norte para um retorno "imediato" ao diálogo sobre suas ambições nucleares e afirmou que a China, aliado de Pyongyang, é responsável por reinicar as negociações.
"A Coréia do Norte deve retornar imediatamente para a conversa de seis partes (China, Rússia, EUA, Japão e as Coréias do Sul e do Norte), se fala sério sobre explorar o caminho a seguir que nós e as outras partes propusemos", disse Rice, em um discurso na Sophia University, em Tóquio.
"Todas as partes precisam ampliar seus esforços para convencer a Coréia do Norte que chegou a hora de tomar uma decisão", completou.
"A China tem uma oportunidade e responsabilidade particulares aqui e eu estarei em breve discutindo em Pequim como os Estados Unidos e a China podem avançar em nossos interesses em comum nisso e em outros assuntos", disse a secretária.
Via France Press
"A Coréia do Norte deve retornar imediatamente para a conversa de seis partes (China, Rússia, EUA, Japão e as Coréias do Sul e do Norte), se fala sério sobre explorar o caminho a seguir que nós e as outras partes propusemos", disse Rice, em um discurso na Sophia University, em Tóquio.
"Todas as partes precisam ampliar seus esforços para convencer a Coréia do Norte que chegou a hora de tomar uma decisão", completou.
"A China tem uma oportunidade e responsabilidade particulares aqui e eu estarei em breve discutindo em Pequim como os Estados Unidos e a China podem avançar em nossos interesses em comum nisso e em outros assuntos", disse a secretária.
Via France Press
Nova estratégia dos EUA na defesa terá mais prevenção e cooperação
WASHINGTON, 18 mar (AFP) Os Estados Unidos revelaram nesta sexta-feira uma parte de sua nova estratégia de defesa, que permanece baseada nas ações militares preventivas frente às ameaças graves, embora também vá insistir na importância da colaboração com outros países para evitar os conflitos.
Os novos elementos da estratégia de defesa americana que servirão de base para a próxima política militar foram apresentados nesta sexta-feira pelo subsecretário da Defesa, Douglais Feith, na presença, pela primeira vez, de representantes dos países aliados dos Estados Unidos.
Para os próximos anos, o objetivo do Pentágono é reforçar as alianças estratégicas com seus aliados, para ajudar outros países a aumentar suas capacidades de autodefesa e realizar esforços em comum para responder aos novos desafios, explicaram as autoridades.
"Há uma ênfase nas medidas tomadas anteriormente, as medidas preventivas, que são um elemento essencial de nossa estratégia de defesa", explicou Feith.
O documento reafirma o recurso de ações militares preventivas, em caso de ameaça de ataques graves de extremistas ou de países hostis, possuidores de armas de destruição em massa.
Ainda segundo o texto, os Estados Unidos tentarão evitar os conflitos com uma crescente cooperação de segurança, missões humanitárias, operações de manutenção da paz e acordos de não-proliferação.
Via France Press
Os novos elementos da estratégia de defesa americana que servirão de base para a próxima política militar foram apresentados nesta sexta-feira pelo subsecretário da Defesa, Douglais Feith, na presença, pela primeira vez, de representantes dos países aliados dos Estados Unidos.
Para os próximos anos, o objetivo do Pentágono é reforçar as alianças estratégicas com seus aliados, para ajudar outros países a aumentar suas capacidades de autodefesa e realizar esforços em comum para responder aos novos desafios, explicaram as autoridades.
"Há uma ênfase nas medidas tomadas anteriormente, as medidas preventivas, que são um elemento essencial de nossa estratégia de defesa", explicou Feith.
O documento reafirma o recurso de ações militares preventivas, em caso de ameaça de ataques graves de extremistas ou de países hostis, possuidores de armas de destruição em massa.
Ainda segundo o texto, os Estados Unidos tentarão evitar os conflitos com uma crescente cooperação de segurança, missões humanitárias, operações de manutenção da paz e acordos de não-proliferação.
Via France Press
Guerrilha de Uganda seqüestra 49 crianças
KAMPALA, 18 mar (AFP) O Exército de Uganda matou nesta sexta-feira sete rebeldes do Exército de Resistência do Senhor (LRA, sigla em inglês), no norte do país, onde esta guerrilha seqüestrou pelo menos 50 crianças na quinta-feira à noite.
Segundo fontes da ONU, trata-se do pior sequestro dos últimos meses nesta zona de conflito entre o LRA e o Exército do Governo.
"As informações dadas por uma fonte de segurança apontavam que pelo menos 49 crianças foram sequestradas. Vamos para essa zona no sábado de manhã para avaliar a situação", disse um representante das Nações Unidas na área.
"Os rebeldes do LRA atacaram e sequestraram várias crianças na aldeia de Minakulu, que fica no distrito de Apac, limítrofe com o de Gulu", declarou por telefone à AFP um membro da Igreja Católica, acrescentando que mais de 20 foram feitas reféns.
Já um porta-voz do Exército ugandense em Gulu, tenente Kiconco Tabaro, confirmou o sequestro, sem dar números, ressaltando apenas que dez crianças foram salvas.
Anteriormente, o tenente Tabaro anunciou que o Exército matou sete rebeldes durante uma primeira operação perto da localidade de Odek, no distrito de Gulu, a região de origem de Joseph Kony, o líder do LRA que há 17 anos luta contra o Governo de Kampala.
Via France Press
Segundo fontes da ONU, trata-se do pior sequestro dos últimos meses nesta zona de conflito entre o LRA e o Exército do Governo.
"As informações dadas por uma fonte de segurança apontavam que pelo menos 49 crianças foram sequestradas. Vamos para essa zona no sábado de manhã para avaliar a situação", disse um representante das Nações Unidas na área.
"Os rebeldes do LRA atacaram e sequestraram várias crianças na aldeia de Minakulu, que fica no distrito de Apac, limítrofe com o de Gulu", declarou por telefone à AFP um membro da Igreja Católica, acrescentando que mais de 20 foram feitas reféns.
Já um porta-voz do Exército ugandense em Gulu, tenente Kiconco Tabaro, confirmou o sequestro, sem dar números, ressaltando apenas que dez crianças foram salvas.
Anteriormente, o tenente Tabaro anunciou que o Exército matou sete rebeldes durante uma primeira operação perto da localidade de Odek, no distrito de Gulu, a região de origem de Joseph Kony, o líder do LRA que há 17 anos luta contra o Governo de Kampala.
Via France Press
Sexta-feira, Março 18, 2005
Um pequeno apontamento
O Santana e o seu motorista passeavam por uma estrada quando subitamente, atropelaram um porco, matando-o instantaneamente.
O Santana disse então ao seu motorista que fosse até à quinta e explicasse o que tinha acontecido ao dono do animal.
Uma hora mais tarde, o Santana vê o seu motorista a cambalear em direcção
ao carro, com um cigarro numa mão e com uma garrafa na outra. A roupa
estava toda amarrotada.
- O que é que aconteceu? - perguntou o Santana.
O motorista respondeu:
- Bem, o dono da quinta deu-me vinho, a sua mulher, cigarros e a sua
charmosa filha de 19 anos fez amor comigo, apaixonadamente.
- Meu Deus! Mas o que é que lhes disse? - perguntou Santana.
- Sou o motorista do Santana e acabo de matar o porco!
O Santana disse então ao seu motorista que fosse até à quinta e explicasse o que tinha acontecido ao dono do animal.
Uma hora mais tarde, o Santana vê o seu motorista a cambalear em direcção
ao carro, com um cigarro numa mão e com uma garrafa na outra. A roupa
estava toda amarrotada.
- O que é que aconteceu? - perguntou o Santana.
O motorista respondeu:
- Bem, o dono da quinta deu-me vinho, a sua mulher, cigarros e a sua
charmosa filha de 19 anos fez amor comigo, apaixonadamente.
- Meu Deus! Mas o que é que lhes disse? - perguntou Santana.
- Sou o motorista do Santana e acabo de matar o porco!
Amnistia pede imediata libertação dos presos políticos em Cuba
MADRID, 18 Mar (AFP) A organização de direitos humanos Amnistia Internacional (AI) pediu esta sexta-feira, em Madrid, a liberdade imediata e incondicional de 71 presos políticos de Cuba.
Ao completar dois anos de detenção de 75 dissidentes políticos condenados em julgamentos sumários a penas de até 28 anos, em uma onda repressiva sem precedentes, a entidade humanitária apresentou o informe intitulado "Cuba, 71 presos políticos aguardam a liberdade", no qual manifesta suas preocupações quanto à situação dos detidos.
A Amnistia reclama das autoridades cubanas que respeitem as mínimas regras de tratamento de prisioneiros, investigue os casos de maus-tratos nas prisões e permitam que os políticos fiquem detidos perto de suas casas, informou Gerardo Ducos, investigador dessa organização para Cuba.
A AI pediu, além disso, que o governo de Fidel Castro elimine a pena de morte de sua legislação.
A organização reconhece "os impactos negativos no respeito dos direitos humanos do embargo unilateral" econômico e comercial que os Estados Unidos impõem à ilha há mais de 40 anos, acrescentando, no entanto, que o embargo é usado como pretexto pelo governo cubano para atacar a dissidência.
Via France Press
Ao completar dois anos de detenção de 75 dissidentes políticos condenados em julgamentos sumários a penas de até 28 anos, em uma onda repressiva sem precedentes, a entidade humanitária apresentou o informe intitulado "Cuba, 71 presos políticos aguardam a liberdade", no qual manifesta suas preocupações quanto à situação dos detidos.
A Amnistia reclama das autoridades cubanas que respeitem as mínimas regras de tratamento de prisioneiros, investigue os casos de maus-tratos nas prisões e permitam que os políticos fiquem detidos perto de suas casas, informou Gerardo Ducos, investigador dessa organização para Cuba.
A AI pediu, além disso, que o governo de Fidel Castro elimine a pena de morte de sua legislação.
A organização reconhece "os impactos negativos no respeito dos direitos humanos do embargo unilateral" econômico e comercial que os Estados Unidos impõem à ilha há mais de 40 anos, acrescentando, no entanto, que o embargo é usado como pretexto pelo governo cubano para atacar a dissidência.
Via France Press
O blog, ética, e tudo o resto.
No outro dia, quando estava no carro, vinha a ouvir um debate sobre a blogosfera e a sua relação com os media tradicionais.
Foram levantadas algumas questões interessantes, sobre as quais penso que vale a pena reflectir.
Uma das mais interessantes foi: será que o blogger deve estar limitado por qualquer tipo de código ético?
Por um lado a blogosfera é caracterizada por ser um espaço de total liberdade, livre das regras que regulam os outros media. Por isso muitos consideram os blogs como o único meio de informação completamente livre, onde as notícias/artigos não são filtrados, como acontece num jornal ou canal de televisão.
Por outro lado, foi apresentado uma situação concreta:
Existem empresas que pagam a bloggers para elogiarem no seu blog determinados produtos.
Se isto acontecesse num jornal, em que um jornalista fosse subornado, era logo um escândalo de corrupção.
E nos blogs?
Deverá isto ser condenado? Ou não, pois o blogger é livre de escrever o que quer?
Deverá o blog estar limitado por regras éticas?
Pessoalmente considero que estas atitudes devem ser condenadas. Não a nível jurídico, claro, mas quem adopta este tipo de conduta deve sofrer por parte dos outros bloggers uma sanção, pois quem tem estes comportamentos perde (pelo menos para mim) toda a credibilidade, atraiçoando o valor máximo do blog: a liberdade.
Em nome da liberdade, o blog deve ser livre de todo e qualquer interesse económico.
Assim, penso que cada blogger deve adoptar um código ético pessoal, e permanecer fiel a ele, sob pena de vir a ser marginalizado pelos outros bloggers.
Via Ignivomus
Foram levantadas algumas questões interessantes, sobre as quais penso que vale a pena reflectir.
Uma das mais interessantes foi: será que o blogger deve estar limitado por qualquer tipo de código ético?
Por um lado a blogosfera é caracterizada por ser um espaço de total liberdade, livre das regras que regulam os outros media. Por isso muitos consideram os blogs como o único meio de informação completamente livre, onde as notícias/artigos não são filtrados, como acontece num jornal ou canal de televisão.
Por outro lado, foi apresentado uma situação concreta:
Existem empresas que pagam a bloggers para elogiarem no seu blog determinados produtos.
Se isto acontecesse num jornal, em que um jornalista fosse subornado, era logo um escândalo de corrupção.
E nos blogs?
Deverá isto ser condenado? Ou não, pois o blogger é livre de escrever o que quer?
Deverá o blog estar limitado por regras éticas?
Pessoalmente considero que estas atitudes devem ser condenadas. Não a nível jurídico, claro, mas quem adopta este tipo de conduta deve sofrer por parte dos outros bloggers uma sanção, pois quem tem estes comportamentos perde (pelo menos para mim) toda a credibilidade, atraiçoando o valor máximo do blog: a liberdade.
Em nome da liberdade, o blog deve ser livre de todo e qualquer interesse económico.
Assim, penso que cada blogger deve adoptar um código ético pessoal, e permanecer fiel a ele, sob pena de vir a ser marginalizado pelos outros bloggers.
Via Ignivomus
Drilling day
C'est la grande bataille que George Bush n'a pas gagnée pendant son premier mandat.
Le forage pétrolier en Alaska.
Via Big Picture
Le forage pétrolier en Alaska.
Via Big Picture
Conselhos indispensáveis
Conselhos indispensáveis às boas donas de casa dizia a Maria, eu rectifico aos amantes da cozinha e culinária!
Para que as moscas não poisem na carne - O melhor preservativo até hoje conhecido é colocar junto à carne um pedaço de cebola.
Contra o mau cheiro da carne - Lança-se em uma panela com água a carne que se quer purificar. Escuma-se quando ferver, e depois dessa operação feita, deita-se na panela um carvão aceso, bem compacto, e sem fumo. Deixa-se dentro dois ou três minutos e extinguir-se-ha o mau cheiro do caldo ou da carne.
Como se conhece a carne boa - Para escolher a carne de vaca, carrega-se-lhe com o dedo polegar, e se a marca desaparecer em seguida, é sinal de que a carne procede de rez nova e de boa qualidade.
in Miraflor, Branca, Colecção Doméstica - nº 1, 150 Maneiras de Cosinhar Carne, Livraria Barateira, 1940
Via Divas & Contrabaixos
Para que as moscas não poisem na carne - O melhor preservativo até hoje conhecido é colocar junto à carne um pedaço de cebola.
Contra o mau cheiro da carne - Lança-se em uma panela com água a carne que se quer purificar. Escuma-se quando ferver, e depois dessa operação feita, deita-se na panela um carvão aceso, bem compacto, e sem fumo. Deixa-se dentro dois ou três minutos e extinguir-se-ha o mau cheiro do caldo ou da carne.
Como se conhece a carne boa - Para escolher a carne de vaca, carrega-se-lhe com o dedo polegar, e se a marca desaparecer em seguida, é sinal de que a carne procede de rez nova e de boa qualidade.
in Miraflor, Branca, Colecção Doméstica - nº 1, 150 Maneiras de Cosinhar Carne, Livraria Barateira, 1940
Via Divas & Contrabaixos
Um post do Bioterra - Via Congeminações
Em Portugal verifica-se que
1. o Plano Nacional da Água não está actuante
2. que os argumentos de mais barragens ( o Alqueva, um dos maiores lagos artificiais da Europa e não verte uma pinga de água para os terrenos) ou mais furos ( convidando ao famoso egoísmo territorial e com consequências desastrosas na drenagem das nascentes) são insustentáveis- a água é viva!!
3. que polulam piscinas familiares e de hóteis e campos de golfe, retratando a clivagem socio-económica cada vez mais gritante entre os portugueses
4. e que há portugueses a pagar uma factura de água por dois meses de cada vez e muito cara e outros a pagar uma factura mais barata.
5. uma erosão costeira e interior intensa (mais incêndios, má gestão dos solos, betanização, impermeabilização dos solos, forte urbanização do litoral)
6. enorme dependência (desnecessária) do petróleo
As consultas públicas, tal como fóruns e dedates, são mecanismos cívicos de maior importância.
Contudo os textos em consulta pública de qualquer Ministério ou Câmara neste país continuam teimosamente com linguagem muito pouco acessível ao cidadão comum e interventivo. Gradualmente e por força de muitas ONG, as consultas públicas começam a ter alguma visibilidade, mas tendo como efeitos práticos poucos ( os vários PDM que foram sendo debatidos pelo País fora são disso exemplo). Mas temos que insistir e dedicar algum tempo nisto, porque realmente há que mudar o Estrago
da Nação e no aspecto energético então é de facto um TEMA FULCRAL e estamos a passos largos de uma CRISE a todos os níveis.
A Quercus lançou ontem, dia 16 de Março, um comunicado de imprensa protestando contra a recente legislação que aprovou o novo tarifário da electricidade produzida através de energias renováveis (o Decreto-lei nº 33-A/2005 de 16 de Fevereiro) e que tem diversos aspectos em que entra em contradição com os objectivos do Protocolo de Quioto.
Continuando a ler o referido comunicado, a Quercus justifica que em primeiro lugar, penaliza a digestão anaeróbia, processo a partir do qual os resíduos orgânicos são transformados em fertilizante e em biogás utilizado para a produção de energia (eléctrica) renovável.
Com efeito, nesta nova legislação a electricidade produzida a partir de biogás proveniente da reciclagem de resíduos orgânicos baixou de 0,065 euros por kWh para 0,055 euros por kWh.
Esta medida é incompreensível, uma vez que diversos documentos relativos às alterações climáticas (ex.: PNAC - Programa Nacional para as Alterações Climáticas) referem a importância do processo de digestão anaeróbia como forma de controlar as emissões de metano, assim como de contribuir para a produção de energia renovável.
Incrivelmente, a incineração de resíduos urbanos que, pela queima de plásticos, dá origem a significativas emissões de dióxido de carbono, acaba por ser premiada, subindo de 0,065 euros por kWh para 0,076 euros por kWh. Ou seja, esta legislação dá um claro incentivo à emissão de gases com efeito de estufa.
Por outro lado, ao penalizar fortemente a digestão anaeróbia, esta legislação torna mais difícil a devida aplicação deste processo para o tratamento de grandes volumes de resíduos, tais como a fracção orgânica dos resíduos urbanos, as lamas de ETAR, os efluentes de suiniculturas, os resíduos da indústria agro-alimentar e muitos resíduos agrícolas.
A título de exemplo, a ERB - Estratégia Nacional para a Redução de Resíduos Urbanos Biodegradáveis destinados a Aterros (no âmbito da transposição da Directiva Aterros) prevê a instalação de diversas unidades de digestão anaeróbia de forma a reciclar os resíduos orgânicos, reduzindo a sua colocação em aterro, dando assim cumprimento à directiva comunitária sobre aterros.
Curiosamente, o biogás proveniente da matéria orgânica colocado nos aterros é premiado com uma tarifa de 0,105 euros por kWh, ou seja cerca do dobro do valor atribuído ao biogás proveniente da reciclagem da matéria orgânica. Estamos assim a fomentar claramente o incumprimento da Directiva Aterro!
Via Congeminações
1. o Plano Nacional da Água não está actuante
2. que os argumentos de mais barragens ( o Alqueva, um dos maiores lagos artificiais da Europa e não verte uma pinga de água para os terrenos) ou mais furos ( convidando ao famoso egoísmo territorial e com consequências desastrosas na drenagem das nascentes) são insustentáveis- a água é viva!!
3. que polulam piscinas familiares e de hóteis e campos de golfe, retratando a clivagem socio-económica cada vez mais gritante entre os portugueses
4. e que há portugueses a pagar uma factura de água por dois meses de cada vez e muito cara e outros a pagar uma factura mais barata.
5. uma erosão costeira e interior intensa (mais incêndios, má gestão dos solos, betanização, impermeabilização dos solos, forte urbanização do litoral)
6. enorme dependência (desnecessária) do petróleo
As consultas públicas, tal como fóruns e dedates, são mecanismos cívicos de maior importância.
Contudo os textos em consulta pública de qualquer Ministério ou Câmara neste país continuam teimosamente com linguagem muito pouco acessível ao cidadão comum e interventivo. Gradualmente e por força de muitas ONG, as consultas públicas começam a ter alguma visibilidade, mas tendo como efeitos práticos poucos ( os vários PDM que foram sendo debatidos pelo País fora são disso exemplo). Mas temos que insistir e dedicar algum tempo nisto, porque realmente há que mudar o Estrago
da Nação e no aspecto energético então é de facto um TEMA FULCRAL e estamos a passos largos de uma CRISE a todos os níveis.
A Quercus lançou ontem, dia 16 de Março, um comunicado de imprensa protestando contra a recente legislação que aprovou o novo tarifário da electricidade produzida através de energias renováveis (o Decreto-lei nº 33-A/2005 de 16 de Fevereiro) e que tem diversos aspectos em que entra em contradição com os objectivos do Protocolo de Quioto.
Continuando a ler o referido comunicado, a Quercus justifica que em primeiro lugar, penaliza a digestão anaeróbia, processo a partir do qual os resíduos orgânicos são transformados em fertilizante e em biogás utilizado para a produção de energia (eléctrica) renovável.
Com efeito, nesta nova legislação a electricidade produzida a partir de biogás proveniente da reciclagem de resíduos orgânicos baixou de 0,065 euros por kWh para 0,055 euros por kWh.
Esta medida é incompreensível, uma vez que diversos documentos relativos às alterações climáticas (ex.: PNAC - Programa Nacional para as Alterações Climáticas) referem a importância do processo de digestão anaeróbia como forma de controlar as emissões de metano, assim como de contribuir para a produção de energia renovável.
Incrivelmente, a incineração de resíduos urbanos que, pela queima de plásticos, dá origem a significativas emissões de dióxido de carbono, acaba por ser premiada, subindo de 0,065 euros por kWh para 0,076 euros por kWh. Ou seja, esta legislação dá um claro incentivo à emissão de gases com efeito de estufa.
Por outro lado, ao penalizar fortemente a digestão anaeróbia, esta legislação torna mais difícil a devida aplicação deste processo para o tratamento de grandes volumes de resíduos, tais como a fracção orgânica dos resíduos urbanos, as lamas de ETAR, os efluentes de suiniculturas, os resíduos da indústria agro-alimentar e muitos resíduos agrícolas.
A título de exemplo, a ERB - Estratégia Nacional para a Redução de Resíduos Urbanos Biodegradáveis destinados a Aterros (no âmbito da transposição da Directiva Aterros) prevê a instalação de diversas unidades de digestão anaeróbia de forma a reciclar os resíduos orgânicos, reduzindo a sua colocação em aterro, dando assim cumprimento à directiva comunitária sobre aterros.
Curiosamente, o biogás proveniente da matéria orgânica colocado nos aterros é premiado com uma tarifa de 0,105 euros por kWh, ou seja cerca do dobro do valor atribuído ao biogás proveniente da reciclagem da matéria orgânica. Estamos assim a fomentar claramente o incumprimento da Directiva Aterro!
Via Congeminações
Humor – A propósito dos Estagiários
A situação é grave, muito grave
40 por cento dos habitantes da Beira são seropositivos - Moçambique
A taxa de infecção com o HIV/SIDA na Beira, capital provincial de Sofala, centro de Moçambique, subiu nos últimos dois anos de 35 para 40 por cento, numa população estimada em 500 mil habitantes.
A informação foi avançada pela coordenadora do núcleo provincial de Combate à SIDA em Sofala, Maria Semedo, segundo a qual as autoridades da Saúde desconhecem a gravidade desta situação na Beira, a segunda maior cidade de Moçambique.
Dados oficiais indicam que a taxa de prevalência da SIDA em Moçambique é de perto de 14 por cento na população adulta, com idades compreendidas entre os 15 e 49 anos, num universo de mais de 18 milhões de habitantes.
Maria Semedo reconheceu que as autoridades da Saúde `desconhecem a real dimensão da problemática do SIDA na província´ de Sofala, uma vez que os Gabinetes de Aconselhamento e Testagem Voluntária (GATV) não cobrem todos os distritos da região e a maioria da população ainda não se submeteu a testes de despistagem.
`Tenho muita pena que o sexo continue a ser uma matéria que muita gente não gosta de abordar, só que também é a principal forma de contaminação. Sendo assim, fica mais difícil conhecer a real situação, sobretudo quando se sabe que os testes são, regra geral, feitos nos GATV, que não cobrem todos os distritos da província´, lamentou.
A falta de profissionais para realizar aquele tipo de trabalho nos gabinetes de análise foi também apontada pela responsável como um dos constrangimentos para apurar o número real de `pessoas que se vão contaminando diariamente´.
Maria Semedo admitiu igualmente que a população da província de Sofala tem pouca informação sobre a SIDA, o que contribui para o agravamento da propagação da doença entre os mais jovens...
Via Imensis
A taxa de infecção com o HIV/SIDA na Beira, capital provincial de Sofala, centro de Moçambique, subiu nos últimos dois anos de 35 para 40 por cento, numa população estimada em 500 mil habitantes.
A informação foi avançada pela coordenadora do núcleo provincial de Combate à SIDA em Sofala, Maria Semedo, segundo a qual as autoridades da Saúde desconhecem a gravidade desta situação na Beira, a segunda maior cidade de Moçambique.
Dados oficiais indicam que a taxa de prevalência da SIDA em Moçambique é de perto de 14 por cento na população adulta, com idades compreendidas entre os 15 e 49 anos, num universo de mais de 18 milhões de habitantes.
Maria Semedo reconheceu que as autoridades da Saúde `desconhecem a real dimensão da problemática do SIDA na província´ de Sofala, uma vez que os Gabinetes de Aconselhamento e Testagem Voluntária (GATV) não cobrem todos os distritos da região e a maioria da população ainda não se submeteu a testes de despistagem.
`Tenho muita pena que o sexo continue a ser uma matéria que muita gente não gosta de abordar, só que também é a principal forma de contaminação. Sendo assim, fica mais difícil conhecer a real situação, sobretudo quando se sabe que os testes são, regra geral, feitos nos GATV, que não cobrem todos os distritos da província´, lamentou.
A falta de profissionais para realizar aquele tipo de trabalho nos gabinetes de análise foi também apontada pela responsável como um dos constrangimentos para apurar o número real de `pessoas que se vão contaminando diariamente´.
Maria Semedo admitiu igualmente que a população da província de Sofala tem pouca informação sobre a SIDA, o que contribui para o agravamento da propagação da doença entre os mais jovens...
Via Imensis
Dialogue and semantics
Round three of the Palestinian factions' dialogue in Cairo did not yield ceasefire results but reflected unprecedented inter-Palestinian agreement, writes Amira Howeidy
For the first time since the dialogue between Palestinian factions began in Cairo more than two years ago the talks' hosts have made a point of inviting the media to cover the opening and closing sessions of the dialogue which began on Tuesday and closed today. In previous rounds, whether bilateral or involving all 13 main factions, the location of the meetings had remained a closely guarded secret.
That Egyptian intelligence not only disclosed the location this time -- in the 6th of October City -- but was positively eager to get full media coverage, despite the increased security measures this involved, suggests that the authorities are happy with the progress made in what has looked too often like a long and fruitless exercise.
That Hamas and Jihad have maintained their commitment to February's cease-fire has contributed to the unusual level of openness though both groups emphasise the semantic distinction between committing to a " hudna " (cease-fire), which is a long-term commitment, and to a "calm" that is conditional upon Israeli reciprocation. (Such semantic nit-picking looks peculiarly out of place when the Israeli prime minister has announced his total rejection of the dialogue's results, whatever they are.)
The dialogue follows Hamas's strategic decision to contest the July legislative elections which means that the Islamic resistance movement will soon be represented on the legislative council and thus the Palestinian Authority (PA). Hamas has also expressed willingness to join the Palestinian Liberation Organisation (PLO) -- an option it had in the past rejected, much to the relief of the late Palestinian president Yasser Arafat.
At the time of going to press, the dialogue -- attended by senior figures including Palestinian President Mahmoud Abbas, Palestinian Prime Minister Ahmed Qurei, Hamas Politburo Chief Khaled Meshal, Egyptian Chief of Intelligence Omar Suleiman, Islamic Jihad Secretary-General Ramadan Shalah and leader of the Democratic Front for the Liberation of Palestine (DFLP) Nayef Hawatmeh -- was focussing on the "political" and "organisational" fronts.
According to Hamas spokesman Mohamed Nazal the participants in the Wednesday morning session were agreed on the need for political reform, ie reform of the PLO, "because what exists now is more décor than a real institution".
It has not yet been decided how the Islamic factions will be represented within the PLO though a consensus appears to be emerging that the July election results be adopted as the basis for representation within the organisation.
While both Hamas and Abbas appear to agree that forces be joined beneath the umbrella of the PLO with the aim of promoting unity and generally getting the Palestinian house in order, the Islamic movement remains opposed to the PLO's national charter following its modification in 1996. It was then that the Palestinian National Council (PNC), which represents the 4.5 million-strong Palestinian Diaspora and on which Hamas soon expects to be itself represented -- omitted articles concerning Israel's right to exist and Palestinian Arabs' sole right to the land.
"We have reservations about this illegally modified charter and would like to see some changes, though for the time being the National Charter remains the reference for Palestinians," said Nazal.
While complex issues concerning the organisational and political aspects of the dialogue are unlikely to be resolved in three days of talks, the Palestinians say the generally optimistic mood is likely to result in a statement or communiqué at the end of the meeting. Previous rounds have ended without any statements being issued as Hamas and Jihad on the one hand, and Fatah on the other, failed to agree on a cease-fire formula and on whether or not the PA should be delegated to negotiate with Israel.
Hamas is still contemplating a two-month extension of the "calm" rather than "cease-fire", said Nazal, an issue scheduled to have been discussed last night.
If anything, the outcome of these talks was encoded in advance, said Fahd Suleiman, who heads the DFLP delegation. The "huge development" in Hamas's political vision, embodied in its joining the legitimate Palestinian framework, trailed the likely outcome of the dialogue.
"Hamas will now become part of a framework it had previously rejected," Suleiman told the Weekly. "This is a pragmatic decision encouraged by everybody. The climate is very promising for the dialogue."
Hamas will also now compete with Fatah -- a challenge the latter has accepted because "Fatah's internal divisions have left it exhausted with little energy or ability to monopolise power" says Suleiman.
Never far from the inter-Palestinian dialogue lurks the spectre of Israel. In his opening speech President Abbas said that Israel was delaying the implementation of obligations made in February's Sharm El-Sheikh Summit by refusing to release 10,000 Palestinian political prisoners and pursuing the construction of settlements and the Apartheid wall.
"We cannot implement commitments from just one side," he said.
But Israel, too, is worried. By the end of September it is supposed to leave Gaza. By then Hamas will have contested and probably won the July elections and be represented in the PA. Israel will then have to decide how it will deal with its worst enemy's rise.
Update 17 March 20:00 GMT
Factions extend calm
The Palestinian Authority and Palestinian factions agreed on Thursday to maintain recent calm with Israel until the end of this year provided that Israel stops its "aggression" on the Palestinian people. "Based on the platform of 2005, we agree on maintaining the recent calm with Israel provided that Israel stops its aggression on the Palestinian people and lands and releases all prisoners and detainees," they said in a final statement.
The statement, entitled "Cairo Declaration", was read by intelligence chief Omar Suleiman at the end of the meeting today.
Via AL-Ahram Weekly
For the first time since the dialogue between Palestinian factions began in Cairo more than two years ago the talks' hosts have made a point of inviting the media to cover the opening and closing sessions of the dialogue which began on Tuesday and closed today. In previous rounds, whether bilateral or involving all 13 main factions, the location of the meetings had remained a closely guarded secret.
That Egyptian intelligence not only disclosed the location this time -- in the 6th of October City -- but was positively eager to get full media coverage, despite the increased security measures this involved, suggests that the authorities are happy with the progress made in what has looked too often like a long and fruitless exercise.
That Hamas and Jihad have maintained their commitment to February's cease-fire has contributed to the unusual level of openness though both groups emphasise the semantic distinction between committing to a " hudna " (cease-fire), which is a long-term commitment, and to a "calm" that is conditional upon Israeli reciprocation. (Such semantic nit-picking looks peculiarly out of place when the Israeli prime minister has announced his total rejection of the dialogue's results, whatever they are.)
The dialogue follows Hamas's strategic decision to contest the July legislative elections which means that the Islamic resistance movement will soon be represented on the legislative council and thus the Palestinian Authority (PA). Hamas has also expressed willingness to join the Palestinian Liberation Organisation (PLO) -- an option it had in the past rejected, much to the relief of the late Palestinian president Yasser Arafat.
At the time of going to press, the dialogue -- attended by senior figures including Palestinian President Mahmoud Abbas, Palestinian Prime Minister Ahmed Qurei, Hamas Politburo Chief Khaled Meshal, Egyptian Chief of Intelligence Omar Suleiman, Islamic Jihad Secretary-General Ramadan Shalah and leader of the Democratic Front for the Liberation of Palestine (DFLP) Nayef Hawatmeh -- was focussing on the "political" and "organisational" fronts.
According to Hamas spokesman Mohamed Nazal the participants in the Wednesday morning session were agreed on the need for political reform, ie reform of the PLO, "because what exists now is more décor than a real institution".
It has not yet been decided how the Islamic factions will be represented within the PLO though a consensus appears to be emerging that the July election results be adopted as the basis for representation within the organisation.
While both Hamas and Abbas appear to agree that forces be joined beneath the umbrella of the PLO with the aim of promoting unity and generally getting the Palestinian house in order, the Islamic movement remains opposed to the PLO's national charter following its modification in 1996. It was then that the Palestinian National Council (PNC), which represents the 4.5 million-strong Palestinian Diaspora and on which Hamas soon expects to be itself represented -- omitted articles concerning Israel's right to exist and Palestinian Arabs' sole right to the land.
"We have reservations about this illegally modified charter and would like to see some changes, though for the time being the National Charter remains the reference for Palestinians," said Nazal.
While complex issues concerning the organisational and political aspects of the dialogue are unlikely to be resolved in three days of talks, the Palestinians say the generally optimistic mood is likely to result in a statement or communiqué at the end of the meeting. Previous rounds have ended without any statements being issued as Hamas and Jihad on the one hand, and Fatah on the other, failed to agree on a cease-fire formula and on whether or not the PA should be delegated to negotiate with Israel.
Hamas is still contemplating a two-month extension of the "calm" rather than "cease-fire", said Nazal, an issue scheduled to have been discussed last night.
If anything, the outcome of these talks was encoded in advance, said Fahd Suleiman, who heads the DFLP delegation. The "huge development" in Hamas's political vision, embodied in its joining the legitimate Palestinian framework, trailed the likely outcome of the dialogue.
"Hamas will now become part of a framework it had previously rejected," Suleiman told the Weekly. "This is a pragmatic decision encouraged by everybody. The climate is very promising for the dialogue."
Hamas will also now compete with Fatah -- a challenge the latter has accepted because "Fatah's internal divisions have left it exhausted with little energy or ability to monopolise power" says Suleiman.
Never far from the inter-Palestinian dialogue lurks the spectre of Israel. In his opening speech President Abbas said that Israel was delaying the implementation of obligations made in February's Sharm El-Sheikh Summit by refusing to release 10,000 Palestinian political prisoners and pursuing the construction of settlements and the Apartheid wall.
"We cannot implement commitments from just one side," he said.
But Israel, too, is worried. By the end of September it is supposed to leave Gaza. By then Hamas will have contested and probably won the July elections and be represented in the PA. Israel will then have to decide how it will deal with its worst enemy's rise.
Update 17 March 20:00 GMT
Factions extend calm
The Palestinian Authority and Palestinian factions agreed on Thursday to maintain recent calm with Israel until the end of this year provided that Israel stops its "aggression" on the Palestinian people. "Based on the platform of 2005, we agree on maintaining the recent calm with Israel provided that Israel stops its aggression on the Palestinian people and lands and releases all prisoners and detainees," they said in a final statement.
The statement, entitled "Cairo Declaration", was read by intelligence chief Omar Suleiman at the end of the meeting today.
Via AL-Ahram Weekly
Mofaz contrário à instalação de novos colonos em Gaza
JERUSALÉM, 18 mar (AFP) O ministro israelense da Defesa, Shaul Mofaz, decidiu impedir a instalação de novos colonos na Faixa de Gaza antes da retirada de Israel desse território, prevista para o verão, informou o jornal Yediot Aharonot.
A decisão, tomada na quinta-feira em acordo com os ministérios da Justiça e do Interior, se tornará efetiva a partir da próxima semana.
A medida foi motivada pela mudança de endereço de centenas de colonos da Cisjordânia, que nas últimas semanas informaram que suas residências ficavam nos assentamentos de Gush Katif, com o objetivo de obstruir a aplicação do plano de retirada da Faixa de Gaza do primeiro-ministro Ariel Sharon.
De acordo com uma fonte militar, o comando da região sul de Israel, responsável pela Faixa de Gaza, já começou a proibir por decreto qualquer gestão dos colonos com a intenção de fixar oficialmente sua residência em Gush Katif.
As autoridades militares decidiram declarar "zona militar fechada" os setores afetados pela retirada.
O acesso a estas regiões será autorizado apenas aos habitantes com documento de identidade ou algum outro comprovante de residência com endereço local.
Ao declarar como endereço a Faixa de Gaza, os colonos da Cisjordânia pretendem aumentar o número de habitantes judeus neste território para impedir a retirada.
Quase 8.000 judeus vivem nas 21 colônias estabelecidas na Faixa de Gaza desde a conquista de Israel em junho de 1967.
Via France Press
A decisão, tomada na quinta-feira em acordo com os ministérios da Justiça e do Interior, se tornará efetiva a partir da próxima semana.
A medida foi motivada pela mudança de endereço de centenas de colonos da Cisjordânia, que nas últimas semanas informaram que suas residências ficavam nos assentamentos de Gush Katif, com o objetivo de obstruir a aplicação do plano de retirada da Faixa de Gaza do primeiro-ministro Ariel Sharon.
De acordo com uma fonte militar, o comando da região sul de Israel, responsável pela Faixa de Gaza, já começou a proibir por decreto qualquer gestão dos colonos com a intenção de fixar oficialmente sua residência em Gush Katif.
As autoridades militares decidiram declarar "zona militar fechada" os setores afetados pela retirada.
O acesso a estas regiões será autorizado apenas aos habitantes com documento de identidade ou algum outro comprovante de residência com endereço local.
Ao declarar como endereço a Faixa de Gaza, os colonos da Cisjordânia pretendem aumentar o número de habitantes judeus neste território para impedir a retirada.
Quase 8.000 judeus vivem nas 21 colônias estabelecidas na Faixa de Gaza desde a conquista de Israel em junho de 1967.
Via France Press
ONU e ONGs advertem sobre crise humanitária no Nepal
KATMANDU, 18 mar (AFP) As Nações Unidas (ONU) e várias organizações não governamentais advertiram nesta sexta-feira sobre o risco de uma crise humanitária no Nepal. Também pediram tanto aos rebeldes maoístas como às forças de segurança que permitam a distribuição de ajuda à população.
"As Nações Unidas e as agências bilaterais de arrecadação de fundos no Nepal pedem a todas as partes que não restrinjam a movimentação de mercadorias e veículos destinados a aplacar o sofrimento da população civil", afirma um comunicado conjunto divulgado nesta sexta-feira.
"Devem realizar todos os esforços para que os civis tenham acesso à ajuda humanitária essencial e para que exista um livre acesso aos centros médicos de emergência", acrescenta a nota, assinada por 11 missões estrangeiras e ONGs, incluindo o escritório da ONU no Nepal.
Os maoístas, cuja luta pelo fim da monarquia já causou mais de 11.000 mortos desde 1996, decretaram no domingo um novo bloqueio de transporte no reino.
Em fevereiro, o rei Gyanendra destituiu o governo, acusando o mesmo de não ter conseguido reprimir a rebelião maoísta, e assumiu todos os poderes.
Via France Press
"As Nações Unidas e as agências bilaterais de arrecadação de fundos no Nepal pedem a todas as partes que não restrinjam a movimentação de mercadorias e veículos destinados a aplacar o sofrimento da população civil", afirma um comunicado conjunto divulgado nesta sexta-feira.
"Devem realizar todos os esforços para que os civis tenham acesso à ajuda humanitária essencial e para que exista um livre acesso aos centros médicos de emergência", acrescenta a nota, assinada por 11 missões estrangeiras e ONGs, incluindo o escritório da ONU no Nepal.
Os maoístas, cuja luta pelo fim da monarquia já causou mais de 11.000 mortos desde 1996, decretaram no domingo um novo bloqueio de transporte no reino.
Em fevereiro, o rei Gyanendra destituiu o governo, acusando o mesmo de não ter conseguido reprimir a rebelião maoísta, e assumiu todos os poderes.
Via France Press
Quinta-feira, Março 17, 2005
Contra a Ocupação do Iraque!
A concentração de Lisboa - às 15 e 30 do próximo sábado, dia 19, no Largo Camões - é promovida por dezenas de organizações, dentre elas o PCP e a JCP.
Igualmente no sábado e à mesma hora realiza-se no Porto, Praça da Batalha, e por iniciativa do Movimento da Paz, secundado por muitas outras organizações, uma acção com idêntico objectivo.
Por todo o Mundo, aliás, sábado será um dia de mobilização pela paz e contra a ocupação do Iraque, que há dois anos, em 20 de Março de 2003, foi invadido e ocupado pelos EUA e seus aliados mais fiéis - entre os quais esteve e está, para nossa vergonha, o governo de Portugal.
Para mais informações Clique Aqui
Igualmente no sábado e à mesma hora realiza-se no Porto, Praça da Batalha, e por iniciativa do Movimento da Paz, secundado por muitas outras organizações, uma acção com idêntico objectivo.
Por todo o Mundo, aliás, sábado será um dia de mobilização pela paz e contra a ocupação do Iraque, que há dois anos, em 20 de Março de 2003, foi invadido e ocupado pelos EUA e seus aliados mais fiéis - entre os quais esteve e está, para nossa vergonha, o governo de Portugal.
Para mais informações Clique Aqui
EUA desiste de denunciar a China ante comissão de DH da ONU
GENEBRA, 17 mar (AFP) Os Estados Unidos renunciaram a seu projeto de denunciar ante a ONU as violações de direitos humanos cometidas na China, um país de crescente influência e que nos últimos anos conseguiu que fracassassem as resoluções de Washington a esse respeito.
"Não apresentaremos uma resolução referente à China este ano", declarou a missão americana ante a ONU.
A reunião da Comissão de Direitos Humanos da ONU (CDH) foi inaugurada na segunda-feira, em Genebra, para sua sessão anual de seis semanas.
"Trabalhamos com eles há vários anos para tentar que adotem reformas em termos de direitos humanos", recordou a mesma fonte. "No transcurso deste ano, foram feitos avanços que apreciamos", acrescentou, sem dar maiores detalhes.
Em seu informe anual sobre a situação dos direitos humanos publicado no final de fevereiro, o departamento de Estado classificou de "decepcionante" a atitude da China em 2004, depois de denunciar as detenções dos dissidentes.
A decisão dos Estados Unidos acontece num momento em que se anunciou a libertação da dissidente Rebiya Kadeer, integrante da minoria muçulmana uighur, presa desde 1999 e que viajará para os Estados Unidos.
Também coincide com a visita que a secretária de Estado americana Condoleezza Rice realizará a Pequim dentro de três dias.
Via France Press
"Não apresentaremos uma resolução referente à China este ano", declarou a missão americana ante a ONU.
A reunião da Comissão de Direitos Humanos da ONU (CDH) foi inaugurada na segunda-feira, em Genebra, para sua sessão anual de seis semanas.
"Trabalhamos com eles há vários anos para tentar que adotem reformas em termos de direitos humanos", recordou a mesma fonte. "No transcurso deste ano, foram feitos avanços que apreciamos", acrescentou, sem dar maiores detalhes.
Em seu informe anual sobre a situação dos direitos humanos publicado no final de fevereiro, o departamento de Estado classificou de "decepcionante" a atitude da China em 2004, depois de denunciar as detenções dos dissidentes.
A decisão dos Estados Unidos acontece num momento em que se anunciou a libertação da dissidente Rebiya Kadeer, integrante da minoria muçulmana uighur, presa desde 1999 e que viajará para os Estados Unidos.
Também coincide com a visita que a secretária de Estado americana Condoleezza Rice realizará a Pequim dentro de três dias.
Via France Press
Bulgária reduz seu contigente no Iraque e estuda retirada
SOFIA, 17 mar (AFP) O contingente búlgaro no Iraque, que conta atualmente com 462 homens, será reduzido para 370 no final de junho e o governo decidirá antes que termine março sua eventual retirada, declarou esta quinta-feira o ministro búlgaro da Defesa, Nicolas Svinarov.
"Nossos planos prevêem uma redução de quase 100 soldados de nosso contingente" na próxima rotação de junho, declarou o ministro à margem de uma reunião governamental em Sofia.
O titular da Defesa indicou que o Governo estudará uma eventual retirada das tropas búlgaras do Iraque antes do final de março, mas não deu um calendário exato.
Via France Press
"Nossos planos prevêem uma redução de quase 100 soldados de nosso contingente" na próxima rotação de junho, declarou o ministro à margem de uma reunião governamental em Sofia.
O titular da Defesa indicou que o Governo estudará uma eventual retirada das tropas búlgaras do Iraque antes do final de março, mas não deu um calendário exato.
Via France Press
Chefe da Segurança libanesa quer processar líderes opositores
BEIRUTE, 17 mar (AFP) O diretor da Segurança Geral do Líbano, general Jamil Sayed, declarou nesta quinta-feira que processará todas as personalidades libanesas que acusaram os serviçoes de segurança de envolvimento no assassinato do ex-primeiro-ministro Rafic Hariri.
O general rejeitou categoricamente o pedido da oposição anti-síria, que exige a demissão de seis chefes dos serviços de segurança, assim como a do general Adnan Adum.
No entanto, o general Sayed afirmou que os chefes dos serviços libaneses que estão sendo investigados pelo assassinato de Rafic Hariri estavam "prontos para prestar contas e e ser julgados".
No dia 14 de fevereiro, o ex-premier libanês Rafic Hariri, um dos arquitetos da reconstrução econômica do Líbano e uma personalidade respeitada a nível internacional, morreu em um atentado em Beirute, o que desatou grandes manifestações de protesto da oposição, que denuncia a participação da Síria no crime.
Via France Press
O general rejeitou categoricamente o pedido da oposição anti-síria, que exige a demissão de seis chefes dos serviços de segurança, assim como a do general Adnan Adum.
No entanto, o general Sayed afirmou que os chefes dos serviços libaneses que estão sendo investigados pelo assassinato de Rafic Hariri estavam "prontos para prestar contas e e ser julgados".
No dia 14 de fevereiro, o ex-premier libanês Rafic Hariri, um dos arquitetos da reconstrução econômica do Líbano e uma personalidade respeitada a nível internacional, morreu em um atentado em Beirute, o que desatou grandes manifestações de protesto da oposição, que denuncia a participação da Síria no crime.
Via France Press
Palestinos estabelecem período de calma até o final de 2005 (oficial)
CAIRO, 17 mar (AFP) A Autoridade Palestina e os 13 grupos palestinos reunidos no Cairo se comprometeram a respeitar um período de calma até o final do ano com a condição de que Israel cesse suas "agressões", segundo o comunicado final publicado ao fim da reunião de dois dias.
"Os participantes chegaram a um acordo sobre um programa político até o final do ano, estipulando seu compromisso de respeitar o ambiente de calma que reina atualmente em troca do fim das agressões (israelenses) contra nosso povo", afirma a "Declaração do Cairo" lida pelo chefe dos serviços de inteligência egipcios, general Omar Suleiman.
Via France Press
"Os participantes chegaram a um acordo sobre um programa político até o final do ano, estipulando seu compromisso de respeitar o ambiente de calma que reina atualmente em troca do fim das agressões (israelenses) contra nosso povo", afirma a "Declaração do Cairo" lida pelo chefe dos serviços de inteligência egipcios, general Omar Suleiman.
Via France Press
Quarta-feira, Março 16, 2005
Freedom is on the march... backward !
Au pays de l'oncle Bush, "information" rime de plus en plus avec "propagande". Dire que le parti républicain a déjà été celui qui incarnait la liberté.
Continuação de Leitura obrigatória aqui:
Via Manu Militari
Continuação de Leitura obrigatória aqui:
Via Manu Militari
Amor
O meu primeiro contacto com as chamadas outras pessoas foi o contacto com os jardineiros, eu observava-os sempre que podia e todo o tempo que me era possível. Mas eu não me dava por satisfeito, logo desde o início, com o magnífico colorido das plantas, tinha eu dito a Gambetti, queria sempre saber também de onde vinha esse colorido, de que modo se originava e como é que se chamava exactamente.
[in Bernhard, Thomas, Extinção, Assírio & Alvim, 2004, pp 141]
Via Divas & Contrabaixos
[in Bernhard, Thomas, Extinção, Assírio & Alvim, 2004, pp 141]
Via Divas & Contrabaixos
Sossega Coração!Não desesperes!
Sossega, coração! Não desesperes!
Talvez um dia, para além dos dias,
Encontres o que queres porque o queres.
Então, livre de falsas nostalgias,
Atingirás a perfeição de seres.
Mas pobre sonho o que só quer não tê-lo!
Pobre esperança a de existir somente!
Como quem passa a mão pelo cabelo
E em si mesmo se sente diferente,
Como faz mal ao sonho o concebê-lo!
Sossega, coração, contudo! Dorme!
O sossego não quer razão nem causa.
Quer só a noite plácida e enorme,
A grande, universal, solene pausa
Antes que tudo em tudo se transforme.
Fernando Pessoa
Via poesias de hoje e de sempre
Talvez um dia, para além dos dias,
Encontres o que queres porque o queres.
Então, livre de falsas nostalgias,
Atingirás a perfeição de seres.
Mas pobre sonho o que só quer não tê-lo!
Pobre esperança a de existir somente!
Como quem passa a mão pelo cabelo
E em si mesmo se sente diferente,
Como faz mal ao sonho o concebê-lo!
Sossega, coração, contudo! Dorme!
O sossego não quer razão nem causa.
Quer só a noite plácida e enorme,
A grande, universal, solene pausa
Antes que tudo em tudo se transforme.
Fernando Pessoa
Via poesias de hoje e de sempre
Berlusconi pede debate sobre retirada das tropas italianas do Iraque
ROMA, 16 mar (AFP) O chefe de Governo italiano, Silvio Berlusconi, propôs que se comece a discutir com os aliados e com o governo do Iraque a retirada dos militares italianos desse país, em um artigo que será publicado na quinta-feira no jornal Il Foglio.
"A Itália pode começar a discutir com as autoridades de Bagdá e os aliados da coalizão a possibilidade gradual de retirar, a partir de setembro, a missão militar de paz em Nasiriyah (sul do Iraque)", escreveu Berlusconi.
"Sentimos orgulho pelo trabalho realizado até agora e não queremos obstruir de maneira alguma a reconstrução pacífica do Iraque", acrescentou.
Em junho de 2003, Roma enviou um contingente de 3.300 homens a Nasiriyah, apesar da maior parte da opinião pública italiana não concordar com a intervenção militar no Iraque.
"Depois das eleições de 30 de janeiro (...) podemos dizer 'missão cumprida', apesar de mantermos o compromisso de apoiar política, militar e diplomaticamente a nascente democracia iraquiana", acrescentou.
Via France Press
"A Itália pode começar a discutir com as autoridades de Bagdá e os aliados da coalizão a possibilidade gradual de retirar, a partir de setembro, a missão militar de paz em Nasiriyah (sul do Iraque)", escreveu Berlusconi.
"Sentimos orgulho pelo trabalho realizado até agora e não queremos obstruir de maneira alguma a reconstrução pacífica do Iraque", acrescentou.
Em junho de 2003, Roma enviou um contingente de 3.300 homens a Nasiriyah, apesar da maior parte da opinião pública italiana não concordar com a intervenção militar no Iraque.
"Depois das eleições de 30 de janeiro (...) podemos dizer 'missão cumprida', apesar de mantermos o compromisso de apoiar política, militar e diplomaticamente a nascente democracia iraquiana", acrescentou.
Via France Press
Atentado suicida no Iraque: cinco soldados iraquianos mortos e 12 feridos
BAAQUBA, Iraque, 16 mar (AFP) Cinco soldados iraquianos morreram e 12 pessoas ficaram feridas, incluindo 10 soldados, em um atentado suicida com carro-bomba nesta quarta-feira perto de um posto do exército iraquiano em Baaquba, 60 km ao nordeste de Bagdá.
"Cinco soldados iraquianos morreram e outros 10 ficaram feridos, assim como dois civis, na explosão de um carro-bomba em um posto de controle do exército iraquiano 5 km ao noroeste de Baaquba", afirmou um porta-voz da polícia local.
Mais cedo, o hospital da região havia divulgado um balanço de dois soldados mortos e dois civis feridos.
Um dos feridos, o operário Abdel Karim Jassem, disse no leito do hospital que ouviu uma forte explosão pouco depois das 9H00 (3H00 de Brasília).
"Eu estava num automóvel que tinha quatro veículos à frente, que seguiam para o posto de controle, quando aconteceu a explosão", comentou Jassem, que não corre perigo.
A explosão aconteceu no quartel de Mafraq, ao nordeste da cidade, que é alvo frequente de ataques contra as forças de segurança.
Via France Press
"Cinco soldados iraquianos morreram e outros 10 ficaram feridos, assim como dois civis, na explosão de um carro-bomba em um posto de controle do exército iraquiano 5 km ao noroeste de Baaquba", afirmou um porta-voz da polícia local.
Mais cedo, o hospital da região havia divulgado um balanço de dois soldados mortos e dois civis feridos.
Um dos feridos, o operário Abdel Karim Jassem, disse no leito do hospital que ouviu uma forte explosão pouco depois das 9H00 (3H00 de Brasília).
"Eu estava num automóvel que tinha quatro veículos à frente, que seguiam para o posto de controle, quando aconteceu a explosão", comentou Jassem, que não corre perigo.
A explosão aconteceu no quartel de Mafraq, ao nordeste da cidade, que é alvo frequente de ataques contra as forças de segurança.
Via France Press
Venezuela suspenderá venda de petróleo aos EUA em caso de ataque contra Chávez
ISPAHAN, Irão, 16 mar (AFP) A Venezuela suspenderá a venda de petróleo aos Estados Unidos "se voltarem a atentar contra o presidente (Hugo) Chávez", afirmou nesta quarta-feira o ministro da Energia do país, Rafael Ramírez.
"Se na Venezuela se voltar a atentar contra nossa democracia e o presidente Chávez, a distorção no mercado petroleiro seria gigantesca. Nós não venderíamos um barril de petróleo aos Estados Unidos", disse Ramírez em declarações feitas após a reunião ministerial da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) em Ispahan (Irão).
Via France Press
"Se na Venezuela se voltar a atentar contra nossa democracia e o presidente Chávez, a distorção no mercado petroleiro seria gigantesca. Nós não venderíamos um barril de petróleo aos Estados Unidos", disse Ramírez em declarações feitas após a reunião ministerial da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) em Ispahan (Irão).
Via France Press
Syrian agents leave Beirut, Tripoli
Syrian intelligence agents have left their Beirut and Tripoli headquarters in a further move to end the nation's influence over Lebanon.
Witnesses said on Wednesday that a bulldozer demolished two guard posts, trucks loaded with office equipment drove away and the last intelligence officers left the headquarters in the seafront Ramlat al-Baida district in Beirut.
Workers took down portraits of Syrian President Bashar al-Assad and his late father, Hafidh, from around the building before driving away.
In the northern city of Tripoli, men were loading trucks outside the two main offices of Syrian intelligence.
A Lebanese security source said he expected all Syrian intelligence agents in Beirut, the north and the Mount Lebanon area overlooking the capital, to have moved to eastern Lebanon by Wednesday night. He put their number at 150 to 200.
For now, Syrian intelligence retains its Lebanon headquarters in the Bekaa Valley town of Anjar, but the closure of the Beirut office indicated that Syrian forces have almost completed the first phase of a withdrawal from Lebanon announced 10 days ago.
Protests
The retreat of Syrian intelligence, the arm through which Damascus controlled many aspects of Lebanese life, followed demands from the United States and an anti-Syrian rally on Monday that drew an estimated 1 million people, the biggest crowd ever seen in central Beirut.
Several thousand pro-Syrian demonstrators, shouting anit-US slogans also took to the streets in a march towards the American Embassy on Tuesday, denouncing US interference in Lebanon
"Leave us alone. We do not want your false democracy," said Subhi Yaghi, a student speaker in the march.
Lebanese police, troops and coils of barbed wire stopped the march less than a kilometre from the fortified embassy compound in the northeastern suburb of Aukara. The protest was organised by pro-government student groups.
The dismantling of the intelligence headquarters in Lebanon also coincided with a visit to Damascus by Egyptian President Husni Mubarak and efforts by Lebanon's pro-Syrian Prime Minister-designate Umar Karami to form a unity government to defuse the political crisis.
Mubarak held talks with al-Assad on Tuesday before flying back to Egypt.
Opposition lawmakers have told Karami they will not join a Cabinet until all Syrian troops have left Lebanon, Syrian-allied security chiefs have been dismissed, and an international inquiry has been appointed into the 24 February assassination of former Prime Minister Rafiq al-Hariri.
Via Aljazeera
Witnesses said on Wednesday that a bulldozer demolished two guard posts, trucks loaded with office equipment drove away and the last intelligence officers left the headquarters in the seafront Ramlat al-Baida district in Beirut.
Workers took down portraits of Syrian President Bashar al-Assad and his late father, Hafidh, from around the building before driving away.
In the northern city of Tripoli, men were loading trucks outside the two main offices of Syrian intelligence.
A Lebanese security source said he expected all Syrian intelligence agents in Beirut, the north and the Mount Lebanon area overlooking the capital, to have moved to eastern Lebanon by Wednesday night. He put their number at 150 to 200.
For now, Syrian intelligence retains its Lebanon headquarters in the Bekaa Valley town of Anjar, but the closure of the Beirut office indicated that Syrian forces have almost completed the first phase of a withdrawal from Lebanon announced 10 days ago.
Protests
The retreat of Syrian intelligence, the arm through which Damascus controlled many aspects of Lebanese life, followed demands from the United States and an anti-Syrian rally on Monday that drew an estimated 1 million people, the biggest crowd ever seen in central Beirut.
Several thousand pro-Syrian demonstrators, shouting anit-US slogans also took to the streets in a march towards the American Embassy on Tuesday, denouncing US interference in Lebanon
"Leave us alone. We do not want your false democracy," said Subhi Yaghi, a student speaker in the march.
Lebanese police, troops and coils of barbed wire stopped the march less than a kilometre from the fortified embassy compound in the northeastern suburb of Aukara. The protest was organised by pro-government student groups.
The dismantling of the intelligence headquarters in Lebanon also coincided with a visit to Damascus by Egyptian President Husni Mubarak and efforts by Lebanon's pro-Syrian Prime Minister-designate Umar Karami to form a unity government to defuse the political crisis.
Mubarak held talks with al-Assad on Tuesday before flying back to Egypt.
Opposition lawmakers have told Karami they will not join a Cabinet until all Syrian troops have left Lebanon, Syrian-allied security chiefs have been dismissed, and an international inquiry has been appointed into the 24 February assassination of former Prime Minister Rafiq al-Hariri.
Via Aljazeera
Austrália pode substituir as tropas italianas no Iraque
SYDNEY, 16 mar (AFP) O primeiro-ministro australiano, John Howard, não descartou a possibilidade de enviar reforços militares ao Iraque para preencher o espaço que será deixado pela retirada progressiva do contingente italiano do país.
Desta forma desmentiu seu ministro das Relações Exteriores, Alexander Downer, que havia qualificado de "extremamente improvável" a possibilidade de enviar novos reforços ao Iraque.
A maior parte dos autralianos é contra o envio de mais soldados ao Iraque, segundo várias pesquisas.
Howard foi interpelado nesta quarta-feira no Parlamento sobre suas eventuais intenções de aumentar o contingente da Austrália depois do anúncio da retirada italiana.
"No momento não temos um projeto de aumentar o número, mas não posso descartar mudanças no futuro e não tenho a intenção de fazê-lo", declarou John Howard, que acrescentou que a Austrália não recebeu nenhuma solicitação para aumentar suas tropas.
O premier italiano, Silvio Berlusconi, anunciou na terça-feira a retirada progressiva do Iraque, a partir de setembro, do contingente italiano, quarta força da coalizão internacional, a pedido da opinião pública.
Via France Press
Desta forma desmentiu seu ministro das Relações Exteriores, Alexander Downer, que havia qualificado de "extremamente improvável" a possibilidade de enviar novos reforços ao Iraque.
A maior parte dos autralianos é contra o envio de mais soldados ao Iraque, segundo várias pesquisas.
Howard foi interpelado nesta quarta-feira no Parlamento sobre suas eventuais intenções de aumentar o contingente da Austrália depois do anúncio da retirada italiana.
"No momento não temos um projeto de aumentar o número, mas não posso descartar mudanças no futuro e não tenho a intenção de fazê-lo", declarou John Howard, que acrescentou que a Austrália não recebeu nenhuma solicitação para aumentar suas tropas.
O premier italiano, Silvio Berlusconi, anunciou na terça-feira a retirada progressiva do Iraque, a partir de setembro, do contingente italiano, quarta força da coalizão internacional, a pedido da opinião pública.
Via France Press
Rice examina vendas de armas e processo de paz Índia-Paquistão
NOVA DÉLHI, 16 mar (AFP) A secretária de Estado americana, Condoleezza Rice, começou nesta quarta-feira suas conversações com as autoridades da Índia centradas no processo de paz do país com o Paquistão e nas vendas de armas a adversários nucleares.
Rice se reuniu a portas fechadas com o ministro das Relações Exteriores da Índia, Natwar Singh, depois de chegar à capital indiana na noite de terça-feira para a primeira etapa de uma viagem por seis nações asiáticas.
O Wall Street Journal informou na terça-feira que Rice manifestará a disposição dos Estados Unidos de vender aviões de combate F-16 ao Paquistão e à Índia.
O jornal, que citou fontes do governo americano, afirmou que os Estados Unidos poderiam vender ao Paquistão 20 aparelhos, enquanto a Índia poderia adquirir até 125 aviões.
Ao ser questionada sobre a possível venda dos aviões de combate para a Índia, Rice declarou ao canal de televisão privado indiano NDTV que conversaria sobre as necessidades de defesa com o chanceler indiano.
Rice se reunirá com o primeiro-ministro Manmohan Singh e com o principal líder da oposição, Lal Krishna Advani, antes de um novo encontro com o ministro das Relações Exteriores em um almoço de trabalho.
"A Índia surge não apenas como uma potência regional, mas como uma potência mundial", disse Rice aos jornalistas quando viajava para Nova Délhi.
A secretária de Estado afirmou que as relações dos Estados Unidos com Índia e Paquistão nunca foram tão boas e que isto ajudará os vizinhos do sudeste asiático em suas iniciativas para acabar com os conflitos regionais.
Rice também declarou que Índia e Estados Unidos têm o mesmo enfoque sobre os acontecimentos no Nepal, depois que o rei Gyanendra assumiu o poder em fevereiro.
"O Nepal deve voltar à democracia", afirmou Rice.
A secretária americana viajará para Islamabad ainda nesta quarta-feira.
Via France Press
Rice se reuniu a portas fechadas com o ministro das Relações Exteriores da Índia, Natwar Singh, depois de chegar à capital indiana na noite de terça-feira para a primeira etapa de uma viagem por seis nações asiáticas.
O Wall Street Journal informou na terça-feira que Rice manifestará a disposição dos Estados Unidos de vender aviões de combate F-16 ao Paquistão e à Índia.
O jornal, que citou fontes do governo americano, afirmou que os Estados Unidos poderiam vender ao Paquistão 20 aparelhos, enquanto a Índia poderia adquirir até 125 aviões.
Ao ser questionada sobre a possível venda dos aviões de combate para a Índia, Rice declarou ao canal de televisão privado indiano NDTV que conversaria sobre as necessidades de defesa com o chanceler indiano.
Rice se reunirá com o primeiro-ministro Manmohan Singh e com o principal líder da oposição, Lal Krishna Advani, antes de um novo encontro com o ministro das Relações Exteriores em um almoço de trabalho.
"A Índia surge não apenas como uma potência regional, mas como uma potência mundial", disse Rice aos jornalistas quando viajava para Nova Délhi.
A secretária de Estado afirmou que as relações dos Estados Unidos com Índia e Paquistão nunca foram tão boas e que isto ajudará os vizinhos do sudeste asiático em suas iniciativas para acabar com os conflitos regionais.
Rice também declarou que Índia e Estados Unidos têm o mesmo enfoque sobre os acontecimentos no Nepal, depois que o rei Gyanendra assumiu o poder em fevereiro.
"O Nepal deve voltar à democracia", afirmou Rice.
A secretária americana viajará para Islamabad ainda nesta quarta-feira.
Via France Press
Começa a transferência de controle de segurança em Jericó
JERICÓ, Cisjordânia, 16 mar (AFP) Israel começou na manhã desta quarta-feira a transferir para os palestinos o controle da segurança na região de Jericó (Cisjordânia), uma operação que deve demorar várias semanas.
De acordo com uma fonte da segurança palestina, o exército israelense derrubou blocos de concreto que permitiam filtrar a passagem no principal posto de controle israelense na entrada da cidade, sobre a estrada principal que leva a Jerusalém.
A retirada dos blocos permitirá que os veículos entrem com maior facilidade em Jericó. Os soldados israelenses, que serão mantidos no local,se limitarão a controlar a saída da cidade.
Em cumprimento a um acordo com Israel, os palestinos devem recuperar oficialmente nesta quarta-feira o controle da segurança no enclave autônomo de Jericó.
Um acordo de princípio sobre esta questão foi concluído na segunda-feira em uma reunião entre o ministro da Defesa de Israel, Shaul Mofaz, e o ministro do Interior e da Segurança palestino, Nasr Yusef.
Em virtude do acordo, o exército israelense deve deslocar outro posto de controle em Jericó, na estrada que vai até Ramallah, o que facilitará a entrada na cidade.
O acordo autoriza formalmente as forças de segurança palestinas a se deslocarem com armas pela cidade de Jericó e na aldeia de Ojja, situada 7 km ao norte da cidade.
Esta aldeia fica na rota 90, o principal eixo de ligação da região de Jericó com o norte de Israel, ao longo do vale do Jordão, cujo controle permanece com os israelenses.
O exército de Israel não está presente no perímetro da cidade de Jericó, mas o rígido controle de suas vias afeta gravemente a economia da região, que depende fundamentalmente do turismo.
Via France Press
De acordo com uma fonte da segurança palestina, o exército israelense derrubou blocos de concreto que permitiam filtrar a passagem no principal posto de controle israelense na entrada da cidade, sobre a estrada principal que leva a Jerusalém.
A retirada dos blocos permitirá que os veículos entrem com maior facilidade em Jericó. Os soldados israelenses, que serão mantidos no local,se limitarão a controlar a saída da cidade.
Em cumprimento a um acordo com Israel, os palestinos devem recuperar oficialmente nesta quarta-feira o controle da segurança no enclave autônomo de Jericó.
Um acordo de princípio sobre esta questão foi concluído na segunda-feira em uma reunião entre o ministro da Defesa de Israel, Shaul Mofaz, e o ministro do Interior e da Segurança palestino, Nasr Yusef.
Em virtude do acordo, o exército israelense deve deslocar outro posto de controle em Jericó, na estrada que vai até Ramallah, o que facilitará a entrada na cidade.
O acordo autoriza formalmente as forças de segurança palestinas a se deslocarem com armas pela cidade de Jericó e na aldeia de Ojja, situada 7 km ao norte da cidade.
Esta aldeia fica na rota 90, o principal eixo de ligação da região de Jericó com o norte de Israel, ao longo do vale do Jordão, cujo controle permanece com os israelenses.
O exército de Israel não está presente no perímetro da cidade de Jericó, mas o rígido controle de suas vias afeta gravemente a economia da região, que depende fundamentalmente do turismo.
Via France Press
Terça-feira, Março 15, 2005
EUA observam passos positivos para a retirada total da Síria do Líbano
WASHINGTON, 15 mar (AFP) Os Estados Unidos observam "passos positivos" rumo a retirada total das tropas sírias no Líbano, mas insistem que essa retirada deve ser completada antes das eleições parlamentares de maio, informou a Casa Branca.
"Existem alguns sinais que nos estimulam, mas precisamos de atos, não palavras, para verificar a retirada total", declarou o porta-voz da presidência americana, Scott McClellan.
Ele opinou que a saída de algumas unidades do exército e dos serviços de inteligência sírios eram "um passo no bom caminho, mas precisamos de uma retirada total".
"Queremos que a Síria se retire do Líbano antes das eleições para que essas eleições sejam livres e justas e sem pressões externas", acrescentou McClellan.
Via France Press
"Existem alguns sinais que nos estimulam, mas precisamos de atos, não palavras, para verificar a retirada total", declarou o porta-voz da presidência americana, Scott McClellan.
Ele opinou que a saída de algumas unidades do exército e dos serviços de inteligência sírios eram "um passo no bom caminho, mas precisamos de uma retirada total".
"Queremos que a Síria se retire do Líbano antes das eleições para que essas eleições sejam livres e justas e sem pressões externas", acrescentou McClellan.
Via France Press
Segunda-feira, Março 14, 2005
Iraquianos xiitas queimam a bandeira da embaixada da Jordânia em Bagdá
BAGDÁ, 14 mar (AFP) Manifestantes xiitas queimaram esta segunda-feira a bandeira jordaniana da embaixada desse país no Iraque em protesto contra o suposto envolvimento de um jordaniano no atentado de Hilla (sul de Bagdá), que causou 118 mortos em 28 de fevereiro.
Vários manifestantes subiram no telhado da embaixada, no bairro de Mansur, oeste da capital, e arrancaram a bandeira, que foi pisoteada e queimada.
As cerca de 200 pessoas do bairro xiita de Kazimiyá, noroeste de Bagdá, se reuniram pelo segundo dia consecutivo diante da embaixada.
Este grupo pediu na véspera às autoridades iraquianas que expulsassem o embaixador da Jordânia, que julgassem os familiares do suposto camicase e que compensassem as famílias das vitimas.
O pai do camicase, contatado por telefone pela AFP em Amã, disse que, no último dia 3, recebeu uma ligação de um homem com sotaque iraquiano dizendo que seu filho havia se convertido num "mártir", sem dar maiores detalhes.
O interlocutor prometeu enviar um CD à família contando as circunstâncias da morte de Banna, o camicase, mas eles não receberam nada, acrescentou o pai.
Via France Press
Vários manifestantes subiram no telhado da embaixada, no bairro de Mansur, oeste da capital, e arrancaram a bandeira, que foi pisoteada e queimada.
As cerca de 200 pessoas do bairro xiita de Kazimiyá, noroeste de Bagdá, se reuniram pelo segundo dia consecutivo diante da embaixada.
Este grupo pediu na véspera às autoridades iraquianas que expulsassem o embaixador da Jordânia, que julgassem os familiares do suposto camicase e que compensassem as famílias das vitimas.
O pai do camicase, contatado por telefone pela AFP em Amã, disse que, no último dia 3, recebeu uma ligação de um homem com sotaque iraquiano dizendo que seu filho havia se convertido num "mártir", sem dar maiores detalhes.
O interlocutor prometeu enviar um CD à família contando as circunstâncias da morte de Banna, o camicase, mas eles não receberam nada, acrescentou o pai.
Via France Press
56 jornalistas foram mortos no mundo em 2004
WASHINGTON, 14 mar (AFP) Pelo menos 56 jornalistas morreram em 2004 em todo o mundo enquanto exerciam a profissão -o número mais alto da última década- e o Iraque continua sendo o país mais perigoso para eles, segundo um relatório divulgado nesta segunda-feira nos Estados Unidos.
De acordo com o relatório anual do Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPP) sobre a liberdade de imprensa no mundo, 122 jornalistas foram detidos no ano passado, sendo que há 42 jornalistas em prisões na China, 23 em Cuba, 17 na Eritréia e 11 na Birmânia.
Pelo menos 23 profissionais e 16 empregados da imprensa morreram no Iraque em 2004, sendo que 17 jornalistas e todos os funcionários de meios de comunicação eram locais, o que tornou esse conflito "num dos mais letais para a imprensa nestes últimos anos", revela o texto. Em 2003, apenas dois dos 15 jornalistas mortos neste país eram de nacionalidade iraquiana.
Além disso, pelo menos 22 jornalistas foram seqüestrados no território iraquiano, e um deles, o italiano Enzo Baldoni, foi executado em agosto.
Oito jornalistas, na maioria de emissoras de rádio, foram executados nas Filipinas, o segundo país mais perigoso do mundo para funcionários de meios de comunicação, apesar de o relatório destacar que o trabalho da imprensa é bem livres neste local.
O CPP cita também o Irão, que "tenta se opor à influência dos jornalistas e 'blogueiros' na Internet", enquanto a Rússia é acusada de ser contrária à informação independente nas emissoras de televisão.
Outro ponto abordado neste documento é a preocupação pela tendência no seio da justiça dos Estados Unidos de exigir que os jornalistas revelem suas fontes confidenciais.
Via France Press
De acordo com o relatório anual do Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPP) sobre a liberdade de imprensa no mundo, 122 jornalistas foram detidos no ano passado, sendo que há 42 jornalistas em prisões na China, 23 em Cuba, 17 na Eritréia e 11 na Birmânia.
Pelo menos 23 profissionais e 16 empregados da imprensa morreram no Iraque em 2004, sendo que 17 jornalistas e todos os funcionários de meios de comunicação eram locais, o que tornou esse conflito "num dos mais letais para a imprensa nestes últimos anos", revela o texto. Em 2003, apenas dois dos 15 jornalistas mortos neste país eram de nacionalidade iraquiana.
Além disso, pelo menos 22 jornalistas foram seqüestrados no território iraquiano, e um deles, o italiano Enzo Baldoni, foi executado em agosto.
Oito jornalistas, na maioria de emissoras de rádio, foram executados nas Filipinas, o segundo país mais perigoso do mundo para funcionários de meios de comunicação, apesar de o relatório destacar que o trabalho da imprensa é bem livres neste local.
O CPP cita também o Irão, que "tenta se opor à influência dos jornalistas e 'blogueiros' na Internet", enquanto a Rússia é acusada de ser contrária à informação independente nas emissoras de televisão.
Outro ponto abordado neste documento é a preocupação pela tendência no seio da justiça dos Estados Unidos de exigir que os jornalistas revelem suas fontes confidenciais.
Via France Press
Mais de 800.000 libaneses nas ruas de Beirute
BEIRUTE, 14 mar (AFP) Mais de 800.000 libaneses estavam concentrados esta segunda-feira no coração de Beirute, informou à AFP um dirigente da municipalidade, Munib Naseredin, uma cifra que não engloba os manifestantes que continuam afluindo de todo o país.
Esta manifestação é "pelo menos duas vezes e meia mais numerosa" do que a organizada na terça-feira passada pelos aliados da Síria na praça Riad Solh, também no centro da capital, afirmou.
A multidão cobria uma superfície mais importante do que a de há cinco anos, quando o Papa João Paulo II visitou o lugar e reuniu, segundo estimativas da época, entre 500.000 e 600.000 pessoas, segundo jornalistas da AFP.
Via France Press
Esta manifestação é "pelo menos duas vezes e meia mais numerosa" do que a organizada na terça-feira passada pelos aliados da Síria na praça Riad Solh, também no centro da capital, afirmou.
A multidão cobria uma superfície mais importante do que a de há cinco anos, quando o Papa João Paulo II visitou o lugar e reuniu, segundo estimativas da época, entre 500.000 e 600.000 pessoas, segundo jornalistas da AFP.
Via France Press
Kofi Annan chega a Ramallah para encontro com Mahmud Abbas
RAMALLAH, Cisjordânia, 14 mar (AFP) O secretário-geral da ONU, Kofi Annan, chegou nesta segunda-feira a Ramallah (Cisjordânia), parte de sua primeira visita ao Oriente Médio em quatro anos, para se reunir com o presidente da Autoridade Palestina, Mahmud Abbas.
Annan chegou a bordo de um helicóptero jordaniano. No domingo ele se encontrou em Jerusalém com o primeiro-ministro israelense, Ariel Sharon.
A visita acontece um dia antes de uma reunião no Cairo, na qual os diversos grupos armados palestinos devem se pronunciar formalmente a respeito do fim ou suspensão da violência contra Israel.
Via France Press
Annan chegou a bordo de um helicóptero jordaniano. No domingo ele se encontrou em Jerusalém com o primeiro-ministro israelense, Ariel Sharon.
A visita acontece um dia antes de uma reunião no Cairo, na qual os diversos grupos armados palestinos devem se pronunciar formalmente a respeito do fim ou suspensão da violência contra Israel.
Via France Press
Exército sírio evacuou totalmente o norte do Líbano e a montanha de Metn
TRÍPOLI, Líbano, 14 mar (AFP) O deslocamento militar sírio para o vale de Bekaa (leste), iniciado há uma semana, continuam em ritmo acelerado. As tropas evacuaram todas as posições no norte e na montanha de Metn (nordeste).
Todas as posições no norte do Líbano foram evacuadas na noite de domingo e a presença militar síria se limita atualmente a seis locais dos serviços de inteligência, com efetivos de 200 a 300 homens.
Os caminhões militares que transportam o material, assim como os ônibus e jipes que transportam as tropas, partiram em direção à fronteira síria pela estrada de Homs (centro da Síria).
O norte do Líbano foi, durante várias décadas, uma região de influência da Síria, e a intervenção militar desse país em 1976 começou na meseta de Akkar, que domina ao vale de Bekaa.
O exército sírio também evacuou todas as suas posições na região montanhosa de maioria cristã de Metn (ao nordeste de Beirute), que domina à planície de Bekaa e ao litoral.
Segundo o ministro da Defesa libanês, Abdel Rahim Murad, quase 6.000 soldados sírios estão envolvidos nesta primeira etapa da retirada.
Antes da primeira fase, quase 14.000 soldados estavam posicionados no Líbano, a maioria deles no vale de Bekaa.
Via France Press
Todas as posições no norte do Líbano foram evacuadas na noite de domingo e a presença militar síria se limita atualmente a seis locais dos serviços de inteligência, com efetivos de 200 a 300 homens.
Os caminhões militares que transportam o material, assim como os ônibus e jipes que transportam as tropas, partiram em direção à fronteira síria pela estrada de Homs (centro da Síria).
O norte do Líbano foi, durante várias décadas, uma região de influência da Síria, e a intervenção militar desse país em 1976 começou na meseta de Akkar, que domina ao vale de Bekaa.
O exército sírio também evacuou todas as suas posições na região montanhosa de maioria cristã de Metn (ao nordeste de Beirute), que domina à planície de Bekaa e ao litoral.
Segundo o ministro da Defesa libanês, Abdel Rahim Murad, quase 6.000 soldados sírios estão envolvidos nesta primeira etapa da retirada.
Antes da primeira fase, quase 14.000 soldados estavam posicionados no Líbano, a maioria deles no vale de Bekaa.
Via France Press
Domingo, Março 13, 2005
A Viagem
"Por inacreditável que possa parecer
em 1972, fiz várias viagens pelo País
em automóvel próprio, onde escutava
numa cassete que tinha gravado com outras musicas doutros interpretes os "Vampiros"
Foi por essa razão embora tenha gostado de outras interpretações do Zeca a que mais me marcou."
By Rajodoas
em 1972, fiz várias viagens pelo País
em automóvel próprio, onde escutava
numa cassete que tinha gravado com outras musicas doutros interpretes os "Vampiros"
Foi por essa razão embora tenha gostado de outras interpretações do Zeca a que mais me marcou."
By Rajodoas
Exit strategy
Pour nos amis lointains, qui ne l'ont pas en kiosque.
Map_onion
Ce titre aperçu cette semaine dans The Onion:
Le président Bush annonce une stratégie de sortie de l'Irak
- Nous passerons par l'Iran
Via Big Picture
Map_onion
Ce titre aperçu cette semaine dans The Onion:
Le président Bush annonce une stratégie de sortie de l'Irak
- Nous passerons par l'Iran
Via Big Picture
EUA não autorizaram Israel a atacar o Irão, segundo Rice
WASHINGTON, 13 mar (AFP) Os Estados Unidos não autorizaram os israelenses a atacar as instalações nucleares iranianas, assegurou este domingo a secretária de Estado americana Condoleezza Rice.
Rice foi indagada sobre a informação publicada neste domingo pelo jornal britânico Sunday Times, segundo a qual Israel tem planos de ataques aéreos e terrestres contra instalações nucleares iranianas no caso de a via diplomática não conseguir pôr fim às ambições nucleares de Teerão.
Entrevistada pelo canal ABC sobre se o presidente George W. Bush havia autorizado essa operação, Rice respondeu: "Não, claro que não".
"O governo americano não vai autorizar nada e está claro que contamos com a via diplomática daqui pra diante", explicou Rice.
Da mesma forma, enfatizou que os Estados Unidos e os europeus, que negociam com os iranianos, "têm agora uma posição diplomática mais forte".
Rice voltou a insistir que não vai disputar a presidência dos Estados Unidos em 2008, apesar de a campanha em favor de sua candidatura impulsionada por seus admiradores na internet.
Rice negou as especulações sobre uma possível campanha para suceder o presidente George W. Bush e se transformar, simultaneamente, na primeira mulher e na primeira negra a chegar à Casa Branca.
"Não sei de que outras forma preciso dizer que não. Não tenho nenhum desejo de competir para ser presidente. Não vou tentar isso. Não vou fazer isso", afirmou Rice no programa "This Week", da ABC.
Via France Press
Rice foi indagada sobre a informação publicada neste domingo pelo jornal britânico Sunday Times, segundo a qual Israel tem planos de ataques aéreos e terrestres contra instalações nucleares iranianas no caso de a via diplomática não conseguir pôr fim às ambições nucleares de Teerão.
Entrevistada pelo canal ABC sobre se o presidente George W. Bush havia autorizado essa operação, Rice respondeu: "Não, claro que não".
"O governo americano não vai autorizar nada e está claro que contamos com a via diplomática daqui pra diante", explicou Rice.
Da mesma forma, enfatizou que os Estados Unidos e os europeus, que negociam com os iranianos, "têm agora uma posição diplomática mais forte".
Rice voltou a insistir que não vai disputar a presidência dos Estados Unidos em 2008, apesar de a campanha em favor de sua candidatura impulsionada por seus admiradores na internet.
Rice negou as especulações sobre uma possível campanha para suceder o presidente George W. Bush e se transformar, simultaneamente, na primeira mulher e na primeira negra a chegar à Casa Branca.
"Não sei de que outras forma preciso dizer que não. Não tenho nenhum desejo de competir para ser presidente. Não vou tentar isso. Não vou fazer isso", afirmou Rice no programa "This Week", da ABC.
Via France Press
Zarqawi planeja ataques conra "objectivos fáceis" nos Estados Unidos
WASHINGTON, 13 mar (AFP) O terrorista jordaniano Abu Mussab al-Zarqawi, líder da rede Al-Qaeda no Iraque, estaria planejando ataques contra "objectivos fáceis" nos Estados Unidos, como "salas de cinema, restaurantes e escolas", revelou neste domingo a revista Time, citando declarações atribuídas a um ex-colaborador de Zarqawi.
Estas declarações, citadas numa nota enviada às agências de segurança americanas e publicadas no site de Time, acontecem duas semanas depois da confirmação pelos serviços de inteligência americanos de que o líder da Al-Qaeda, Osama bin Laden, enviou uma mensagem a Zarqawi lhe pedindo que ataque o território dos Estados Unidos.
Segundo os agentes de inteligência que interrogaram o ex-colaborador de Zarqawi, o plano da Al-Qaeda era infiltrar militantes nos Estados Unidos via o México, depois de ter obtido vistos em Honduras.
Segundo a mesma fonte, os ataques contra os Estados Unidos já teriam começado se não houvesse "uma escassez de voluntários" suicidas.
De acordo com Time, as autoridades americanas estão em alerta, principalmente depois de terem sido informadas, na semana passada, de ameaças de atentados contra instalações ferroviárias em Detroit (Michigan) e Los Angeles (Califórnia).
Via France Press
Estas declarações, citadas numa nota enviada às agências de segurança americanas e publicadas no site de Time, acontecem duas semanas depois da confirmação pelos serviços de inteligência americanos de que o líder da Al-Qaeda, Osama bin Laden, enviou uma mensagem a Zarqawi lhe pedindo que ataque o território dos Estados Unidos.
Segundo os agentes de inteligência que interrogaram o ex-colaborador de Zarqawi, o plano da Al-Qaeda era infiltrar militantes nos Estados Unidos via o México, depois de ter obtido vistos em Honduras.
Segundo a mesma fonte, os ataques contra os Estados Unidos já teriam começado se não houvesse "uma escassez de voluntários" suicidas.
De acordo com Time, as autoridades americanas estão em alerta, principalmente depois de terem sido informadas, na semana passada, de ameaças de atentados contra instalações ferroviárias em Detroit (Michigan) e Los Angeles (Califórnia).
Via France Press
Mais de 200.000 pessoas se manifestam contra a resolução 1559 no Líbano
NABATIYA, Líbano, 13 mar (AFP) Mais de 200.000 pessoas se reuniram este domingo em Nabatiya (sul) para protestar contra a resolução 1559 do Conselho de Segurança da ONU e "dar graças à Síria".
Os organizadores estimaram que os manifestantes, que respondiam a uma convocação dos principais grupos xiitas libaneses, o Hezbollah e o Amal, eram mais de 300.000.
Os oradores, deputados do Hezbollah e do Amal e representantes de formações pró-sírias, se revezaram na tribuna e incentivar a multidão a protestar contra a "intervenção estrangeira" e "fidelidade à Síria".
Os manifestantes agitavam bandeiras libanesas e retratos do presidente sírio, Bachar Al Assad, do libanês, Emile Lahud, e do secretário-geral do Hezbollah, Hassan Nasralá.
Via France Press
Os organizadores estimaram que os manifestantes, que respondiam a uma convocação dos principais grupos xiitas libaneses, o Hezbollah e o Amal, eram mais de 300.000.
Os oradores, deputados do Hezbollah e do Amal e representantes de formações pró-sírias, se revezaram na tribuna e incentivar a multidão a protestar contra a "intervenção estrangeira" e "fidelidade à Síria".
Os manifestantes agitavam bandeiras libanesas e retratos do presidente sírio, Bachar Al Assad, do libanês, Emile Lahud, e do secretário-geral do Hezbollah, Hassan Nasralá.
Via France Press
Erica on the rocks
Sexta-feira, Março 11, 2005
11 de Março de 1975 - VIA OURÉM
"Ainda se fazia a festa, pá...
A Teresa e o Luís Nuno (na altura conhecido, no meio, por Barbas e seu companheiro),viviam em Alpiarça. Eram ferozes anti revisionistas, de extrema esquerda, mas sempre conviveram com os 'inimigos' e respeitaram-se mutuamente, ao ponto de o Luís Nuno ter feito parte da Direcção da maior Associação Desportiva e Recreativa - Os Águias.
Eu, sempre hesitante, estava no Exército ligado a uma estrutura do COPCON. Puxava para a extrema, mas recusava-me a atacar o PCP.
Tínhamos a ilusão que as coisas podiam avançar, mas já havia a certeza de que alguém não apoiava. Spínola armadilhou os paras e atirou-os contra o RALIS. Houve perda de vidas. O soldado Luís foi martirizado e imortalizado.
Ficámos em alerta máximo uns dias. Foram horas em que, para além dos nervos, se conseguia, apesar de tudo, jogar xadrês enquanto as forças em conflito se reequilibravam.
Tive a honra de num desses dias ficar de vigilância à casa, em Cascais, desse ser magnífico que foi conhecido como Camarada Vasco que, poucos dias depois, se não estou em erro, declarava a nacionalização da banca.
Começou a ver-se o processo avançar. No Governo, Silva Lopes e Mário Murteira não se manifestavam contras as nacionalizações, eu penso que até apoiaram, apesar de, agora, exibirem alguma hesitação quando falam no assunto.
Mais de 1000 empresas entraram em autogestão. Os capitalistas, quando sabotadores, fugiam ou eram presos. Houve excessos? Sem dúvida. Mais tarde, houve coisas erradas que viraram as pessoas contra nós. Mas foi bonito... "
Via Ourém
A Teresa e o Luís Nuno (na altura conhecido, no meio, por Barbas e seu companheiro),viviam em Alpiarça. Eram ferozes anti revisionistas, de extrema esquerda, mas sempre conviveram com os 'inimigos' e respeitaram-se mutuamente, ao ponto de o Luís Nuno ter feito parte da Direcção da maior Associação Desportiva e Recreativa - Os Águias.
Eu, sempre hesitante, estava no Exército ligado a uma estrutura do COPCON. Puxava para a extrema, mas recusava-me a atacar o PCP.
Tínhamos a ilusão que as coisas podiam avançar, mas já havia a certeza de que alguém não apoiava. Spínola armadilhou os paras e atirou-os contra o RALIS. Houve perda de vidas. O soldado Luís foi martirizado e imortalizado.
Ficámos em alerta máximo uns dias. Foram horas em que, para além dos nervos, se conseguia, apesar de tudo, jogar xadrês enquanto as forças em conflito se reequilibravam.
Tive a honra de num desses dias ficar de vigilância à casa, em Cascais, desse ser magnífico que foi conhecido como Camarada Vasco que, poucos dias depois, se não estou em erro, declarava a nacionalização da banca.
Começou a ver-se o processo avançar. No Governo, Silva Lopes e Mário Murteira não se manifestavam contras as nacionalizações, eu penso que até apoiaram, apesar de, agora, exibirem alguma hesitação quando falam no assunto.
Mais de 1000 empresas entraram em autogestão. Os capitalistas, quando sabotadores, fugiam ou eram presos. Houve excessos? Sem dúvida. Mais tarde, houve coisas erradas que viraram as pessoas contra nós. Mas foi bonito... "
Via Ourém
ZECA E O PREC
"De 1974 a 1975 envolve-se directamento nos movimentos populares. O PREC (Processo Revolucionário Em Curso) é a sua paixão. Cantou no dia 11 de Março de 1975 no RALIS para os soldados. Estabelece uma colaboração estreita com o movimento revolucionário LUAR, através do seu amigo Camilo Mortágua, dirigente da organização. A LUAR edita o single «Viva o Poder Popular» com «Foi na Cidade do Sado» no lado B. Em Itália, as organizações revolucionárias Lotta Continua, Il Manifesto e Vanguardia Operaria editam o álbum República, gravado em Roma a 30 de Setembro e 1 de Outubro, nos estúdios das Santini Edizioni. As receitas do disco destinavam-se a apoiar a Comissão de Trabalhadores do jornal República ou, caso o jornal fosse extinto, como foi, o Secretariado Provisório das Cooperativas Agrícolas de Alcoentre. Desconhecido em Portugal, o álbum inclui «Para Não Dizer Que Não Falei de Flores» (Francisco Fanhais), «Se os Teus Olhos se Vendessem», «Foi no Sábado Passado», «Canta Camarada», «Eu Hei-de Ir Colher Macela», «O Pão Que Sobra à Riqueza», «Os Vampiros», «Senhora do Almortão», «Letra para Um Hino» e «Ladainha do Arcebispo». Francisco Fanhais colaborou na gravação do disco, juntamente com músicos italianos."
Via Portugal Tunas
Via Portugal Tunas
Um 11 de Março de há 30 anos recordado à dimensão apropriada para blog
Por Sérgio Ribeiro
O Luís pediu (pediu?, convidou!, desafiou!, ordenou!…) que escrevesse sobre o 11 de Março de 1975. Difícil, sobretudo fazê-lo à dimensão do tempo que tenho e de ser suportável por um blog.
Só duas ou três notas. Com a minha verdade histórica.
O 25 de Abril de 1974, abertas as portas das prisões, onde estávamos presos todos nós, e alguns de nós em particular, depois da euforia e indefinição das primeiras horas, recomeçou a luta (de classes, digo eu…).
Que tomou a forma de controlo da economia. Os 7 grandes grupos económicos que dominavam a economia e a finança tinham um poder sobre a sociedade portuguesa verdadeiramente tentacular, e os novos caminhos, a trilhar em liberdade e democracia, teriam de beliscar esse poder. Que não gosta de o ser. Foi a luta entre um poder político a democratizar-se – e a querer desenvolver e descolonizar – e um poder económico alapado aos proteccionismos de todo o tipo.
O primeiro confronto terá sido com a proposta de um “movimento” de empresários (MDSE) que se propôs “gerir a política”, com Spínola, que fora nº 2 de Champlimaud na Siderurgia Nacional, SA, a servir de ponte. Quase logo, ou ao mesmo tempo, o apelo à “maioria silenciosa” e o ensaio do 28 de Setembro.
Mas o poder político, os governos provisórios – com os partidos neles representados (PPD, PS, MDP/CDE, PCP) – e o MFA, resistiu a essa tentativa do poder económico-financeiro de recuperação do controlo total sobre a vida social portuguesa.
No final do ano de 1974, apareceram os alarmes, catastrofistas e falsos, quanto aos défices e à situação da economia e finanças portuguesas, e apareceram uns planos “de rigor”, com Melo Antunes e Vítor Constâncio a serem protagonistas, mas era evidente que, sem o controlo da banca e sem a subordinação dos grandes grupos ao novo poder político, não haveria novos caminhos.
Os confrontos iam-se agudizando, dentro dos “poderes”, entre o poder político, inseguro e heterogéneo, e o poder económico, nada disposto a perder posições e a submeter-se a objectivos que não controlasse.
Como o poder real estava nas mãos dos militares, o conflito eclodiu em golpe e contra-golpe, utilizando grupos e armas, e foi o 11 de Março. Que, na minha versão, começou por ser uma tentativa do poder económico tomar o poder pela via das forças armadas, com uma reacção, ainda das forças armadas e populares, para se prosseguir pelas portas que Abril abrira, como disse o poeta.
Ganharam estas forças. Do 11 de Março resultou a grande leva de nacionalizações, o esforço para que o poder económico ficasse, de vez, subordinado ao poder político, tal como se ia organizando.
Mais dois apontamentos.
1. A vitória desde logo se sabia (quem sabia…) efémera, porque a luta iria continuar por outras (e todas!) as formas, desde a demissão de ministros do 4º governo provisório que o derrubariam, até ao terrorismo que surgiu em Portugal. E assim foi continuando, com o derrube do 5º governo, com o remendo que foi o 6º governo, com o 25 de Novembro.
2. Apesar de tudo, e não obstante parecer pretender-se esquecê-lo, foi cumprido, escrupulosamente, o calendário que marcava eleições no prazo de ano a contar de 25 de Abril de 1974: a 25 de Abril de 1975 houve eleições para a Assembleia Constituinte! O 11 de Março não o impediu. Talvez sem o 11 de Março, como ele foi, assim não tivesse sido.
Com o 11 de Março foram criadas condições para se fazer um caminho que estava delineado desde 25 de Abril de 1974, mas ele foi, sempre, combatido, sabotado, traído.
Continua a sê-lo por quem conta a História de outra maneira.
Isto digo eu, claro. Que a conto assim. Porque assim a vivi.
Via Ourém
O Luís pediu (pediu?, convidou!, desafiou!, ordenou!…) que escrevesse sobre o 11 de Março de 1975. Difícil, sobretudo fazê-lo à dimensão do tempo que tenho e de ser suportável por um blog.
Só duas ou três notas. Com a minha verdade histórica.
O 25 de Abril de 1974, abertas as portas das prisões, onde estávamos presos todos nós, e alguns de nós em particular, depois da euforia e indefinição das primeiras horas, recomeçou a luta (de classes, digo eu…).
Que tomou a forma de controlo da economia. Os 7 grandes grupos económicos que dominavam a economia e a finança tinham um poder sobre a sociedade portuguesa verdadeiramente tentacular, e os novos caminhos, a trilhar em liberdade e democracia, teriam de beliscar esse poder. Que não gosta de o ser. Foi a luta entre um poder político a democratizar-se – e a querer desenvolver e descolonizar – e um poder económico alapado aos proteccionismos de todo o tipo.
O primeiro confronto terá sido com a proposta de um “movimento” de empresários (MDSE) que se propôs “gerir a política”, com Spínola, que fora nº 2 de Champlimaud na Siderurgia Nacional, SA, a servir de ponte. Quase logo, ou ao mesmo tempo, o apelo à “maioria silenciosa” e o ensaio do 28 de Setembro.
Mas o poder político, os governos provisórios – com os partidos neles representados (PPD, PS, MDP/CDE, PCP) – e o MFA, resistiu a essa tentativa do poder económico-financeiro de recuperação do controlo total sobre a vida social portuguesa.
No final do ano de 1974, apareceram os alarmes, catastrofistas e falsos, quanto aos défices e à situação da economia e finanças portuguesas, e apareceram uns planos “de rigor”, com Melo Antunes e Vítor Constâncio a serem protagonistas, mas era evidente que, sem o controlo da banca e sem a subordinação dos grandes grupos ao novo poder político, não haveria novos caminhos.
Os confrontos iam-se agudizando, dentro dos “poderes”, entre o poder político, inseguro e heterogéneo, e o poder económico, nada disposto a perder posições e a submeter-se a objectivos que não controlasse.
Como o poder real estava nas mãos dos militares, o conflito eclodiu em golpe e contra-golpe, utilizando grupos e armas, e foi o 11 de Março. Que, na minha versão, começou por ser uma tentativa do poder económico tomar o poder pela via das forças armadas, com uma reacção, ainda das forças armadas e populares, para se prosseguir pelas portas que Abril abrira, como disse o poeta.
Ganharam estas forças. Do 11 de Março resultou a grande leva de nacionalizações, o esforço para que o poder económico ficasse, de vez, subordinado ao poder político, tal como se ia organizando.
Mais dois apontamentos.
1. A vitória desde logo se sabia (quem sabia…) efémera, porque a luta iria continuar por outras (e todas!) as formas, desde a demissão de ministros do 4º governo provisório que o derrubariam, até ao terrorismo que surgiu em Portugal. E assim foi continuando, com o derrube do 5º governo, com o remendo que foi o 6º governo, com o 25 de Novembro.
2. Apesar de tudo, e não obstante parecer pretender-se esquecê-lo, foi cumprido, escrupulosamente, o calendário que marcava eleições no prazo de ano a contar de 25 de Abril de 1974: a 25 de Abril de 1975 houve eleições para a Assembleia Constituinte! O 11 de Março não o impediu. Talvez sem o 11 de Março, como ele foi, assim não tivesse sido.
Com o 11 de Março foram criadas condições para se fazer um caminho que estava delineado desde 25 de Abril de 1974, mas ele foi, sempre, combatido, sabotado, traído.
Continua a sê-lo por quem conta a História de outra maneira.
Isto digo eu, claro. Que a conto assim. Porque assim a vivi.
Via Ourém
11 de MARÇO - PREC "NO DIA DA UNIDADE"
No dia da unidade
Joaquim Carvalho Luís
Pelas forças em parada
Lembrado foi no RAL - 1
Onze de Março sabido
Dentro e fora de fronteiras
Para todos garantido
De que já não há barreiras
Que venham dividir homens
Da mesma conformação
Por essas montanhas fora
Faremos a revolução
Numa assembleia de tropas
Delegados da unidade
Decidiram em directo
Que reinaria a igualdade
Falaram cabos e praças
Oficiais e sargentos
Houve compromisso aberto
De liquidar os intentos
Da velha ordem fascista
Dinheiro nunca lhe falta
Terão que passar por cima
Das sentinelas da malta
Seja o RAL - 1 o modelo
Duma luta popular
Se vos tocam num cabelo
Podeis connosco contar
José Afonso
Joaquim Carvalho Luís
Pelas forças em parada
Lembrado foi no RAL - 1
Onze de Março sabido
Dentro e fora de fronteiras
Para todos garantido
De que já não há barreiras
Que venham dividir homens
Da mesma conformação
Por essas montanhas fora
Faremos a revolução
Numa assembleia de tropas
Delegados da unidade
Decidiram em directo
Que reinaria a igualdade
Falaram cabos e praças
Oficiais e sargentos
Houve compromisso aberto
De liquidar os intentos
Da velha ordem fascista
Dinheiro nunca lhe falta
Terão que passar por cima
Das sentinelas da malta
Seja o RAL - 1 o modelo
Duma luta popular
Se vos tocam num cabelo
Podeis connosco contar
José Afonso
Quinta-feira, Março 10, 2005
EUA se retiram do protocolo de Viena sobre acesso a diplomatas
WASHINGTON, 10 mar (AFP) Os Estados Unidos se retiraram do protocolo opcional da Convenção de Viena sobre os direitos consulares, que desde 1963 permite que as pessoas detidas no exterior tenham acesso a suas autoridades consulares, informa nesta quinta-feira o jornal Washington Post.
A secretária de Estado americana, Condoleezza Rice, informou ao secretário-geral da ONU, Kofi Annan, a decisão da administração George W. Bush de "retirar-se a partir de agora" do protocolo, em uma carta com data de 7 de março, informaram fontes do governo ao jornal.
Proposto em 1963 por Washington, e ratificado em 1969 com o acordo da Convenção de Viena sobre as relações consulares, o protocolo opcional permite a intervenção do Tribunal Internacional de Justiça quando suspeitos encarcerados no exterior têm negado o direito de ver um diplomata de seu país.
Via France Press
A secretária de Estado americana, Condoleezza Rice, informou ao secretário-geral da ONU, Kofi Annan, a decisão da administração George W. Bush de "retirar-se a partir de agora" do protocolo, em uma carta com data de 7 de março, informaram fontes do governo ao jornal.
Proposto em 1963 por Washington, e ratificado em 1969 com o acordo da Convenção de Viena sobre as relações consulares, o protocolo opcional permite a intervenção do Tribunal Internacional de Justiça quando suspeitos encarcerados no exterior têm negado o direito de ver um diplomata de seu país.
Via France Press
Família de Maskhadov quer que o Ocidente exija seu corpo a Moscovo
MOSCOVO, 10 mar (AFP) A família de Aslan Maskhadov, morto na terça-feira na Chechênia pela tropas russas, pediu nesta quinta-feira à comunidade internacional que exija de Moscovo o corpo do líder separatista, em uma carta publicada no site kavkazcenter.com.
"Pedimos com insistência que façam todo o possível para exigir do governo russo que o corpo do presidente checheno Aslan Maskhadov seja entregue a seus amigos e a sua família", afirma a carta, assinada pela viúva do líder independentista e seus dois filhos.
As autoridades russas informaram que não pretendem entregar o corpo de Maskhadov, com base na legislação do combate ao terrorismo, que não permite que os corpos dos terroristas sejam entregues a seus parentes.
Aslan Maskhadov, de 53 anos, que foi eleito presidente da Chechênia em 1997, mas que não tinha sua legitimidade reconhecida por Moscovo desde 1999, morreu na última terça-feira em uma operação das forças especiais do Serviço Federal de Segurança (FSB).
Via France Press
"Pedimos com insistência que façam todo o possível para exigir do governo russo que o corpo do presidente checheno Aslan Maskhadov seja entregue a seus amigos e a sua família", afirma a carta, assinada pela viúva do líder independentista e seus dois filhos.
As autoridades russas informaram que não pretendem entregar o corpo de Maskhadov, com base na legislação do combate ao terrorismo, que não permite que os corpos dos terroristas sejam entregues a seus parentes.
Aslan Maskhadov, de 53 anos, que foi eleito presidente da Chechênia em 1997, mas que não tinha sua legitimidade reconhecida por Moscovo desde 1999, morreu na última terça-feira em uma operação das forças especiais do Serviço Federal de Segurança (FSB).
Via France Press
Quarta-feira, Março 09, 2005
Termina sem acordo a reunião israelense-palestina em Jericó
JERICÓ, Cisjordânia, 9 mar (AFP) Uma reunião entre dirigentes de segurança israelenses e palestinos sobre a transferência do controle da segurança de Jericó para a Autoridade Palestina terminou esta quarta-feira sem acordo, afirmou um oficial palestino.
"Não chegamos ainda a um acordo definitivo", declarou à imprensa o general Haj Ismail Jabr, o mais alto dirigente palestino na Cisjordânia, que dirigia a delegação palestina.
"Existem ainda pontos de divergência", acrescentou.
A próxima transferência das localidades cisjordanas de Jericó e Tulkarem em termos de segurança palestina foi anunciada na noite desta terça-feira depois de uma reunião entre o líder palestino Mahmud Abas e o ministro israelense da Defesa, Shaul Mofaz.
Via France Press
"Não chegamos ainda a um acordo definitivo", declarou à imprensa o general Haj Ismail Jabr, o mais alto dirigente palestino na Cisjordânia, que dirigia a delegação palestina.
"Existem ainda pontos de divergência", acrescentou.
A próxima transferência das localidades cisjordanas de Jericó e Tulkarem em termos de segurança palestina foi anunciada na noite desta terça-feira depois de uma reunião entre o líder palestino Mahmud Abas e o ministro israelense da Defesa, Shaul Mofaz.
Via France Press
China terá 800 mísseis apontados para Taiwan (Lee Jye)
TAIPÉ, 9 mar (AFP) A China terá pelo menos 800 mísseis apontados para Taiwan em 2006, afirmou o ministro taiwanês da Defesa, Lee Jye.
"Pequim dispõe atualmente de 700 mísseis balísticos posicionados diante da ilha, mas este número aumentará a 800 no ano que vem", declarou o ministro em um discurso no Parlamento, que tinha o objetivo de convencer os deputados a aprovar um novo programa de gastos militares de 15,24 bilhões de dólares.
A declaração foi feita no momento em que o Parlamento chinês se prepara para adotar um projeto de lei anti-secessão, que prevê o uso da força contra Taiwan caso a ilha se declare independente.
Taiwan reagiu energicamente a esta lei, chamando a mesma de "cheque em branco" para o exército chinês.
A China considera Taiwan uma província rebelde, apesar de gozar de uma independência de fato desde o fim da guerra civil entre comunistas e nacionalistas chineses em 1949.
Via France Press
"Pequim dispõe atualmente de 700 mísseis balísticos posicionados diante da ilha, mas este número aumentará a 800 no ano que vem", declarou o ministro em um discurso no Parlamento, que tinha o objetivo de convencer os deputados a aprovar um novo programa de gastos militares de 15,24 bilhões de dólares.
A declaração foi feita no momento em que o Parlamento chinês se prepara para adotar um projeto de lei anti-secessão, que prevê o uso da força contra Taiwan caso a ilha se declare independente.
Taiwan reagiu energicamente a esta lei, chamando a mesma de "cheque em branco" para o exército chinês.
A China considera Taiwan uma província rebelde, apesar de gozar de uma independência de fato desde o fim da guerra civil entre comunistas e nacionalistas chineses em 1949.
Via France Press
Terça-feira, Março 08, 2005
Syrie, Israel et l’hypocrisie
Alors qu’il est pourrait être très encourageant de voir le monde, sous le commandement états-uniens rassemblé derrière une juste cause, appelant au retrait immédiat, complet et sans conditions des troupes et des services secrets syriens du Liban, l’hypocrisie vous laisse un goût amer dans la bouche.
L’image spectaculaire de l’unité de l’ensemble des groupes communautaires libanais qui, sous leur drapeau national, réclament la liberté et une véritable démocratie, s’impose à toutes les nations dont la liberté a été volée et en particulier aux Palestiniens.
Est-ce que ce rêve pourrait devenir réalité ? Est-ce qu’il serait possible pour les Palestiniens de seulement se rassembler sur une grande place, agitant leur drapeau national, et que cela soit suffisant pour la Communauté Internationale afin qu’elle demande un retrait immédiat, complet et inconditionnel d’Israël.
L’hypocrisie est encore plus saisissante, si une comparaison est faite. Les troupes syriennes ont été appelées au Liban par un gouvernement libanais légitimement élu, comme une force de maintien de la paix au milieu d’une guerre civile horrible. Il est vrai que la Syrie a exploité sa présence pour augmenter son influence sur son voisin le plus proche.
L’armée israélienne a occupé les territoires palestiniens en 1967 sans y être invitée. Depuis Israël a exploité cette situation d’occupation à un niveau qu’il n’est même pas envisageable d’imaginer pour la Syrie, même dans ses rêves les plus fous.
Les syriens n’ont ni exproprié, ni annexé la moindre parcelle de terre libanaise. Israël a annexé des zones de Cisjordanie et la totalité du plateau du Golan syrien.
La Syrie n’a pas demandé à une partie de ses citoyens de s’installer comme colons au Liban. Jusqu’à présent Israël dispose de 500 000 colons dans les territoires palestiniens et planifie de développer cette colonisation.
Les Syriens n’ont jamais arrêté de Libanais pour des raisons politiques, criminelles ou sécuritaires. Jusqu’alors, Israël a emprisonné 800 000 Palestiniens pour des raisons politiques ou sécuritaires.
Il n’y a aucune notification du fait que la Syrie aurait exploité les ressources naturelles du Liban ; Israël a exploité le maximum des ressources naturelles des Palestiniens, tout spécialement les nappes phréatiques.
La Syrie n’a pas détruit une seule maison libanaise, Israël a détruit des milliers de maisons palestiniennes.
Même quand le Conseil de Sécurité de l’ONU a adopté une résolution demandant à Israël de se retirer du Sud-Liban, Israël y est resté 25 années supplémentaires. Au jour d’aujourd’hui, il est vraisemblable que, sans la résistance du Hezbollah, Israël contrôlerait toujours le Sud-Liban.
Pendant ces 25 années, il n’y a eu aucun appel pour un retrait immédiat, complet et inconditionnel. Dans le cas de la question israélo-palestinienne, il faut remarquer que la communauté internationale répète sans cesse : les problèmes doivent être résolus par des négociations entre les deux parties. Est-ce qu’il serait envisageable de dire que le retrait des troupes syriennes du Liban doit être discuté directement par la Syrie et le Liban.
Les questions demeurent : le monde a-t-il changé ? Est-ce que le monde tolère moins l’oppression et les occupations étrangères ?
La pression croissante sur le Syrie est plus liée au fait que la Syrie est considérée comme faisant partie de "l’axe du Diable", qu’une démarche pour la paix et la démocratie.
Je souhaiterais me tromper. Dans mes rêves les plus doux, je souhaite toujours que le monde sous le commandement états-unien me prouve que je me trompe.
Ghassan Andoni
Via France-Palestine
L’image spectaculaire de l’unité de l’ensemble des groupes communautaires libanais qui, sous leur drapeau national, réclament la liberté et une véritable démocratie, s’impose à toutes les nations dont la liberté a été volée et en particulier aux Palestiniens.
Est-ce que ce rêve pourrait devenir réalité ? Est-ce qu’il serait possible pour les Palestiniens de seulement se rassembler sur une grande place, agitant leur drapeau national, et que cela soit suffisant pour la Communauté Internationale afin qu’elle demande un retrait immédiat, complet et inconditionnel d’Israël.
L’hypocrisie est encore plus saisissante, si une comparaison est faite. Les troupes syriennes ont été appelées au Liban par un gouvernement libanais légitimement élu, comme une force de maintien de la paix au milieu d’une guerre civile horrible. Il est vrai que la Syrie a exploité sa présence pour augmenter son influence sur son voisin le plus proche.
L’armée israélienne a occupé les territoires palestiniens en 1967 sans y être invitée. Depuis Israël a exploité cette situation d’occupation à un niveau qu’il n’est même pas envisageable d’imaginer pour la Syrie, même dans ses rêves les plus fous.
Les syriens n’ont ni exproprié, ni annexé la moindre parcelle de terre libanaise. Israël a annexé des zones de Cisjordanie et la totalité du plateau du Golan syrien.
La Syrie n’a pas demandé à une partie de ses citoyens de s’installer comme colons au Liban. Jusqu’à présent Israël dispose de 500 000 colons dans les territoires palestiniens et planifie de développer cette colonisation.
Les Syriens n’ont jamais arrêté de Libanais pour des raisons politiques, criminelles ou sécuritaires. Jusqu’alors, Israël a emprisonné 800 000 Palestiniens pour des raisons politiques ou sécuritaires.
Il n’y a aucune notification du fait que la Syrie aurait exploité les ressources naturelles du Liban ; Israël a exploité le maximum des ressources naturelles des Palestiniens, tout spécialement les nappes phréatiques.
La Syrie n’a pas détruit une seule maison libanaise, Israël a détruit des milliers de maisons palestiniennes.
Même quand le Conseil de Sécurité de l’ONU a adopté une résolution demandant à Israël de se retirer du Sud-Liban, Israël y est resté 25 années supplémentaires. Au jour d’aujourd’hui, il est vraisemblable que, sans la résistance du Hezbollah, Israël contrôlerait toujours le Sud-Liban.
Pendant ces 25 années, il n’y a eu aucun appel pour un retrait immédiat, complet et inconditionnel. Dans le cas de la question israélo-palestinienne, il faut remarquer que la communauté internationale répète sans cesse : les problèmes doivent être résolus par des négociations entre les deux parties. Est-ce qu’il serait envisageable de dire que le retrait des troupes syriennes du Liban doit être discuté directement par la Syrie et le Liban.
Les questions demeurent : le monde a-t-il changé ? Est-ce que le monde tolère moins l’oppression et les occupations étrangères ?
La pression croissante sur le Syrie est plus liée au fait que la Syrie est considérée comme faisant partie de "l’axe du Diable", qu’une démarche pour la paix et la démocratie.
Je souhaiterais me tromper. Dans mes rêves les plus doux, je souhaite toujours que le monde sous le commandement états-unien me prouve que je me trompe.
Ghassan Andoni
Via France-Palestine
Quinze corpos decapitados encontrados no sul de Bagdá
LATIFIYAH, Iraque, 8 mar (AFP) Quinze corpos decapitados de homense e mulheres foram encontrados esta terça-feira no sul de Bagdá, afirmou à AFP um oficial do exército iraquiano.
O exército iraquiano descobriu esta terça-feira 15 corpos de ambos os sexos decapitados durante uma operação na ex-base militar de Hattin, a 3 km de Latifiyah, utilizada anteriormente pela guerrilha, informou o capitão Mohamad al Saedi.
O exército lançou esta operação por causa de "denúncias de pessoas que assinalaram o desaparecimento de parentes que se dirigiam de Najaf e Kerbala", acrescentou, em referência às duas cidades santas xiitas.
Via France Press
O exército iraquiano descobriu esta terça-feira 15 corpos de ambos os sexos decapitados durante uma operação na ex-base militar de Hattin, a 3 km de Latifiyah, utilizada anteriormente pela guerrilha, informou o capitão Mohamad al Saedi.
O exército lançou esta operação por causa de "denúncias de pessoas que assinalaram o desaparecimento de parentes que se dirigiam de Najaf e Kerbala", acrescentou, em referência às duas cidades santas xiitas.
Via France Press
Milhares de manifestantes pró-sírios em Beirute
BEIRUTE, 8 mar (AFP) Milhares de manifestantes estavam reunidos esta terça-feira em pleno coração de Beirute convocados pelos partidos pró-sírios, segundo estimativas da imprensa presente no local.
Uma fonte oficial libanesa e a cadeia de televisão do movimento xiita pró-sírio Amal, NBN, anteciparam a cifra de um milhão e meio de manifestantes "em sinal de fidelidade à Síria". Al Manar, a televisão do Hezbollah, classificou a manilfestação de "histórica".
No início da manifestação, que se realiza sob o lema "a soberania do Líbano e a fidelidade à Síria", os inúmeros presentes observaram um minuto de silêncio em memória do ex-primeiro-ministro Rafic Hariri, assassinado em 14 de fevereiro, antes de ouvir o hino nacional libanês.
Via France Press
Uma fonte oficial libanesa e a cadeia de televisão do movimento xiita pró-sírio Amal, NBN, anteciparam a cifra de um milhão e meio de manifestantes "em sinal de fidelidade à Síria". Al Manar, a televisão do Hezbollah, classificou a manilfestação de "histórica".
No início da manifestação, que se realiza sob o lema "a soberania do Líbano e a fidelidade à Síria", os inúmeros presentes observaram um minuto de silêncio em memória do ex-primeiro-ministro Rafic Hariri, assassinado em 14 de fevereiro, antes de ouvir o hino nacional libanês.
Via France Press
Amnistia Internacional denuncia aumento de presos políticos na China
PEQUIM, 8 mar (AFP) O número de presos políticos aumentou na China, segundo um relatório divulgado nesta terça-feira pela Anistia Internacional, que cita alguns casos recentes de violações dos direitos humanos sem apresentar números precisos.
Os opositores foram punidos por expressar suas opiniões políticas, protestar contra embargos de terras ou praticar uma religião fora da norma definida pelas autoridades, segundo a organização com sede em Londres.
O relatório da Anistia Internacional foi publicado em plena polêmica sobre o fim do embargo europeu às vendas de armas para a China.
No final de 2004 e começo de 2005, dezenas de pessoas foram detidas ou colocadas sob o regime de prisão domiciliar por terem participado ou desejado participar de acontecimentos politicamente delicados, como o funeral do ex-dirigente reformista Zhao Ziyang.
Via France Press
Os opositores foram punidos por expressar suas opiniões políticas, protestar contra embargos de terras ou praticar uma religião fora da norma definida pelas autoridades, segundo a organização com sede em Londres.
O relatório da Anistia Internacional foi publicado em plena polêmica sobre o fim do embargo europeu às vendas de armas para a China.
No final de 2004 e começo de 2005, dezenas de pessoas foram detidas ou colocadas sob o regime de prisão domiciliar por terem participado ou desejado participar de acontecimentos politicamente delicados, como o funeral do ex-dirigente reformista Zhao Ziyang.
Via France Press
ONU vê com cautela envio de força de paz à Somália
NOVA YORK, 7 Mar (AFP) O Conselho de Segurança das Nações Unidas apoiou com cautela nesta segunda-feira a iniciativa dos países africanos de enviar uma força de paz à Somália, advertindo que "é preciso contar com o apoio do povo somali".
"Uma missão como esta deve ser cuidadosamente estudada e planejada, e precisa contar com o apoio do povo somali", disse o presidente do Conselho, o brasileiro Ronaldo Sardenberg.
O diplomata também elogiou os esforços da União Africana (UA) e da Autoridade Intergovernamental de Desenvolvimento (IGAD) para ajudar o governo federal de transição somali.
O Conselho "pede a todas as milícias e aos chefes somalis que suspendam as hostilidades, assim como ao governo federal de transição, para que comece imediatamente as negociações visando um acordo de cessar-fogo global e verificável, que levaria a um desarmamento final", concluiu Sardenberg.
Via France Press
"Uma missão como esta deve ser cuidadosamente estudada e planejada, e precisa contar com o apoio do povo somali", disse o presidente do Conselho, o brasileiro Ronaldo Sardenberg.
O diplomata também elogiou os esforços da União Africana (UA) e da Autoridade Intergovernamental de Desenvolvimento (IGAD) para ajudar o governo federal de transição somali.
O Conselho "pede a todas as milícias e aos chefes somalis que suspendam as hostilidades, assim como ao governo federal de transição, para que comece imediatamente as negociações visando um acordo de cessar-fogo global e verificável, que levaria a um desarmamento final", concluiu Sardenberg.
Via France Press
Elas - roubado aos amigos (In)separáveis
Elas sorriem quando querem gritar.
Elas cantam quando querem chorar.
Elas choram quando estão felizes.
E riem quando estão nervosas.
Elas brigam por aquilo que acreditam.
Elas levantam-se para injustiça.
Elas não levam "não" como resposta quando
acreditam que existe melhor solução.
Continua aqui - Via Os (In)separáveis
Elas cantam quando querem chorar.
Elas choram quando estão felizes.
E riem quando estão nervosas.
Elas brigam por aquilo que acreditam.
Elas levantam-se para injustiça.
Elas não levam "não" como resposta quando
acreditam que existe melhor solução.
Continua aqui - Via Os (In)separáveis
Dia 8 de Março - Via AFIXE
A Emiéle escreveu, portanto leiam SFF!
(Continua aqui) Hoje é Dia da Mulher.
Sempre achei curioso como o facto de se escolher um Dia como sendo Dia da Mulher consegue levantar muitas vezes paixões tão fortes e opostas. As posições vão de extremo a extremo e, como quase sempre que isso acontece, quando o pêndulo balança demais perde-se a razão.
Falando do meu ponto de vista, o complicado é porque se misturam conceitos distintos.
Continue a ler no Afixe
(Continua aqui) Hoje é Dia da Mulher.
Sempre achei curioso como o facto de se escolher um Dia como sendo Dia da Mulher consegue levantar muitas vezes paixões tão fortes e opostas. As posições vão de extremo a extremo e, como quase sempre que isso acontece, quando o pêndulo balança demais perde-se a razão.
Falando do meu ponto de vista, o complicado é porque se misturam conceitos distintos.
Continue a ler no Afixe
Este Post vem com um dia de atraso..
Partido Comunista Português (PCP)
O partido mais antigo na cena política portuguesa, foi fundado em 1921, na legalidade, integrado num regime democrático parlamentar que reconhecia a liberdade de formação e actuação dos partidos políticos. Apanhado de surpresa pelo golpe militar de 28 de Maio de 1926, que deu origem à criação da Ditadura Militar (o golpe quase coincide com o II Congresso, que teve lugar a 19 e 30 de Maio), só três anos mais tarde reinicia a sua actividade, na clandestinidade, sob a direcção de Bento Gonçalves. Ainda não liberto das concepções anarco-sindicalistas que privilegiavam a acção violenta, armada, para o derrube do regime, o PCP participa na gorada tentativa revolucionária de 18 de Janeiro de 1934, pela qual o movimento operário tentava opor-se à corporativização dos sindicatos. Foi apenas em 1935, sob orientação da Internacional Comunista, de que o partido era membro, que se orientou para tácticas que tomavam em consideração, simultaneamente, três níveis de acção: clandestina, semi-legal e legal, orientação esta que nunca mais abandonará até à queda do Estado Novo, em 1974.
(Continua aqui)Via Riscos
O partido mais antigo na cena política portuguesa, foi fundado em 1921, na legalidade, integrado num regime democrático parlamentar que reconhecia a liberdade de formação e actuação dos partidos políticos. Apanhado de surpresa pelo golpe militar de 28 de Maio de 1926, que deu origem à criação da Ditadura Militar (o golpe quase coincide com o II Congresso, que teve lugar a 19 e 30 de Maio), só três anos mais tarde reinicia a sua actividade, na clandestinidade, sob a direcção de Bento Gonçalves. Ainda não liberto das concepções anarco-sindicalistas que privilegiavam a acção violenta, armada, para o derrube do regime, o PCP participa na gorada tentativa revolucionária de 18 de Janeiro de 1934, pela qual o movimento operário tentava opor-se à corporativização dos sindicatos. Foi apenas em 1935, sob orientação da Internacional Comunista, de que o partido era membro, que se orientou para tácticas que tomavam em consideração, simultaneamente, três níveis de acção: clandestina, semi-legal e legal, orientação esta que nunca mais abandonará até à queda do Estado Novo, em 1974.
(Continua aqui)Via Riscos
Segunda-feira, Março 07, 2005
Nova Música
Como já devem ter reparado, A Grande Fauna tem nova música. Desta feita, dedico esta música ao vizinho Monty.
Um Abraço Pá!
Um Abraço Pá!
The Turks are coming

A major show at the Royal Academy of Arts celebrates Turkish art. Amina Elbendary queues up, pondering its significance
For centuries the word "Turk" had all sorts of uncomfortable connotations for the European mind. It is therefore quite interesting to see people from all walks of life queuing in an orderly British fashion to see "Turks: A Journey of a Thousand Years, 600 -1600" at the Royal Academy of Arts. It comes at an interesting moment when Europe is reluctantly coming to terms with the idea that Turks are here to stay. After all, the European Union has just begun negotiations with Turkey on its membership. Introducing the new member-to-be would be a valid cultural enterprise. And in 21st century fashion the exhibition is funded by a number of Turkish and British businesses including a major Turkish conglomerate and a UK steel company. The hype and the queues also suggest an interest in things Turkish and Islamic -- something that finds wider expression in a series of public lectures and workshops on various topics in Turkish history.
"Turks" carries an impressive number of artefacts from disparate geographical locations and historical periods. It follows nomadic Turkish tribes from the Central Asian steppes to Constantinople to the Balkans. The 350-some objects on display have been culled from the collections of the Topkapi Palace Museum, the Istanbul Turkish and Islamic Traces Museum and other public and private collections.
Continue a ler aqui (Via Al-Ahram Weekly)
For centuries the word "Turk" had all sorts of uncomfortable connotations for the European mind. It is therefore quite interesting to see people from all walks of life queuing in an orderly British fashion to see "Turks: A Journey of a Thousand Years, 600 -1600" at the Royal Academy of Arts. It comes at an interesting moment when Europe is reluctantly coming to terms with the idea that Turks are here to stay. After all, the European Union has just begun negotiations with Turkey on its membership. Introducing the new member-to-be would be a valid cultural enterprise. And in 21st century fashion the exhibition is funded by a number of Turkish and British businesses including a major Turkish conglomerate and a UK steel company. The hype and the queues also suggest an interest in things Turkish and Islamic -- something that finds wider expression in a series of public lectures and workshops on various topics in Turkish history.
"Turks" carries an impressive number of artefacts from disparate geographical locations and historical periods. It follows nomadic Turkish tribes from the Central Asian steppes to Constantinople to the Balkans. The 350-some objects on display have been culled from the collections of the Topkapi Palace Museum, the Istanbul Turkish and Islamic Traces Museum and other public and private collections.
Continue a ler aqui (Via Al-Ahram Weekly)
Exclusive interview with Iyad Allawi
‘The subject of the cabinet is complex and open to all possibilities’
Our colleague Joseph Kosseifi with Premier Allawi
Iyad Allawi, head of the interim Iraqi government, who chose, with his Movement of National Accord (MNA), a position outside the sectarian and ethnic alignment that emerged from the country’s first democratic elections for decades, takes pride in being described as a “liberal”. He believes that liberalism is “the soundest way to lead to a true democracy and thus to build a modern Iraq”. In the wake of the January 30 elections and during the transitional stage following it, we met with the prime minister at his headquarters in the Green Zone, transformed into a fortress under particularly tight security to guard against possible attacks.
• Thanks to the efforts of Rafik Hariri, a qualitative leap forward was achieved in Iraqi-French relations
• So far, we haven’t achieved a positive atmosphere with Syria
Declaring himself satisfied with the results of the elections, which made him the leader of the most important parliamentary bloc belonging to a single political current and having no open or tacit alliances, he spoke of the matters of the hour: Iraqi-Syrian relations in the light of the tensions characterizing them; Iraqi-French relations, disclosing the great part played by the late Prime Minister Rafik Hariri in improving them and giving them a qualitative leap forward; relations with the Islamic Republic of Iran and other neighboring countries; the state of security; the debts and the means of paying them.
Read the interview (Via Monday-Morning)
Our colleague Joseph Kosseifi with Premier Allawi
Iyad Allawi, head of the interim Iraqi government, who chose, with his Movement of National Accord (MNA), a position outside the sectarian and ethnic alignment that emerged from the country’s first democratic elections for decades, takes pride in being described as a “liberal”. He believes that liberalism is “the soundest way to lead to a true democracy and thus to build a modern Iraq”. In the wake of the January 30 elections and during the transitional stage following it, we met with the prime minister at his headquarters in the Green Zone, transformed into a fortress under particularly tight security to guard against possible attacks.
• Thanks to the efforts of Rafik Hariri, a qualitative leap forward was achieved in Iraqi-French relations
• So far, we haven’t achieved a positive atmosphere with Syria
Declaring himself satisfied with the results of the elections, which made him the leader of the most important parliamentary bloc belonging to a single political current and having no open or tacit alliances, he spoke of the matters of the hour: Iraqi-Syrian relations in the light of the tensions characterizing them; Iraqi-French relations, disclosing the great part played by the late Prime Minister Rafik Hariri in improving them and giving them a qualitative leap forward; relations with the Islamic Republic of Iran and other neighboring countries; the state of security; the debts and the means of paying them.
Read the interview (Via Monday-Morning)
Thoreau's Journal: 7-Mar-1852
Going through the high field beyond the lone graveyard, I see the track of a boy’s sled before me, and his footsteps shining like silver between me and the moon. And now I come to where they have coasted in a hollow in this upland bean-field, and there are countless tracks of sleds, and I forget that the sun shone on them in their sport, as if I had reached the region of perpetual twilight, and their sport appears more significant and symbolical now, more earnest. For what a man does abroad by night requires and implies more deliberate energy than what he is encouraged to do in the sunshine. He is more spiritual, less animal or vegetable, in the former case.
Via The Blog of Henry David Thoreau
Via The Blog of Henry David Thoreau
Marble - Canyon wall in Taroko Gorg
Fairuz - Este Post é dedicado à Maria
It's been customary that whenever Fairuz performs a concert overseas, she starts it with a song dedicated to the hosting country. She still do it, like recently in the Tunisian concerts. These songs are composed for those special occasions. And when you start thinking 'why it's hard to find these songs', EMI Arabia releases this album which contains some of them. They tag along that it's a live recording which should warn you a little about the audio quality which is medicore really. The booklet contains all the poems in Arabic, English and French.
All Songs were written by: The Rahbani Brothers except for poems of Beirut Hal Thatafat by Beshara Elkoury and Amman by the Saiid Akl.
Album tracks:
1. Beirut Hal Tharafat 6'21"
2. Ya Mina El Habayeb 6'17"
3. Amman 6'58"
4. Al Kuwait 6'02"
5. Hamaltu Beirut 8'22"
6. Misr Adat 8'50"
7. Baghdad Wal Chouarra 9'10"
Approx. time 52'21" - EMI 0946 310964-2 6
Saiid Akl
A famous poet from Lebanon. Born in Zahlé in 1918, he quickly became a force in Lebanese literature and produced 20 books of poetry, ranging from romantic to patriotic. He is well remembered for excellent poems on Palestine and Syria. He wrote almost twenty songs for Fairuz to sing at the Damascus festival in the 1960s and 1970s (Ya Sham Aad As-sayf, Sa'ailini, etc). His lyrics for Jerusalem won Fairuz important success in the Arab World. In fact, Fairuz chose her CD on Jerusalem as a gift to Cofi Annan, the U.N. Secretary general, when he visited Beirut last year. Currently, Said Akl still writes poetry and literary commentaries to the Beirut daily As-Safir. It is interesting to contrast his fiery poems for Syria and Palestine before the Lebanese war and his politics during the war.
Akl's Biography By Kamal Dib
SFF oiçam aqui "Beirut"
Israel cortou totalmente abastecimento de água a povos do sul do Líbano
METULLA, Israel, 7 mar (AFP) Israel cortou o abastecimento de água a vários povoados cristãos do sul do Líbano, que ainda eram abastecidos pelo Estado judeu mesmo após a sua retirada da região em 2000, anunciou nesta segunda-feira a companhia nacional de águas israelense Mekorot.
A companhia seguiu abastecendo discretamente com mais de 40.000 m3 ao ano a localidade de Bint Jbeil e outros povoados próximos da fronteira, declarou à imprensa o diretor da empresa no norte de Israel, Reuven Wolfman.
"Esta água chagava a Bint Jbeil por um sistema (de aquedutos) que existia antes da retirada" do Exército israelense do sul do Líbano em maio de 2000", frisou Wolfman.
O ministro israelense da Defesa acaba de cancelar o financiamento deste projeto, de acordo com a empresa Mekorot.
A companhia seguiu abastecendo discretamente com mais de 40.000 m3 ao ano a localidade de Bint Jbeil e outros povoados próximos da fronteira, declarou à imprensa o diretor da empresa no norte de Israel, Reuven Wolfman.
"Esta água chagava a Bint Jbeil por um sistema (de aquedutos) que existia antes da retirada" do Exército israelense do sul do Líbano em maio de 2000", frisou Wolfman.
O ministro israelense da Defesa acaba de cancelar o financiamento deste projeto, de acordo com a empresa Mekorot.
HRW denuncia falta de punição ao estupro no Congo
NOVA YORK, 7 mar (AFP) Tropas do governo e guerrilheiros rebeldes violentaram milhares de mulheres e meninas durante o conflito no leste da República Democrática do Congo, mas menos de uma dúzia dos autores destes crimes foram condenados, denuncia nesta segunda-feira a Human Rights Watch (HRW).
Kinshasha fez pouco esforço para condenar aqueles que cometeram estupros durante a guerra, afirma a organização de direitos humanos no documento "Buscando Justiça: Punição para a Violência Sexual durante a Guerra do Congo", um relatório de 52 páginas, divulgado na véspera do Dia Internacional da Mulher.
O informe descreve o sistema judicial da República Democrática do Congo como uma bagunça e convoca seu governo e doadores internacionais, como a União Européia, a adotarem medidas urgentes para reformá-lo.
"A violência sexual destruiu dezenas de milhares de vidas no Congo, mas menos de uma dúzia de vítimas viram seus agressores condenados", afirmou Alison Des Forges, da divisão africana da HRW.
Juízes e promotores congoleses em geral fracassaram, pois não consideram a violência sexual com um crime grave, afirmou a HRW, que acrescentou que o apoio da União Européia (UE) é fundamental para conseguir mudanças.
Kinshasha fez pouco esforço para condenar aqueles que cometeram estupros durante a guerra, afirma a organização de direitos humanos no documento "Buscando Justiça: Punição para a Violência Sexual durante a Guerra do Congo", um relatório de 52 páginas, divulgado na véspera do Dia Internacional da Mulher.
O informe descreve o sistema judicial da República Democrática do Congo como uma bagunça e convoca seu governo e doadores internacionais, como a União Européia, a adotarem medidas urgentes para reformá-lo.
"A violência sexual destruiu dezenas de milhares de vidas no Congo, mas menos de uma dúzia de vítimas viram seus agressores condenados", afirmou Alison Des Forges, da divisão africana da HRW.
Juízes e promotores congoleses em geral fracassaram, pois não consideram a violência sexual com um crime grave, afirmou a HRW, que acrescentou que o apoio da União Européia (UE) é fundamental para conseguir mudanças.
Nicola Calipari
L'Italie sous le choc a offert, lundi 7 mars, des funérailles nationales à son héros Nicola Calipari, tombé sous les balles américaines en Irak alors qu'il rapatriait l'ex-otage Giuliana Sgrena, et s'interroge sur cette bavure dans l'attente des excuses de Washington.
Les obsèques émouvantes ont eu lieu en la basilique Sainte Marie des Anges, au coeur de Rome, en présence d'une immense foule massée aux alentours et dans l'église pleine à craquer. L'épouse et les deux enfants de l'agent des services secrets étaient installés au premier rang ainsi que les plus hautes autorités de l'Etat, dont le président du Conseil, Silvio Berlusconi, et le président de la République Carlo Azeglio Ciampi.
Ce dernier est allé à deux reprises réconforter Rosa Calipari, la veuve de l'agent qui tentait en vain de retenir ses larmes, ainsi que ses enfants âgés de 19 et 13 ans, le regard perdu devant ce qui se passait autour d'eux. Pier Scolari, le compagnon de la journaliste italienne du quotidien Il Manifesto toujours hospitalisée, se trouvait dans la basilique où de nombreux amis et collègues du défunt, ou simples anonymes, avaient pris place.
Via Le Monde
Les obsèques émouvantes ont eu lieu en la basilique Sainte Marie des Anges, au coeur de Rome, en présence d'une immense foule massée aux alentours et dans l'église pleine à craquer. L'épouse et les deux enfants de l'agent des services secrets étaient installés au premier rang ainsi que les plus hautes autorités de l'Etat, dont le président du Conseil, Silvio Berlusconi, et le président de la République Carlo Azeglio Ciampi.
Ce dernier est allé à deux reprises réconforter Rosa Calipari, la veuve de l'agent qui tentait en vain de retenir ses larmes, ainsi que ses enfants âgés de 19 et 13 ans, le regard perdu devant ce qui se passait autour d'eux. Pier Scolari, le compagnon de la journaliste italienne du quotidien Il Manifesto toujours hospitalisée, se trouvait dans la basilique où de nombreux amis et collègues du défunt, ou simples anonymes, avaient pris place.
Via Le Monde
Many killed in Somalia fighting
Militiamen involved in a new round of factional fighting in central Somalia have killed 20 people and wounded at least nine, hospital officials have said.
The bloodshed on Sunday underscores the task facing a fledgling government trying to establish itself in the lawless Horn of Africa country after it was formed in the safety of neighbouring Kenya last year.
There was no clear word on what started the violence near the town of Hobyo 730km north of Mogadishu, but fighting between armed gangs in the area has killed up to 200 people and displaced thousands in recent months in disputes over land and blood feuds.
Residents said Sunday's clash, like recent ones, pitted fighters of the Saad wing of the Habr Gedir sub-clan of the Hawiye, Somalia's commercially most powerful clan, against the Habr Gedir's Sulaiman wing.
Residents flee
The fighting erupted at the villages of Hin-dawaco, Megajib and Saqiirro, 18km outside Hobyo and then spread into Hobyo itself, forcing more than 5000 terrified residents to flee, witnesses contacted by radio said.
Somalia, a country of about 10 million, has since 1991 been carved up into fiefdoms run by regional commanders.
Somalia's new President Abd Allah Yusuf and Prime Minister Muhammad Ali Gidi, both of whom are still based in Nairobi, toured areas in Somalia in late February and early March to prepare for the return of their government, which intends to disarm the country's many militias.
Via Aljazeera
The bloodshed on Sunday underscores the task facing a fledgling government trying to establish itself in the lawless Horn of Africa country after it was formed in the safety of neighbouring Kenya last year.
There was no clear word on what started the violence near the town of Hobyo 730km north of Mogadishu, but fighting between armed gangs in the area has killed up to 200 people and displaced thousands in recent months in disputes over land and blood feuds.
Residents said Sunday's clash, like recent ones, pitted fighters of the Saad wing of the Habr Gedir sub-clan of the Hawiye, Somalia's commercially most powerful clan, against the Habr Gedir's Sulaiman wing.
Residents flee
The fighting erupted at the villages of Hin-dawaco, Megajib and Saqiirro, 18km outside Hobyo and then spread into Hobyo itself, forcing more than 5000 terrified residents to flee, witnesses contacted by radio said.
Somalia, a country of about 10 million, has since 1991 been carved up into fiefdoms run by regional commanders.
Somalia's new President Abd Allah Yusuf and Prime Minister Muhammad Ali Gidi, both of whom are still based in Nairobi, toured areas in Somalia in late February and early March to prepare for the return of their government, which intends to disarm the country's many militias.
Via Aljazeera
Inflation in Russia
MOSCOW. March 5 (Interfax) - February inflation was 1.2% in Russia, and was 2.6% in January and 3.9% for the two months combined, the Federal State Statistics Service (Rosstat) reported on Saturday.
Inflation was 2.8% in January-February 2004 (1.8% in January and 1.0% in February).
Average daily price growth in February was 0.044% against 0.34% in February of last year.
The base consumer price index, excluding short-term irregular price changes caused by administrative, event-based or seasonal factors, was 100.7% for February.
Food product prices increased 1.4% in February (also 1.4% in January). Not counting fruit and vegetable products, food prices rose 0.9% (1.1%). Non-food item prices rose 0.4% (0.4%) and service prices 2.2% (8.8%).
February inflation exceeded 2.5% in five of Russia's 89 regions, with the most growth posted in Buryatia, the Vladimir and Amur regions (3.2%-3.6%). February inflation was 0.9% in Moscow (4.2% in January- February) and 1.3% in St. Petersburg (5.3%).
The government's inflation forecast for 2005 is 8.5%. The government and Central Bank had not revisited this figure, figuring that there is a possibility of keeping inflation within those bounds. But experts suggest the chances this will be achieved are virtually nil, and say inflation will top 10% this year.
Inflation in Russia was 11.7% in 2004. [RU EUROPE EEU ASIA EMRG MCE ECI RES] cf
Inflation was 2.8% in January-February 2004 (1.8% in January and 1.0% in February).
Average daily price growth in February was 0.044% against 0.34% in February of last year.
The base consumer price index, excluding short-term irregular price changes caused by administrative, event-based or seasonal factors, was 100.7% for February.
Food product prices increased 1.4% in February (also 1.4% in January). Not counting fruit and vegetable products, food prices rose 0.9% (1.1%). Non-food item prices rose 0.4% (0.4%) and service prices 2.2% (8.8%).
February inflation exceeded 2.5% in five of Russia's 89 regions, with the most growth posted in Buryatia, the Vladimir and Amur regions (3.2%-3.6%). February inflation was 0.9% in Moscow (4.2% in January- February) and 1.3% in St. Petersburg (5.3%).
The government's inflation forecast for 2005 is 8.5%. The government and Central Bank had not revisited this figure, figuring that there is a possibility of keeping inflation within those bounds. But experts suggest the chances this will be achieved are virtually nil, and say inflation will top 10% this year.
Inflation in Russia was 11.7% in 2004. [RU EUROPE EEU ASIA EMRG MCE ECI RES] cf
O Trabalho
Camponses aymaras e quechuas pedem convocação de eleições na Bolívia
LA PAZ, 7 mar (AFP) A poderosa Confederação Sindical Única de Trabalhadores Camponeses da Bolívia (Csutcb) pediu esta segunda-feira a convocação de eleições depois que o presidente Carlos Mesa anunciou sua decisão de renunciar por causa das crescentes pressões sociais.
"Aceitamos que Carlos Mesa se vá porque não precisamos desse tipo de governante incapaz", declarou Felipe Quispe, líder dos camponeses aymaras e quechuas, as etnias majoritárias na Bolívia.
O líder agrário disse que o presidente renunciante se encontra a mercê de empresas estrangeiras que operam principalmente no setor petroleiro do país.
"Carlos Mesa é prisioneiro das transnacionais, está entre a cruz e a espada", afirmou, depois de acusar o presidente de defender o "amo imperialista".
Via France Press
"Aceitamos que Carlos Mesa se vá porque não precisamos desse tipo de governante incapaz", declarou Felipe Quispe, líder dos camponeses aymaras e quechuas, as etnias majoritárias na Bolívia.
O líder agrário disse que o presidente renunciante se encontra a mercê de empresas estrangeiras que operam principalmente no setor petroleiro do país.
"Carlos Mesa é prisioneiro das transnacionais, está entre a cruz e a espada", afirmou, depois de acusar o presidente de defender o "amo imperialista".
Via France Press
Mais de 40.000 libaneses protestam em Beirute
BEIRUTE, 7 mar (AFP) Mais de 40.000 libaneses protestam nesta segunda-feira, segundo a polícia, em Beirute contra o assassinato do ex-premier Rafic Hariri e exigem a retirada das tropas sírias.
"Síria out (Fora Síria)", "Liberdade, soberania, independência", "Verdade, liberdade, união nacional", gritava a multidão na Praça dos Mártires, agitando bandeiras vermelhas e brancas com a imagem do cedro libanês.
A oposição convocou no sábado "todos os libaneses" a um novo protesto nesta segunda-feira para exigir "a verdade" sobre o assassinato de Rafic Hariri, no dia 14 de fevereiro.
Também exige a retirada total do exército sírio do Líbano. O presidente da Síria anunciou no sábado uma saída em duas etapas.
Suas modalidades são examinadas nesta segunda-feira pelos presidentes sírio e libanês, Bashar al-Assad e Emile Lahoud.
Via France Press
"Síria out (Fora Síria)", "Liberdade, soberania, independência", "Verdade, liberdade, união nacional", gritava a multidão na Praça dos Mártires, agitando bandeiras vermelhas e brancas com a imagem do cedro libanês.
A oposição convocou no sábado "todos os libaneses" a um novo protesto nesta segunda-feira para exigir "a verdade" sobre o assassinato de Rafic Hariri, no dia 14 de fevereiro.
Também exige a retirada total do exército sírio do Líbano. O presidente da Síria anunciou no sábado uma saída em duas etapas.
Suas modalidades são examinadas nesta segunda-feira pelos presidentes sírio e libanês, Bashar al-Assad e Emile Lahoud.
Via France Press
Ministro espanhol diz que há risco de novos atentados no país
MADRI, 7 mar (AFP) Há um risco "considerável" de novos atentados terroristas na Espanha, afirmou o ministro do Interior espanhol, José Antonio Alonso, numa entrevista publicada na edição desta segunda-feira do jornal 'La Vanguardia', cerca de um ano depois dos ataques de 11 de março em Madri.
"Temos um nível de risco de novos atentados considerável. O mesmo (nível) que pode haver em qualquer outro país do espaço geográfico e político em que nos movemos", declarou Alonso ao jornal catalão, acrescentando que deve ser mantida a atenção.
Há poucos dias do primeiro aniversário dos atentados de Madri, que deixaram 191 mortos e cerca de 1.900 feridos, o ministro espanhol fez um balanço provisório das investigações e das iniciativas empreendidas pelo Governo para prevenir novos ataques terroristas.
"A autoria está claramente focalizada num grupo vinculado à rede internacional al-Qaeda. Agora, a execução foi realizada com recursos, meios e infra-estrutura que já estavam na Espanha", destacou.
Dos 74 suspeitos investigados pela justiça espanhola por sua suposta participação nos ataques de 11-M, 22 estão sob detenção provisória na Espanha.
"Uma das conseqüências geradas pela tragédia do 11-M é o aumento das medidas de prevenção e atenção", explicou o ministro.
Em 2004 foram detidos 144 supostos ativistas islâmicos e 300 agentes de segurança foram transferidos para os serviços de combate ao terrorismo internacional na Espanha, destacou Alonso, acrescentando que este efetivo deve aumentar em 2005.
"Ao final da legislatura, chegaremos a mil ou pouco mais de mil homens, o que é um número considerável" e superior a outros países da União Européia (UE), concluiu o ministro.
Via France Press
"Temos um nível de risco de novos atentados considerável. O mesmo (nível) que pode haver em qualquer outro país do espaço geográfico e político em que nos movemos", declarou Alonso ao jornal catalão, acrescentando que deve ser mantida a atenção.
Há poucos dias do primeiro aniversário dos atentados de Madri, que deixaram 191 mortos e cerca de 1.900 feridos, o ministro espanhol fez um balanço provisório das investigações e das iniciativas empreendidas pelo Governo para prevenir novos ataques terroristas.
"A autoria está claramente focalizada num grupo vinculado à rede internacional al-Qaeda. Agora, a execução foi realizada com recursos, meios e infra-estrutura que já estavam na Espanha", destacou.
Dos 74 suspeitos investigados pela justiça espanhola por sua suposta participação nos ataques de 11-M, 22 estão sob detenção provisória na Espanha.
"Uma das conseqüências geradas pela tragédia do 11-M é o aumento das medidas de prevenção e atenção", explicou o ministro.
Em 2004 foram detidos 144 supostos ativistas islâmicos e 300 agentes de segurança foram transferidos para os serviços de combate ao terrorismo internacional na Espanha, destacou Alonso, acrescentando que este efetivo deve aumentar em 2005.
"Ao final da legislatura, chegaremos a mil ou pouco mais de mil homens, o que é um número considerável" e superior a outros países da União Européia (UE), concluiu o ministro.
Via France Press
Abbas: plano de paz não será ditado pelos americanos (Time)
WASHINGTON, 6 mar (AFP) O presidente da Autoridade Palestina, Mahmud Abas, afirmou, em entrevista à revista Time, que o presidente americano, George W. Bush, não irá ditar os termos do plano de paz com Israel.
"O presidente Bush não tem o direito de prejulgar o resultado final (das discussões sobre os acordos de paz)", declarou Abbas.
Abbas se referiu a uma carta escrita por Bush ao primeiro-ministro israelense, Ariel Sharon, na qual foram mencionados os primeiros compromissos palestinos no futuro plano de paz no tema do direito dos refugiados ao retorno, no traçado das fronteiras e sobre o status de Jerusalém.
"Estes temas serão discutidos nas últimas fases (do processo), não agora", disse Abas. Bush "não pode assumir compromissos em nome do povo palestino. É nosso direito dizer sim ou não", acrescentou.
Abbas destacou que o presidente americano não é a influência principal que motivou a evolução dos palestinos rumo à democracia:
"Não nos democratizamos porque o presidente Bush nos pressionou. Nós decidimos que deveríamos avançar rumo à democracia e o fizemos sem pressão", declarou.
O líder palestino disse ainda que o grupo Hamas, considerado terrorista pelos Estados Unidos, terá seu lugar no Parlamento palestino.
Se o Hamas ganhar algumas cadeiras nas eleições municipais palestinas será "a prova de que desejam se tornar um partido político, o que é positivo", informou, lembrando que Israel tem "33 partidos políticos de direita e esquerda".
"O presidente Bush não tem o direito de prejulgar o resultado final (das discussões sobre os acordos de paz)", declarou Abbas.
Abbas se referiu a uma carta escrita por Bush ao primeiro-ministro israelense, Ariel Sharon, na qual foram mencionados os primeiros compromissos palestinos no futuro plano de paz no tema do direito dos refugiados ao retorno, no traçado das fronteiras e sobre o status de Jerusalém.
"Estes temas serão discutidos nas últimas fases (do processo), não agora", disse Abas. Bush "não pode assumir compromissos em nome do povo palestino. É nosso direito dizer sim ou não", acrescentou.
Abbas destacou que o presidente americano não é a influência principal que motivou a evolução dos palestinos rumo à democracia:
"Não nos democratizamos porque o presidente Bush nos pressionou. Nós decidimos que deveríamos avançar rumo à democracia e o fizemos sem pressão", declarou.
O líder palestino disse ainda que o grupo Hamas, considerado terrorista pelos Estados Unidos, terá seu lugar no Parlamento palestino.
Se o Hamas ganhar algumas cadeiras nas eleições municipais palestinas será "a prova de que desejam se tornar um partido político, o que é positivo", informou, lembrando que Israel tem "33 partidos políticos de direita e esquerda".
Sábado, Março 05, 2005
90 Iraqi WMD sites looted or razed
About 90 of 353 sites in Iraq containing dual-use equipment and materials that can be used for either peaceful ends or acquiring weapons of mass destruction (WMDs) have been looted or razed, according to the latest report of the United Nations commission that was in charge of disarming Iraq of such arms. The UN Monitoring, Verification and Inspection Commission (UNMOVIC), which withdrew from Iraq on the eve of the United States-led invasion two years ago, reached this conclusion based on continuing examination of imagery from sites that were subject to monitoring, it writes in its latest quarterly report to the Security Council.
As part of its ongoing investigation into the removal of items, equipment and materials, mainly as scrap, that were subject to UNMOVIC monitoring, the Commission notes that four of Iraq's neighbours – Jordan, Turkey, Kuwait and Syria – have replied to its queries on whether such materials found their way into or through their territory, the latest being Syria's negative response. Iran and Saudi Arabia have yet to reply.
The report also states that the question of the continued existence of "seed stock," the reference strains of micro-organisms that can be used in the future production of biological weapons agents, remains "part of the residue of uncertainty."
"Given its unresolvable nature, the issue could best be dealt with through monitoring to detect inter alia any possible future activity associated with biological weapon agent production or significant laboratory research work," it says.
From United Nations
Via Science Blog
As part of its ongoing investigation into the removal of items, equipment and materials, mainly as scrap, that were subject to UNMOVIC monitoring, the Commission notes that four of Iraq's neighbours – Jordan, Turkey, Kuwait and Syria – have replied to its queries on whether such materials found their way into or through their territory, the latest being Syria's negative response. Iran and Saudi Arabia have yet to reply.
The report also states that the question of the continued existence of "seed stock," the reference strains of micro-organisms that can be used in the future production of biological weapons agents, remains "part of the residue of uncertainty."
"Given its unresolvable nature, the issue could best be dealt with through monitoring to detect inter alia any possible future activity associated with biological weapon agent production or significant laboratory research work," it says.
From United Nations
Via Science Blog
Bush considera que a Síria representa obstáculo para a paz no Oriente Médio
WASHINGTON, 5 mar (AFP) O presidente americano, George W. Bush, afirmou neste sábado que a Síria representa um obstáculo para a paz no Oriente Médio por causa de seu apoio ao terrorismo.
"A Síria é uma potência ocupante do Líbano há 30 anos e o apoio dado pela Síria ao terrorismo continua sendo um obstáculo importante para a paz no Oriente Médio", disse Bush em seu programa semanal de rádio.
"Desde que voltei da minha viagem pela Europa, o mundo assistiu a acontecimentos consideráveis no Oriente Médio", continuou Bush, que esteve na Europa no final de fevereiro.
"No Líbano, dezenas de milhares de pessoas saíram às ruas para protestar contra o brutal assassinato do primeiro-ministro Hariri. Durante anos os libaneses sofreram as conseqüências de uma guerra civil terrível e da ocupação síria e agora, que assistiram às eleições livres no Iraque, exigem o direito de decidir seu próprio destino, livres de toda a determinação e controle sírios", declarou.
"Hoje a América e a Europa estão do lado dos libaneses. Os Estados Unidos e a França colaboraram estreitamente para obter a aprovação da resolução 1559 do Conselho de Segurança das Nações Unidas", disse Bush.
Esta resolução pede que a soberania do Líbano seja respeitada e que se realize a retirada das forças estrangeiroas e a realização de eleições livres e justas.
"A Síria é uma potência ocupante do Líbano há 30 anos e o apoio dado pela Síria ao terrorismo continua sendo um obstáculo importante para a paz no Oriente Médio", disse Bush em seu programa semanal de rádio.
"Desde que voltei da minha viagem pela Europa, o mundo assistiu a acontecimentos consideráveis no Oriente Médio", continuou Bush, que esteve na Europa no final de fevereiro.
"No Líbano, dezenas de milhares de pessoas saíram às ruas para protestar contra o brutal assassinato do primeiro-ministro Hariri. Durante anos os libaneses sofreram as conseqüências de uma guerra civil terrível e da ocupação síria e agora, que assistiram às eleições livres no Iraque, exigem o direito de decidir seu próprio destino, livres de toda a determinação e controle sírios", declarou.
"Hoje a América e a Europa estão do lado dos libaneses. Os Estados Unidos e a França colaboraram estreitamente para obter a aprovação da resolução 1559 do Conselho de Segurança das Nações Unidas", disse Bush.
Esta resolução pede que a soberania do Líbano seja respeitada e que se realize a retirada das forças estrangeiroas e a realização de eleições livres e justas.
Assad: não haverá paz no Líbano enquanto Síria não recuperar terras ocupadas por Israel
DAMASCO, 5 Mar (AFP) O presidente sírio, Bachar al-Assad, disse neste sábado que a paz no Oriente Médio só será possível com a devolução das terras sírias ocupadas por Israel, em um discurso no Parlamento em Damasco.
"Posso afirmar que a paz só será possível na região quando recuperarmos nossas terras ocupadas" por Israel.
"Já manifestamos nossa disposição de retomar as negociações incondicionalmente, mas isto não significa abandonar as regras e resoluções (internacionais), que devem ser aplicadas", declarou Assad.
As colinas de Golan estão ocupadas por Israel desde 1967 e as negociações de paz sírio-israelenses foram suspensas em janeiro de 2000.
"Posso afirmar que a paz só será possível na região quando recuperarmos nossas terras ocupadas" por Israel.
"Já manifestamos nossa disposição de retomar as negociações incondicionalmente, mas isto não significa abandonar as regras e resoluções (internacionais), que devem ser aplicadas", declarou Assad.
As colinas de Golan estão ocupadas por Israel desde 1967 e as negociações de paz sírio-israelenses foram suspensas em janeiro de 2000.
Sexta-feira, Março 04, 2005
Primeiro-ministro português designado anuncia a formação de seu governo
LISBOA, 4 mar 2005 (AFP) O novo primeiro-ministro socialista de Portugal, José Sócrates, anunciou na noite desta sexta-feira que formou seu gabinete, composto de 16 ministros, numa entrevista concedida à imprensa ao final de um encontro com o presidente Jorge Sampaio.
"É um governo forte, composto de pessoas capazes e competentes a serviço da restauração da confiança dos portugueses nas instituições democráticas, na economia e no país", declarou Sócrates.
O Partido Socialista, do qual Sócrates é secretário-geral, conquistou a maioria absoluta nas eleições legislativas antecipadas no dia 20 de fevereiro.
Via France Press
"É um governo forte, composto de pessoas capazes e competentes a serviço da restauração da confiança dos portugueses nas instituições democráticas, na economia e no país", declarou Sócrates.
O Partido Socialista, do qual Sócrates é secretário-geral, conquistou a maioria absoluta nas eleições legislativas antecipadas no dia 20 de fevereiro.
Via France Press
O Novo Governo de Portugal
O XVII Governo Constitucional terá 16 ministros, menos três que o anterior Governo. Do novo elenco ministerial, oito ministros são militantes do PS e os restantes oito são independentes.
XVII Governo Constitucional
Primeiro-Ministro - José Sócrates
Ministro de Estado e da Administração Interna - António Costa
Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros - Diogo Freitas do Amaral
Ministro de Estado e das Finanças - Luís Campos e Cunha
Ministro da Presidência - Pedro Silva Pereira
Ministro da Defesa Nacional - Luís Amado
Ministro da Justiça - Alberto Costa
Ministro do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional - Francisco Nunes Correia
Ministro da Economia e da Inovação - Manuel Pinho
Ministro da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas - Jaime Silva
Ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações - Mário Lino
Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social - José António Vieira da Silva
Ministro da Saúde - António Correia de Campos
Ministra da Educação - Maria de Lurdes Rodrigues
Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior - Mariano Gago
Ministra da Cultura - Isabel Pires de Lima
Ministro dos Assuntos Parlamentares - Augusto Santos Silva
Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros - Jorge Lacão
XVII Governo Constitucional
Primeiro-Ministro - José Sócrates
Ministro de Estado e da Administração Interna - António Costa
Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros - Diogo Freitas do Amaral
Ministro de Estado e das Finanças - Luís Campos e Cunha
Ministro da Presidência - Pedro Silva Pereira
Ministro da Defesa Nacional - Luís Amado
Ministro da Justiça - Alberto Costa
Ministro do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional - Francisco Nunes Correia
Ministro da Economia e da Inovação - Manuel Pinho
Ministro da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas - Jaime Silva
Ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações - Mário Lino
Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social - José António Vieira da Silva
Ministro da Saúde - António Correia de Campos
Ministra da Educação - Maria de Lurdes Rodrigues
Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior - Mariano Gago
Ministra da Cultura - Isabel Pires de Lima
Ministro dos Assuntos Parlamentares - Augusto Santos Silva
Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros - Jorge Lacão
Cadáver Esquisito do Afixe - o Regresso da Baronesa
"O Jorge Morais, a meu pedido, colocou um ponto final ao cadáver esquisito. Em boa verdade, já não era sem tempo, que a coisa já começava a esmorecer.
Resultado de 242 afixadelas, segue, pois, em entrada estendida o Cadáver Esquisito do Afixe - o Regresso da Baronesa."
by Monty
poesias de hoje e de sempre poesias de hoje e de sempre
Jiang Zemin deixa a Comissão Militar de Estado
PEQUIM, 4 mar (AFP) O ex-líder do governo chinês, Jiang Zemin, apresentou oficialmente nesta sexta-feira sua demissão da Comissão Militar Centralde Estado, depois de ter abandonado em setembro passado a direção da CMC do partido comunista, informou a agência China nova.
A carta de demissão do ex-chefe de Estado e secretário-geral do Partido Comunista Chinês (PCC) foi lida durante uma reunião da mesa diretora da Assembléia Nacional Popular (ANP, parlamento) na véspera da abertura da sessão anual plenária, a ser realizada entre 5 e 14 de março.
A saída de Jiang, de 78 anos, abre o caminho para a eleição do presidente chinês Hu Jintao (à frente da CMC do Partido desde setembro) para a presidência da CMC de Estado, órgão puramente formal.
Exceto em períodos de transição, a composição das duas comissões militares é rigorosamente idêntica.
Em geral, os cargos dentro do PCC são mais importantes no sistema chinês do que os do aparelho do Estado ou do governo.
Via France Press
A carta de demissão do ex-chefe de Estado e secretário-geral do Partido Comunista Chinês (PCC) foi lida durante uma reunião da mesa diretora da Assembléia Nacional Popular (ANP, parlamento) na véspera da abertura da sessão anual plenária, a ser realizada entre 5 e 14 de março.
A saída de Jiang, de 78 anos, abre o caminho para a eleição do presidente chinês Hu Jintao (à frente da CMC do Partido desde setembro) para a presidência da CMC de Estado, órgão puramente formal.
Exceto em períodos de transição, a composição das duas comissões militares é rigorosamente idêntica.
Em geral, os cargos dentro do PCC são mais importantes no sistema chinês do que os do aparelho do Estado ou do governo.
Via France Press
Encontrado morto ex-ministro do Interior ucraniano Yuri Kravchenko
KIEV, 4 mar (AFP) O ex-ministro do Interior ucraniano Yuri Kravchenko, que deveria comparecer nesta sexta-feira num tribunal para depor sobre o assassinato do jornalista opositor Georgy Gongadze, foi encontrado morto em sua casa de campo, informou à AFP o porta-voz do ministério do Interior da Ucrânia.
"Kravchenko morreu. Aparentemente trata-se de um suicídio", declarou o porta-voz Inna Kissel.
Kravchenko foi encontrado em seu sítio na localidade de Koncha Zaspe, perto de Kiev.
A justiça ucraniana havia convocado o ex-ministro para interrogá-lo nesta sexta-feira sobre o assassinato em 2000 de Gongadze. Este caso é um símbolo para o novo governo sobre o desvio de verbas e a corrupção que reinavam durante o regime do ex-presidente Leonid Kuchma.
Após a divulgação do suposto suicídio de Kravchenko, os deputados ucranianos solicitaram nesta sexta-feira que a Justiça decretasse a prisão do ex-presidente Kuchma, informou a agência Interfax.
Via France Press
"Kravchenko morreu. Aparentemente trata-se de um suicídio", declarou o porta-voz Inna Kissel.
Kravchenko foi encontrado em seu sítio na localidade de Koncha Zaspe, perto de Kiev.
A justiça ucraniana havia convocado o ex-ministro para interrogá-lo nesta sexta-feira sobre o assassinato em 2000 de Gongadze. Este caso é um símbolo para o novo governo sobre o desvio de verbas e a corrupção que reinavam durante o regime do ex-presidente Leonid Kuchma.
Após a divulgação do suposto suicídio de Kravchenko, os deputados ucranianos solicitaram nesta sexta-feira que a Justiça decretasse a prisão do ex-presidente Kuchma, informou a agência Interfax.
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Straw diz que Síria será tratada como "pária" se não deixar o Líbano
LONDRES, 4 mar (AP) - A Síria será tratada como "pária" pela comunidade internacional se não retirar suas tropas do Líbano, declarou nesta sexta-feira à BBC o ministro das Relações Exteriores britânico, Jack Straw.
"Os sírios têm uma opção estratégica muito clara. Se retirarem suas forças de uma maneira sensata e rápida retornarão" à comunidade internacional, afirmou o chanceler.
"Se não fizerem isso, serão tratados como párias, não só pelo Ocidente, mas também pela maioria de seus vizinhos árabes", acrescentou Straw.
Via France Press
"Os sírios têm uma opção estratégica muito clara. Se retirarem suas forças de uma maneira sensata e rápida retornarão" à comunidade internacional, afirmou o chanceler.
"Se não fizerem isso, serão tratados como párias, não só pelo Ocidente, mas também pela maioria de seus vizinhos árabes", acrescentou Straw.
Via France Press
Prefeito de Londres chama Ariel Sharon de "criminoso de guerra"
LONDRES, 4 Mar (AFP) O prefeito de Londres, Ken Livingstone, chamou o primeiro-ministro de Israel, Ariel Sharon, de "criminoso de guerra", em uma entrevista que será publicada nesta sexta-feira pelo jornal britânico The Guardian.
Livingstone voltou a negar que seja anti-semita e disse que não vai se desculpar pelo que disse no mês passado, quando comparou um jornalista judeu a um guarda de campo de concentração.
Ariel Sharon "é um criminoso de guerra que deveria estar na prisão e não no governo", afirma o prefeito de Londres, que atribui ao premier israelense os massacres cometidos nos campos de refugiados palestinos no Líbano.
Livingstone também denuncia a "limpeza étnica" durante a expansão do Estado hebreu, com a instalação de colônias israelenses nos territórios palestinos e a recusa do direito dos palestinos de voltar à região.
"Sharon segue organizando o terror", afirma Livingstone ao lembrar a desproporção de mortos entre palestinos e israelenses na Intifada.
Segundo o prefeito de Londres, é preciso distinguir entre críticas à política israelense e anti-semitismo, porque o governo de Israel tenta confundir as duas coisas.
Há 20 anos o governo israelense "tenta apresentar como anti-semita todo aquele que critique a política de Israel, mas a verdade é outra: os mesmos valores humanos universais que reconhecem o Holocausto como o maior crime racista do século XX exigem a condenação dos líderes dos sucessivos governos israelenses".
Livingstone, um trabalhista inconformista de 59 anos, perguntou a um jornalista que o assediava em 8 de fevereiro passado se ele era um criminoso de guerra alemão. O repórter respondeu que era judeu e o prefeito emendou: "Você parece um guarda de campo de concentração, faz isso porque lhe pagam?!
The Evening Standard publicou o incidente dois dias depois e várias personalidades políticas, incluindo o primeiro-ministro Tony Blair, disseram que Livingstone deveria pedir desculpas.
Livingstone é objeto de uma investigação oficial para determinar se suas palavras violaram o código de boa conduta da prefeitura de Londres.
Via France Press
Livingstone voltou a negar que seja anti-semita e disse que não vai se desculpar pelo que disse no mês passado, quando comparou um jornalista judeu a um guarda de campo de concentração.
Ariel Sharon "é um criminoso de guerra que deveria estar na prisão e não no governo", afirma o prefeito de Londres, que atribui ao premier israelense os massacres cometidos nos campos de refugiados palestinos no Líbano.
Livingstone também denuncia a "limpeza étnica" durante a expansão do Estado hebreu, com a instalação de colônias israelenses nos territórios palestinos e a recusa do direito dos palestinos de voltar à região.
"Sharon segue organizando o terror", afirma Livingstone ao lembrar a desproporção de mortos entre palestinos e israelenses na Intifada.
Segundo o prefeito de Londres, é preciso distinguir entre críticas à política israelense e anti-semitismo, porque o governo de Israel tenta confundir as duas coisas.
Há 20 anos o governo israelense "tenta apresentar como anti-semita todo aquele que critique a política de Israel, mas a verdade é outra: os mesmos valores humanos universais que reconhecem o Holocausto como o maior crime racista do século XX exigem a condenação dos líderes dos sucessivos governos israelenses".
Livingstone, um trabalhista inconformista de 59 anos, perguntou a um jornalista que o assediava em 8 de fevereiro passado se ele era um criminoso de guerra alemão. O repórter respondeu que era judeu e o prefeito emendou: "Você parece um guarda de campo de concentração, faz isso porque lhe pagam?!
The Evening Standard publicou o incidente dois dias depois e várias personalidades políticas, incluindo o primeiro-ministro Tony Blair, disseram que Livingstone deveria pedir desculpas.
Livingstone é objeto de uma investigação oficial para determinar se suas palavras violaram o código de boa conduta da prefeitura de Londres.
Via France Press
Exército dos EUA com problemas de recrutamento
WASHINGTON, 3 Mar (AFP) O Exército dos Estados Unidos está com problemas para recrutar soldados, especialmente diante do aumento das baixas no Iraque, informou nesta quinta-feira o Pentágono.
Pela primeira vez em cerca de cinco anos, o Exército americano não cumpriu com sua meta mensal de recrutamento, disse um porta-voz do Pentágono.
Os recrutadores encarregados de convencer os jovens americanos só atingiram 72,5% de seu objetivo para o mês de fevereiro, não cumprindo sua meta, o que não acontecia desde maio de 2000.
Segundo o Pentágono, a guerra no Iraque já matou 1.494 soldados americanos.
Via France Press
Pela primeira vez em cerca de cinco anos, o Exército americano não cumpriu com sua meta mensal de recrutamento, disse um porta-voz do Pentágono.
Os recrutadores encarregados de convencer os jovens americanos só atingiram 72,5% de seu objetivo para o mês de fevereiro, não cumprindo sua meta, o que não acontecia desde maio de 2000.
Segundo o Pentágono, a guerra no Iraque já matou 1.494 soldados americanos.
Via France Press
Quinta-feira, Março 03, 2005
China acusa Estados Unidos de graves violações dos direitos humanos
PEQUIM, 3 mar (AFP) O governo chinês acusou nesta quinta-feira os Estados Unidos de cometerem graves violações dos direitos humanos, particularmente no Iraque, em resposta ao relatório anual do departamento de Estado americano que denuncia a perseguição da repressão política na China.
"Washington pisa arbitrariamente na soberania de outros países, apesar de uma série de problemas com seus próprios direitos humanos", afirma o texto número 16 deste tipo publicado por Pequim contra os Estados Unidos.
"Em 2004, as atrocidades e maus-tratos das tropas americanas contra os prisioneiros de guerra no Iraque trouxeram à luz a face oculta dos Estados Unidos", acrescenta a nota.
"Como primeiros vendedores de armas do mundo, os Estados Unidos fizeram fortuna graças à guerra. Suas vendas de armas convencionais ultrapassaram os 14,5 bilhões de dólares em 2003, um aumento de 900 milhões de dólares em um ano, e representaram 56,7% da venda de armas em todo o mundo", afirma o texto.
A China deseja o fim do embargo europeu sobre a venda de armas, em vigor desde o massacre da Praça da Paz Celestial em 1989. Washington, que não vende armas a Pequim, se opõe ao fim do embargo.
"Washington pisa arbitrariamente na soberania de outros países, apesar de uma série de problemas com seus próprios direitos humanos", afirma o texto número 16 deste tipo publicado por Pequim contra os Estados Unidos.
"Em 2004, as atrocidades e maus-tratos das tropas americanas contra os prisioneiros de guerra no Iraque trouxeram à luz a face oculta dos Estados Unidos", acrescenta a nota.
"Como primeiros vendedores de armas do mundo, os Estados Unidos fizeram fortuna graças à guerra. Suas vendas de armas convencionais ultrapassaram os 14,5 bilhões de dólares em 2003, um aumento de 900 milhões de dólares em um ano, e representaram 56,7% da venda de armas em todo o mundo", afirma o texto.
A China deseja o fim do embargo europeu sobre a venda de armas, em vigor desde o massacre da Praça da Paz Celestial em 1989. Washington, que não vende armas a Pequim, se opõe ao fim do embargo.
Quarta-feira, Março 02, 2005
Oposição libanesa exige que Assad anuncie oficialmente retirada síria
MUJTARA, Líbano, 2 mar (AFP) Os dirigentes de todas as formações de oposição libanesas exigiram, nesta quarta-feira, que o presidente sírio Bachar al-Assad anuncie oficialmente a retirada de suas tropas e de seus serviços de Inteligência do Líbano.
Os líderes da oposição também pediram, em um comunicado depois de uma reunião conjunta, a renúncia "imediata" do procurador da República e de seis responsáveis pelos serviços de segurança para que possa ser garantida uma investigação imparcial do assassinato do ex-primeiro-ministro Rafic Hariri.
Bashar deve fazer "um anúncio oficial" sobre a retirada "completa e honrada" das tropas sírias e dos serviços de inteligência do Líbano, afirma o comunicado.
Via France Press
Os líderes da oposição também pediram, em um comunicado depois de uma reunião conjunta, a renúncia "imediata" do procurador da República e de seis responsáveis pelos serviços de segurança para que possa ser garantida uma investigação imparcial do assassinato do ex-primeiro-ministro Rafic Hariri.
Bashar deve fazer "um anúncio oficial" sobre a retirada "completa e honrada" das tropas sírias e dos serviços de inteligência do Líbano, afirma o comunicado.
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Residentes de Vermont votam pela retirada das tropas americanas do Iraque
WASHINGTON, 2 mar (AFP) Pela primeira vez nos Estados Unidos, foi organizado um referendo popular no estado de Vermont (nordeste) para pedir a retirada das tropas americanas do Iraque.
O referendo aconteceu na terça-feira, em 52 dos 246 municípios de Vermont, um estado de longa tradição progressista. Segundo os resultados preliminares obtidos esta quarta-feira, a resolução pede que o presidente George W. Bush chame de volta as tropas americanas no Iraque e foi adotada em 34 dos 52 municípios.
Três localidades adiaram o voto e outras três rejeitaram a resolução.
Da mesma forma, a resolução pede aos legisladores locais que revejam a participação da Guarda Nacional de Vermont na guerra.
"Vermont é um estado muito pequeno e nós sentimos o efeito disso", afirmou a primeira tenente Veronica Saffo, porta-voz da Guarda Nacional de Vermont.
Via France Press
O referendo aconteceu na terça-feira, em 52 dos 246 municípios de Vermont, um estado de longa tradição progressista. Segundo os resultados preliminares obtidos esta quarta-feira, a resolução pede que o presidente George W. Bush chame de volta as tropas americanas no Iraque e foi adotada em 34 dos 52 municípios.
Três localidades adiaram o voto e outras três rejeitaram a resolução.
Da mesma forma, a resolução pede aos legisladores locais que revejam a participação da Guarda Nacional de Vermont na guerra.
"Vermont é um estado muito pequeno e nós sentimos o efeito disso", afirmou a primeira tenente Veronica Saffo, porta-voz da Guarda Nacional de Vermont.
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Mais de 50 milicianos mortos em ofensiva da ONU em Ituri
KINSHASA, 2 mar (AFP) Mais de 50 milicianos morreram na terça-feira em uma operação da ONU em Ituri, na região nordeste da República Democrática do Congo (RDC), informou nesta quarta-feira em Kinshasa uma fonte da Missão das Nações Unidas (Monuc) neste país.
"Pelo menos 50 milicianos morreram durante a operação, que combinou a intervenção de blindados em terra e de um helicóptero de ataque", declarou à AFP o porta-voz militar da Monuc, tenente-coronel Dominique Demange.
Dois capacetes azuis ficaram feridos nos confrontos, informou o escritório da Monuc em Bunia.
Via France Press
"Pelo menos 50 milicianos morreram durante a operação, que combinou a intervenção de blindados em terra e de um helicóptero de ataque", declarou à AFP o porta-voz militar da Monuc, tenente-coronel Dominique Demange.
Dois capacetes azuis ficaram feridos nos confrontos, informou o escritório da Monuc em Bunia.
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Estação central de trens de Nova York era alvo de autores do 11-M
MADRI, 2 mar (AFP) Os autores dos atentados de 11 de março de 2004 em Madri tinham um mapa da estação central de trens de Nova York com "anotações precisas" sobre um ataque, afirma nesta quarta-feira o jornal espanhol El Mundo (liberal), citando fontes ligadas às investigações.
Duas semanas depois dos atentados contra quatro trens suburbanos em Madri, que deixaram 191 mortos e 1.900 feridos, a polícia encontrou em um apartamento do bairro madrilenho de San Blas, onde vivia Mouhannad Almallah Dabas, de 41 anos e de origem síria, um disquete de computador que continha um arquivo com o mapa da estação ferroviária da 'Big Apple', feito a mão, explica o jornal.
O disquete estava entre uma série de objetos apreendidos pela polícia durante as operações efetuadas entre 24 e 26 de março do ano passado. Porém, devido aos muitos dados extremamente técnicos contidos no disquete, os investigadores espanhóis só conseguiram decifrar todas as informações em dezembro. Eles passaram as informações ao FBI e à CIA.
Mouhannad Almallah, preso no dia 24 de março de 2004 na Espanha, foi colocado em liberdade provisória mais tarde pelo juiz Juan del Olmo, que coordena o caso.
O apartamento em que Mouhannad mora pertence a seu irmão Moutaz Almallah, foragido desde janeiro de 2002 e considerado um dos líderes da Al-Qaeda, segundo o El Mundo.
Os investigadores não sabem quem produziu a documentação encontrada no apartamento e a quem pertencia, mas a transmitiu às autoridades americanas, levando em consideração que a Espanha serviu de base de preparação para os atentados de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos.
Via France Press
Duas semanas depois dos atentados contra quatro trens suburbanos em Madri, que deixaram 191 mortos e 1.900 feridos, a polícia encontrou em um apartamento do bairro madrilenho de San Blas, onde vivia Mouhannad Almallah Dabas, de 41 anos e de origem síria, um disquete de computador que continha um arquivo com o mapa da estação ferroviária da 'Big Apple', feito a mão, explica o jornal.
O disquete estava entre uma série de objetos apreendidos pela polícia durante as operações efetuadas entre 24 e 26 de março do ano passado. Porém, devido aos muitos dados extremamente técnicos contidos no disquete, os investigadores espanhóis só conseguiram decifrar todas as informações em dezembro. Eles passaram as informações ao FBI e à CIA.
Mouhannad Almallah, preso no dia 24 de março de 2004 na Espanha, foi colocado em liberdade provisória mais tarde pelo juiz Juan del Olmo, que coordena o caso.
O apartamento em que Mouhannad mora pertence a seu irmão Moutaz Almallah, foragido desde janeiro de 2002 e considerado um dos líderes da Al-Qaeda, segundo o El Mundo.
Os investigadores não sabem quem produziu a documentação encontrada no apartamento e a quem pertencia, mas a transmitiu às autoridades americanas, levando em consideração que a Espanha serviu de base de preparação para os atentados de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos.
Via France Press
Jumblatt quer calendário preciso da retirada síria do Líbano
LONDRES, 2 mar (AFP) A promessa de retirada do Líbano feita na terça-feira pelo presidente sírio Bashar al-Assad é "bastante vaga", afirmou nesta quarta-feira à radio BBC o líder da oposição libanesa, o druso Walid Jumblatt, que exigiu "um calendário preciso".
"É um gesto amável, mas bastante vago. O que nós queremos é um calendário preciso", insistiu o líder do Partido Socialista Progressista (PSP), entrevistado do Líbano.
"Segundo Taef (o acordo interlibanês de Taef de 1989), primeiro devem deslocar suas tropas e partir de Beirute e do vale de Bekaa. Depois devem desmantelar o aparelho de segurança graças ao qual controlam tudo", explicou Jumblatt.
"Depois, os dois governos (libanês e sírio) deverão negociar", disse.
Em uma entrevista publicada pela revista americana Time, o presidente sírio Bashar al-Assad declarou que o exército sírio retirará suas tropas do Líbano "nos próximos meses".
Jumblat, contrário à presença da Síria no Líbano, confirmou que espera a renúncia do atual presidente, Emile Lahoud, cujo mandato foi prorrogado por três anos em setembro de 2004 a pedido da Síria.
"Seria melhor se os sírios levassem Lahoud com eles, já que é o principal responsável pela catástrofe atual", acrescentou.
O dirigente opositor rejeitou a idéia de que a renúncia do primeiro-ministro libanês Omar Karame (pró-sírio) pode representar uma ameaça e negou a existência de um vazio político.
"A Constituição é muito clara, o Parlamento deve se reunir e eleger um novo presidente em um prazo de duas semanas. Depois poderemos iniciar uma nova etapa no Líbano", explicou.
A situação política libanesa se deteriorou rapidamente desde o atentado que matou o ex-premier Rafic Hariri, no dia 14 de fevereiro, que muitos atribuem ao regime sírio.
Via France Press
"É um gesto amável, mas bastante vago. O que nós queremos é um calendário preciso", insistiu o líder do Partido Socialista Progressista (PSP), entrevistado do Líbano.
"Segundo Taef (o acordo interlibanês de Taef de 1989), primeiro devem deslocar suas tropas e partir de Beirute e do vale de Bekaa. Depois devem desmantelar o aparelho de segurança graças ao qual controlam tudo", explicou Jumblatt.
"Depois, os dois governos (libanês e sírio) deverão negociar", disse.
Em uma entrevista publicada pela revista americana Time, o presidente sírio Bashar al-Assad declarou que o exército sírio retirará suas tropas do Líbano "nos próximos meses".
Jumblat, contrário à presença da Síria no Líbano, confirmou que espera a renúncia do atual presidente, Emile Lahoud, cujo mandato foi prorrogado por três anos em setembro de 2004 a pedido da Síria.
"Seria melhor se os sírios levassem Lahoud com eles, já que é o principal responsável pela catástrofe atual", acrescentou.
O dirigente opositor rejeitou a idéia de que a renúncia do primeiro-ministro libanês Omar Karame (pró-sírio) pode representar uma ameaça e negou a existência de um vazio político.
"A Constituição é muito clara, o Parlamento deve se reunir e eleger um novo presidente em um prazo de duas semanas. Depois poderemos iniciar uma nova etapa no Líbano", explicou.
A situação política libanesa se deteriorou rapidamente desde o atentado que matou o ex-premier Rafic Hariri, no dia 14 de fevereiro, que muitos atribuem ao regime sírio.
Via France Press
Terça-feira, Março 01, 2005
People power brings down Karami's Cabinet
Lebanon's government was swept from power Monday night in the face of a mass protest and increased political pressure sparked by the assassination of former Prime Minister Rafik Hariri two weeks ago. In the middle of a dramatic parliamentary session, Prime Minister Omar Karami shocked the House by suddenly announcing his government's resignation as it was defending itself against a vote of no confidence.
Karami said: "Out of concern that the government does not become an obstacle to the good of the country, I announce the resignation of the government I had the honor to lead. May God preserve Lebanon."
The shock announcement stunned Parliament but was followed by cheers from inside the chamber and outside in Martyrs' Square as the 25,000 people who had gathered there since late Sunday night watched the debate in Parliament live on large screens.
Leading opposition MP Walid Jumblatt said: "The people have won." Jumblatt was speaking from his home in Mukhtara, in the Chouf mountains, where he stayed yesterday due to security fears if he attended Parliament.
Opposition members said the resignation marked the "first success of the peaceful intifada" it waged on the government in the wake of Hariri's killing.
Following a meeting at the Hariri family home in Qoreitem, the coalition said: "The resignation is the first step toward finding out the entire truth about who decided, planned and executed the assassination of Hariri."
Ecstatic protesters chanted "Syria out" and "Freedom, sovereignty, independence."
They also chanted "Lahoud, your turn is next," in reference to the country's pro-Syrian President Emile Lahoud.
Jumblatt added the opposition was "ready for direct discussions with Syria at any moment," whom the Chouf MP called a "good neighboor."
He again called on Syria to withdraw from Lebanon, but pointedly said it should be under the terms of the Taif Accord without mentioning UN Resolution 1559.
Speculation is rife that Syria is planning a withdrawal of the 15,000 troops it has stationed in Lebanon in the next few days as pressure on all sides intensifies in the wake of Friday's bomb attack in Tel Aviv which Israel has blamed Syria for.
The thousands gathered in Martyrs' Square, just yards from where Hariri was buried two weeks ago, defied an official ban on demonstrations.
Banks, schools and businesses had closed after an opposition call for an anti-Syrian general strike.
But in Karami's hometown of Tripoli one of his supporters was understood to have died from gunshot wounds after supporters of the former prime minister took the streets in protests.
Lahoud accepted the resignation a little later, although it was made clear that Karami did not pay a visit to the president beforehand to inform him of his decision contrary to the usual protocol.
In Parliament, opposition MPs wearing the red-and-white scarves that have come to symbolize their movement gave the announcement a standing ovation.
Opposition MP Ghattas Khoury, an ally of Hariri said: "The battle is long, and this is the first step. This is the battle for freedom, sovereignty and independence."
Following the prime minister's announcement, the opposition also demanded the resignation of State Prosecutor Adnan Addoum, Director General of the Surete Generale Major General Jamil Sayyed, Director General of the State Security Major General Edward Mansour, Director General of the Internal Security Forces Ali Hajj, head of military intelligence Raymond Azar, commander of the presidential guard Mustafa Hamdan and head of the Monitoring Agency in the Lebanese Intelligence Bureau Ghassan Tufeili.
Via The Daily Star - Libano
Karami said: "Out of concern that the government does not become an obstacle to the good of the country, I announce the resignation of the government I had the honor to lead. May God preserve Lebanon."
The shock announcement stunned Parliament but was followed by cheers from inside the chamber and outside in Martyrs' Square as the 25,000 people who had gathered there since late Sunday night watched the debate in Parliament live on large screens.
Leading opposition MP Walid Jumblatt said: "The people have won." Jumblatt was speaking from his home in Mukhtara, in the Chouf mountains, where he stayed yesterday due to security fears if he attended Parliament.
Opposition members said the resignation marked the "first success of the peaceful intifada" it waged on the government in the wake of Hariri's killing.
Following a meeting at the Hariri family home in Qoreitem, the coalition said: "The resignation is the first step toward finding out the entire truth about who decided, planned and executed the assassination of Hariri."
Ecstatic protesters chanted "Syria out" and "Freedom, sovereignty, independence."
They also chanted "Lahoud, your turn is next," in reference to the country's pro-Syrian President Emile Lahoud.
Jumblatt added the opposition was "ready for direct discussions with Syria at any moment," whom the Chouf MP called a "good neighboor."
He again called on Syria to withdraw from Lebanon, but pointedly said it should be under the terms of the Taif Accord without mentioning UN Resolution 1559.
Speculation is rife that Syria is planning a withdrawal of the 15,000 troops it has stationed in Lebanon in the next few days as pressure on all sides intensifies in the wake of Friday's bomb attack in Tel Aviv which Israel has blamed Syria for.
The thousands gathered in Martyrs' Square, just yards from where Hariri was buried two weeks ago, defied an official ban on demonstrations.
Banks, schools and businesses had closed after an opposition call for an anti-Syrian general strike.
But in Karami's hometown of Tripoli one of his supporters was understood to have died from gunshot wounds after supporters of the former prime minister took the streets in protests.
Lahoud accepted the resignation a little later, although it was made clear that Karami did not pay a visit to the president beforehand to inform him of his decision contrary to the usual protocol.
In Parliament, opposition MPs wearing the red-and-white scarves that have come to symbolize their movement gave the announcement a standing ovation.
Opposition MP Ghattas Khoury, an ally of Hariri said: "The battle is long, and this is the first step. This is the battle for freedom, sovereignty and independence."
Following the prime minister's announcement, the opposition also demanded the resignation of State Prosecutor Adnan Addoum, Director General of the Surete Generale Major General Jamil Sayyed, Director General of the State Security Major General Edward Mansour, Director General of the Internal Security Forces Ali Hajj, head of military intelligence Raymond Azar, commander of the presidential guard Mustafa Hamdan and head of the Monitoring Agency in the Lebanese Intelligence Bureau Ghassan Tufeili.
Via The Daily Star - Libano
Ali Farka Touré
Com o objectivo de dar a conhecer um pouco do "Blues Saariano" decidi criar um novo blog chamado Ali Farka Touré . Se quiserem, deixar de estar por uns momentos na Europa, basta aparecerem por lá, vamos tendo um pouco de música, fotos e textos.
Abraço,
Bin_Tex











